Febre40: pop bem feito, mas sem originalidade

Resenha - No Veneno - Febre40

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Rodrigo Werneck
Enviar correções  |  Ver Acessos

Nota: 6


O sucesso de grupos de pop rock como Jota Quest no Brasil acabou gerando uma infinidade de bandas afins. O Febre40 é uma delas, e apesar de mostrar alguma qualidade em seu trabalho de estréia, não traz nada de novo para um público que é grande, mas que não escolhe nem acolhe muitos ídolos.

Nirvana: Dave Grohl explica porque não toca clássicos ao vivoSimone Simons: "Rammstein me faz querer mexer a bunda"

Formado em 2005 por Cleo Motta (vocal), Milton Romero (guitarra), Bruno Bitelli (baixo) e Cristiano Lucas (bateria), em São Paulo, o Febre40 conseguiu lançar no ano passado seu CD de estréia, "No Veneno". Destinado ao público jovem, claramente almeja um grande sucesso comercial em detrimento da qualidade artística.

Todos os clichês do gênero estão presentes, das letras pueris aos vocais calcados nos de Rogério Flausino (do Jota Quest); do instrumental competente porém contido aos arranjos limpos e certinhos. Não há surpresas, tudo é bem feito e bem produzido, mas falta originalidade e um toque inusitado. Em alguns breves momentos, o guitarrista Milton Romero mostra alguns lampejos de bom gosto, mas o estilo da banda não o ajuda a mostrar serviço. Talvez por isso ele já tenha abandonado o barco, informa o site oficial da banda.

Os melhores momentos estão em algumas músicas que lembram de longe um pouco da fase do Van Halen com Sammy Hagar no vocal, em seus momentos mais comerciais. Recomendado apenas aos fãs do gênero, mesmo assim se não estiverem buscando novidade alguma.

Tracklist:
1. No Veneno
2. Em Meus Sonhos
3. Até Se Acabar
4. Minha Cara
5. Tudo Pode Acontecer
6. Cartas Marcadas
7. Jeito Louco
8. Alucinações
9. Não Penso Em Mais Nada
10. Não Me Perdeu
11. Hey Você!
12. Sangue Quente
13. Mariana

Site: www.febre40.com.br




GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato. Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Denuncie os que quebram estas regras e ajude a manter este espaço limpo.


Todas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDsTodas as matérias sobre "Febre40"


Nirvana: Dave Grohl explica porque não toca clássicos ao vivoNirvana
Dave Grohl explica porque não toca clássicos ao vivo

Simone Simons: Rammstein me faz querer mexer a bundaSimone Simons
"Rammstein me faz querer mexer a bunda"

Loudwire: as dez melhores bandas da era GrungeLoudwire
As dez melhores bandas da era Grunge

Robert Plant: quase saí do Led quando meu filho morreuRobert Plant
"quase saí do Led quando meu filho morreu"

Green Day: 10 coisas que você não sabe sobre a bandaGreen Day
10 coisas que você não sabe sobre a banda

Ghost: já percebeu que não usam mais o B.C.? Músico explicaGhost
Já percebeu que não usam mais o "B.C."? Músico explica

Guitarras: o que acontece quando você liga 100 pedais de uma vez?Guitarras
O que acontece quando você liga 100 pedais de uma vez?


Sobre Rodrigo Werneck

Carioca nascido em 1969, engenheiro por formação e empresário do ramo musical por opção, sendo sócio da D'Alegria Custom Made (www.dalegria.com). Foi co-editor da extinta revista Musical Box e atualmente é co-editor do site Just About Music (JAM), além de colaborar eventualmente com as revistas Rock Brigade e Poeira Zine (Brasil), Times! (Alemanha) e InRock (Rússia), além dos sites Whiplash! e Rock Progressivo Brasil (RPB). Webmaster dos sites oficiais do Uriah Heep e Ken Hensley, o que lhe garante um bocado de trabalho sem remuneração, mais a possibilidade de receber alguns CDs por mês e a certeza de receber toneladas de e-mails por dia.

Mais matérias de Rodrigo Werneck no Whiplash.Net.

adClio336|adClio336