Esta matéria foi publicada em 31/08/12. Procura matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?
Marko Syrjala e Petteri Limnell do site Metal-Rules.com recentemente conduziram uma entrevista com o guitarrista e vocalista do KISS Paul Stanley. Acompanhe alguns trechos abaixo.
Metal-Rules.com: Em primeiro lugar, “Monster” (título do próximo álbum) já foi finalizado e está prontinho para conhecer seus fãs. Como você descreveria os resultados até agora?
Paul Stanley: Está maravilhoso! Quer dizer, eu já disse isso milhares de vezes até o momento. Como você sabe, não quisemos desta vez soar como nos trabalhos anteriores; era para soarmos como jamais soamos antes. A ideia de compor um disco retrô... sinceramente eu não estava interessado nisso. Eu queria fazer um álbum com vitalidade e paixão e este é exatamente assim. Não quero escrever um grande álbum do KISS, pois não quero ser julgado pelos anteriores a ele. Não vejo problemas em sermos comparados, mas é necessário abrir novas portas e dizer que melhor do que ser comparado a discos do nosso passado é sermos relacionados a álbuns os quais amamos.
Metal-Rules.com: “Monster” é o álbum de número vinte na discografia do KISS. Neste ponto em sua carreira, quando você provavelmente já atingiu quase tudo, qual o objetivo com o novo trabalho?
Paul Stanley: Eu estaria mentindo se dissesse que não quero que ele seja bem sucedido, mas não espero por isso. Já é um sucesso por ter saído exatamente como queríamos. Quero que os outros também gostem dele? Com certeza. Todos queremos isso, mas se tentarmos sempre adivinhar o que as pessoas querem de nós sempre iremos falhar e pensar: “droga, deveríamos ter ido naquela outra direção.” Fiz do jeito que eu queria e o que tiver que ser, será, mas estarei lá para defender o ábum.
Metal-Rules.com: Nos anos 80 e 90 você compôs boa parte do material do KISS em parceria a hitmakers como Desmond Child, Diane Warren, Adam Mitchell, etc. Como foi trabalhar única e exclusivamente com os caras da banda neste álbum e no “Sonic Boom”?
Paul Stanley: Creio que o mais importante seja a banda se manter como banda na hora de compor e uma de minhas regras, quando disse que produzia o disco, foi que todos viessem com suas ideias e não haveria compositores externos. É muito fácil em alguns casos ter alguém para escrever uma canção para você, incluir seu nome e deixá-la falar por si só enquanto você vai fazer outras coisas ao invés de escrever música. Daí temos material novo, mas de fato não nos pertence. Desta vez eu queria ter a certeza de que tudo partiria da banda, eu incluí os caras em tudo. Amo Desmond e compor com ele é maravilhoso. Também amo Diane e todos os citados por você, mas a banda mudou e tudo está melhor hoje em dia e podemos fazer tudo por nós mesmos. De repente esta foi a razão para fazermos como fizemos desta vez.
Para ler a entrevista completa (em inglês), acesse Metal-Rules.com.

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Graduado em Jornalismo, o autor já atuou em diversos segmentos de sua área, mas a paixão pela música que tanto ama sempre falou mais alto e lá foi ele se aventurar pela Alemanha, país onde reside atualmente e possui família. Lendo seus diversos artigos, reviews e traduções publicados aqui no site, pode-se ter uma ideia do leque de estilos que fazem sua cabeça. Como costuma dizer, não vê problema algum em colocar para tocar um Scum do Napalm Death, seguido de Substance do New Order ou Black Celebration do Depeche Mode, daí viajar no tempo com Stormbringer do Deep Purple, se acabar ao som do Bounded By Blood do Exodus e finalizar o dia com alguma coisa do ABBA ou Impetigo. Simples assim.
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