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James LaBrie: Mais um brilhante trabalho solo do vocalista

Resenha - Impermanent Resonance - James LaBrie

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Por Jorge Mezzomo Neto
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Comparações à parte, o vocalista canadense James LaBrie (pronuncia-se "LaBrí" - sim, apesar do sucesso de pelo menos duas décadas, muitos ainda se referem a ele como "LaBriê" ou, pior, "LeBrai") vem consolidando, paralelamente ao Dream Theater, um interessante acervo de trabalhos com sua banda solo.
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Seu último disco, Impermanent Ressonance (2013), é mais um que está, no mínimo, do mesmo nível dos seus antecessores, os ótimos Static Impulse (2010) e Elements of Persuasion (2005). Este que marca o fim de uma fase na carreira do vocalista quando sua banda ainda era denominada Mullmuzzler onde, a julgar pelos trabalhos que se sucederam a partir da metade da década passada, a mudança não se limitou apenas ao nome.

Bem, a respeito do álbum, LaBrie conseguiu, mais uma vez com sucesso, introduzir elementos que parecem ser pouco interessantes para uma parte do público que aprecia seu trabalho apenas no Dream Theater como os vocais guturais do baterista Peter Wildoer, mesclando com ótimas melodias. Isso, aliás, está presente em boa parte do disco como a faixa de abertura, “Agony” e a ótima “Slight of Hand”. O ponto alto do CD, no entanto, está nas canções em que James conduz os vocais sem o apoio de Peter, como a bela "Holding On", a seguinte "Lost in the Fire” e a brilhante “Back on The Ground”. Aliás, esta última talvez esteja entre as melhores que a banda já lançou até então. Chama atenção a grande fase do vocalista como compositor o que faz com que o álbum seja um daqueles que você não sente a menor falta do botão que pula para a próxima faixa.

O disco é tão interessante que não seria uma heresia dizer que o projeto solo de James tem agradado mais que os últimos discos lançados pelo Dream Theater.

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