Resenha - Exórbita - Exórbita

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Por Sílvio Costa
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Nota: 7


O power trio de Bragança paulista faz um som verdadeiramente empolgante. Guitarra afiada e boas idéias no baixo e bateria tornam a demo auto-intitulada um presente para que se aventura a ouvi-la. Solos bem sacados, canções bem arranjadas e, sobretudo, muito tesão para tocar. Isso é um resumo da demo auto-intitulada do Exórbita.

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O guitarrista Eduardo Polidori é o grande destaque aqui. Timbres bem colocados e boas idéias distribuídas com inteligência fazem deste trabalho algo muito interessante de se ouvir. Na busca por um rótulo, podemos classificá-los como um hard rock mais pesadão, na linha dos anos 70, mas com um pé na modernidade de bandas como Van Halen e, quem sabe, um pouco de Mr. Big. O toque de originalidade vem com a presença de influências do heavy metal mais tradicional (especialmente nas levadas de bateria. Eu gostei muito da pegada do batera Adriano Rodigues), o que ajudou na hora de as músicas ficarem com uma apresentação mais "dark", ainda que não tenham perdido o pique do hard rock. É uma fusão que permitiu aos músicos explorarem algumas potencialidades sem errar a mão em termos de arranjos, que são bem simples, mas funcionais.

O principal problema das quatro faixas é o vocal indeciso de Douglas Lélis. A gravação também não ajudou, mas o fato é que ele aparenta estar inseguro ao microfone do Exórbita. Quando ele resolve se soltar mais um pouco, a banda atinge excelentes resultados, como acontece em "Society's Defects". Um pouco mais de cuidado com o inglês também seria muito bem-vindo. Ajustados esses detalhes, o Exórbita tem tudo para se dar muito bem em vôos maiores.

BANDA:
Douglas Lélis - Vocal, baixo
Eduardo Polidori - Guitarra
Adriano Rodrigues - Bateria

CONTATO:
trendkillersbr@hotmail.com




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Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.

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