Resenha - Alanis Morissette (ATL Hall, Rio de Janeiro, 27/09/2003)

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Por Rafael Carnovale
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A expectativa criada para show da cantora Alanis Morissette no Rio de Janeiro era grande. A imprensa já veiculava notícias de que seu show no Brasília Music Festiva, ocorrido dois dias antes, havia sido morno e com pouca recepção por parte do público. Mas isto não abalou os 8000 fãs que lotaram o ATL HALL numa noite quente e global, pois afinal, cenas da novela “Celebridade” estavam sendo gravadas no local e vários “globais” se fizeram presentes.

Pontualmente às 22h30 como estava anunciado as luzes apagam e a banda entra em cena, num palco contando com um pano de fundo simples mas bem feito com o rosto da cantora. Numa mini “jam”, a banda abre espaço para Alanis que entra no palco trajando uma camiseta e jeans preto com efeitos brilhantes e com um visual novo: cabelo curto. “All I Really Want” foi a abertura do show, e os fãs foram a loucura, cantando todas as músicas, e indo ao delírio com a coreografia já conhecida da cantora, que se movimenta muito no palco. Uma pausa para um “Obrigado Brasil” e “21 Things I Want in a Lover” e “Right Through You” levam a já exaltada platéia ao delírio, preparando a cama para o sucesso “Hand in a Pocket”, que foi cantada por todos. O som inicialmente estava bem embolado, mas a melhora ocorreu já na segunda música, e o mesmo seguiu impecável.

Alanis estava muito a vontade no palco, e dava claras mostras que o que se falou do show de Brasília pode ter sido apenas um mau momento, pois “8 Easy Steps”, “Hands Clean”, “Sympatetic Character” e “This Grudge” soavam cativantes e potentes, sendo bem recebidas pela platéia. Algo que vale ressaltar é que a platéia, apesar de praticamente “urrar” em sucessos como “Head Over Feet” (aonde Alanis empunhou sua famosa gaita), também canta músicas mais “desconhecidas”, como “So Unsexy” (aonde Alanis apresentou um de seus guitarristas) e “Uninvited”. Uma pausa e uma breve introdução traz ao ATL “You Oughta Know”, que fez o chão tremer. O “set” normal teve seu encerramento com “You Learn”, introduzida por um belo solo de teclado. A banda de Alanis é extremamente competente, e a cantora mostra que tem um gogó potente, só soando um pouco irritante nos insistentes agudos que ela gosta de dar. Mas nada compromete sua performance, que é digna de nota.

Uma pausa e “Surrendering” e o mega-hit “Ironic” invadem o ATL, com o público acompanhando todos os movimentos da banda e novamente delirando com a coreografia toda particular de Alanis, que se movimenta muito e gesticula bastante durante as músicas. Outra pausa e “Offer” (do cd “Feast on Scraps”) é tocada, sendo talvez a música menos bem recebida, mas compensada pelo super-sucesso “Thank You”, que fecha o show e totaliza 1:40 de pop/rock.

No final um público extasiado agradecia a cantora, que não escondeu a satisfação de estar “fazendo o último show da turnê sul-americana neste local maravilhoso”. De fato os rumores de que o show não seria bom foram apenas rumores e todos saíram muito satisfeitos, incluindo Alanis e banda, que puderam executar um belo evento para um ATL abarrotado. Que venham mais shows!

Agradecimentos:
Kaiser Music.
Cie Brasil e ATL HALL (Bianca Senna)

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Sobre Rafael Carnovale

Nascido em 1974, atualmente funcionário público do estado do Rio de Janeiro, fã de punk rock, heavy metal, hard-core e da boa música. Curte tantas bandas e estilos que ainda não consegue fazer um TOP10 que dure mais de 10 minutos. Na Whiplash desde 2001, segue escrevendo alguns desatinos que alguns lêem, outros não... mas fazer o que?

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