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Iron Maiden: Senjutsu, o melhor álbum da banda desde 2013

Resenha - Senjutsu - Iron Maiden

Por Elias Magalhães
Postado em 04 de setembro de 2021

Nota: 7

Essa resenha não vai começar pelo começo, e isso nem é culpa minha, mas sim da própria indústria musical. Que vai lançando músicas separadas e gerando hype em torno dos singles para que o lançamento do álbum completo seja espetacular e memorável.

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O primeiro contato que tivemos com "Senjutsu" foi "The Writing On The Wall", como publicitário, devo dizer que a estratégia deles foi incrível. Lançando pequenos easter eggs, deixando que os fãs montassem as pistas e criassem teorias a respeito do que estava vindo, em uma escala bem menor comparado ao que a Marvel faz.

The Writing On The Wall

De todos os 17 álbuns do "Iron Maiden", para mim o único que o primeiro single lançado é a melhor música do álbum é o "Somewhere In Time". E acredito que a banda também veja dessa maneira. A função desse primeiro contato não é lançar o que tem de melhor, indo de contramão com a cultura pop, e lançando a música que mais compacta o álbum em si e dando aos fãs uma prévia consistente do álbum.

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Em "Senjutsu" isso acontece, da mesma forma que não acontece. "The Writing On The Wall" é a melhor música do Volume 1, mas abaixo de todas do Volume 2.

Eu esperei o dia do lançamento do single ansiosamente e atrasei um compromisso só pra poder entender como começa o 17° capítulo do Iron Maiden. Não ouvi vendo o video clipe, não gosto de ter o visual junto, prefiro só ouvir e depois ver o que tiver que ver. A sensação foi aquelas músicas de estrada, ótimas pra ouvir quando se está em uma viagem longa e vai precisar ficar algumas horas sentado olhando a paisagem pela janela.

A música é muito boa e me dá uma atmosfera "Brave New World". O único ponto negativo e que faz pouca diferença no resultado final é o refrão. O mesmo peso do último refrão é semelhante ao do primeiro, não há uma evolução e dá uma impressão de ser uma música chapada. O cantarolar da música não será do refrão e sim do riff inicial, e julgando single a single isso nunca aconteceu nos 17 álbuns lançados até então.

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Stratego

Preciso admitir que antes do lançamento completo do álbum eu já tinha pego raiva dessa música. Ela começa lembrando aquela do " A Manter Of Life And Death", ou do "Dance of Death". Quando o Bruce começa a cantar parece aquela do "The Final Frontier", o pré-refrão é idêntica àquela outra dessa fase da banda, e o refrão eu com certeza já ouvi em outra música.

Não entenda mal, é uma ótima música, mas é fraca. Por parecer mais um guisadinho de várias outras do que uma música que referencia gravações antigas. Só que Maiden é Maiden e algo que parecia sem saída e sem motivo algum de estar em um álbum da Donzela em 2021 muda completamente depois do primeiro solo.

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O solo é meio estranho, parece coisa do Janick Gers, e parece não fazer muito sentido com a estrutura da música até aquele ponto. Acabou o solo a música volta pro riff inicial bem mais encorpado e com uma cara nova, lembrando outra música de 2006 só que fazendo direito agora, e o refrão volta épico, crescente, o backing vocal no final é sensacional. E quando acaba tem aquele gosto de quero mais, mas não desde o começo, só a parte depois do solo, só que ela não funciona sem a construção Frankenstein que teve.

Que raiva do Iron Maiden.

Senjutsu

É a primeira do "Senjutsu", mas não é a primeira que escutamos do álbum. Viva o paradoxo do single.

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Enfim, "Senjutsu" é a Fórmula Maiden, não tem o que tirar nem por. Não acredito que a decisão dela ser a primeira faixa do álbum seja algo do tipo "vamos fazer uma música na nossa fórmula" mas sim "essa é a que mais parece uma música do Iron Maiden". Por mais que "Stratego" te lembre a discografia de todo o ano 2000.

Não me empolgou muito. É mais uma da Donzela no final. Entendo os fãs que vão ficar em polvorosa com a música, ela é um grande refresco na cabeça e o final dá a mesma sensação de "Halloweed Be Thy Name".

Lost In A Lost World

Incrível como até aqui todas as músicas lembram alguma outra da banda, essa me deu um misto de "The Clansman" e "Journeyman". A intro é incrível, e poderia ser a música toda nessa vibe. Só que começa um riff de guitarra Iron Maiden™ que quebra totalmente o clima, fica esquizofrênica e o vocal do Bruce nem é um dos melhores, depois dá uma bela melhorada. Tinha tudo pra ser a melhor do álbum só que remendaram do nada.

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O pré-solo nem é tão grande, mas parece gigantesco, o solo não chega legal, parece que a música é cheia de lombadas, uma autêntica música do meio de algum álbum do "Iron Maiden". Quando acabou o riff esquizofrênico, olhei o tempo da música, ainda faltava um minuto e meio, tive novamente raiva do Iron Maiden, só que raiva de verdade, não uma boa como tive com "Stratego". Sucatearam uma música que tinha tudo pra ser perfeita. Ou poderia ser um ótimo interlúdio caso tivesse somente o instrumental da introdução e do final.

Essa música é o ponto mais baixo da banda desde "The Angel And The Gambler", até porque dificilmente algo vai ser pior que aquilo.

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Days Of Future Past

Eu tive 2 impressões iniciais significantes com essa música. A primeira é o tamanho. Como assim o "Iron Maiden" compôs uma música com apenas quatro minutos e três segundos? É a menor desde "Wildest Dreams" de 2003.

A segunda impressão é a intro que parece continuar uma música anterior e depois ganhar a própria identidade. Solidificando "Lost In A Lost World" como um desperdício criativo.

"Days Of Future Past" empolga e explica o seu tamanho, caberia muito bem no "Dance Of Death" mesmo não estando a altura, mas acredito que estaria se tivesse sido feita há 18 anos atrás.

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Eu gosto do diferente, músicas que me tiram da minha zona de conforto são as minhas preferidas, mas eu realmente não acreditei quando me dei conta que essa música não teve um solo. Mas na verdade teve sim, é depois do segundo refrão, jurava que era um riff aleatório pra me preparar para um grande e épico solo.

A culpa desse engano não é minha, e sim do "Iron Maiden" que me acostumou com músicas longas e que verso, refrão e solo serão bem construídos.

Quando ouvi pela segunda vez me pareceu uma tentativa de single, ainda bem que não virou, rsrs.

The Time Machine

Não sei se já falei isso, espero que não, odeio ser repetitivo. Mas repararam como essa música lembra muito outra música da banda dos anos 2000?

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"The Time Machine" é boa, não é nenhum novo clássico, mas faz o básico direito e certo. Eu ouvi apostando que foi escrita pelo Janick Gers, não por lembrar "The Talisman" que também é dele, mas sim porque é uma música que não arrisca pra não ser criticada pela fã base do Adrian Smith.

Resumo do Volume 1

Sinceramente, eu esperava mais. Até aqui não é um álbum ruim, mas depois de 6 anos sem música inédita poderia ser melhor.

Sou conhecido por ser um grande defensor dos anos 2000 do "Iron Maiden". Dos meus 3 álbuns preferidos, dois estão nessa fase, "Dance Of Death" e "Brave New World". Só que repetir a mesma coisa várias vezes é entendiante, dava pra ser mais do que isso.

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E não falando da parte técnica, mas sim pessoal, é triste que esse album esteja lá em baixo na lista do "Iron Maiden". Como fã, eu sempre espero que todo lançamento seja melhor que o último.

Bora pro Volume 2

Darkest Hour

Mar? Albatroz? Hmmm...

Apesar da brincadeira é uma música que tem uma intro com personalidade, começa legal e sabe pra onde vai, nem parece que é do álbum "Senjutsu". Não dá pra ignorar a dupla Dickinson e Smith, quando eles querem sabem compor bem.

Uma característica fantástica dessa música que aparece de vez em quando na discografia da Donzela e sempre torna a música grande, é a desacelerada depois do segundo refrão seguida de um solo tímido no começo e que enche toda o crânio no final. Fantástico!

Parece mais uma música solo do Bruce Dickinson do que do "Iron Maiden". Tem personalidade, mesmo em certos pontos lembrando "Coming Home". É encorpada, tem vida própria, é boa. Nem merecia estar no mesmo álbum de certas músicas... Ainda bem que está em um volume diferente.

Death Of The Celts

A primeira das odisseias e também a menor. Não que isso tenha acontecido alguma vez até aqui, a intro me lembrou outra música, "Blood on The World's Hands" pra ser mais exato. Só que do mesmo jeito que "Darkest Hour" me lembra "Coming Home", essa faz com personalidade, usando como um artifício pra criar algo novo e não fazer mais do mesmo. Se bem que a intro grande parece ficar repetitiva em alguns pontos, já que tem mais de um minuto e meio. Tem o tamanho certo e cria uma boa atmosfera para o vocal do Bruce Dickinson.

Falando em Bruce Dickinson, são os melhores vocais dele no álbum todo.

O riff entre os solos é meio brega, muita coisa de tiozão, faz parecer que os integrantes do "Iron Maiden" já são todos idosos. Eu tenho que admitir que adorei, adoro as cafonices que a Donzela faz de vez em quando.

Ela termina me lembrando "The Clansman", novamente do jeito correto. E é boa, a melhor até esse ponto. Intro, versos, vocal, refrão, solo, riff brega, tem tudo o que uma boa música do "Iron Maiden" tem. O volume 2 é um álbum completamente diferente.

The Parchment

A segunda odisseia do "Iron Maiden" tem uma intro calma e é seguida de uma explosão que me pegou desavisado, dei um pulo da cadeira. Ao contrário de "Lost In A Lost World" não é nenhum pouco esquizofrênica e faz sentido tá ali.

"The Parchment" tem cara de ser mais uma do "A Matter Of Life And Death" no começo e isso não é nenhum defeito. Na minha opinião, a banda não deveria ter lançado um segundo single, "Stratego" mesmo sendo boa não tem o peso de um e vende uma má impressão. Mas já que foi feita a decisão de ter um segundo single, a nona faixa do álbum "Senjutsu" seria a opção perfeita. Além de ter um promocional pra cada volume.

A parte pós-solo com aquele riff acompanhando o vocal do Bruce é um dos pontos altos do álbum. Quando começa o último verso da música, ali em "In a tempest never shaken" parece que começou um refrão sem fim e de cabeça não consigo lembrar uma música da Donzela que eles tenham utilizado essa técnica. Adorei. Quero mais músicas assim!

O único defeito da música é o riff pós-solo no final, antes de ter a parte lenta que vai acabar com a música (algo muito Fórmula Maiden™) ele destoa e poderia ter sido facilmente trocado por qualquer um.

Hell On Earth

Evitei o máximo ler notícias, resenhas e rumores a respeito de "Senjutsu". Gostaria que o provável último álbum do "Iron Maiden" me desse a mesma sensação de quando ouvi a banda pela primeira vez. Das poucas manchetes e comentários que li, a maioria comentava sobre o quanto a última música era a melhor do álbum. Algo que está bem presente, pelo menos pra mim, nós álbuns da banda depois do retorno do Bruce Dickinson.

Em "Brave New World", "The Final Frontier" e "The Book Of Souls", as melhores faixas são as últimas. E indo mais para trás, isso se repete em "Fear Of The Dark", "Powerslave", "Piece Of Mind" e "The Number Of The Beast". E dá até pra fazer uma menção honrosa pra "The Legacy" do "A Matter Of Life And Death", que pra mim disputa muito bem o título de melhor do álbum com "For The Greater Good Of God" e "The Longest Day".

A intro promete uma viagem musical, e eu só fiquei tentando adivinhar qual caminho ela percorreria, "Dance Of Death", "No More Lies", "When The Wild Wind Blows", "Empire Of The Clouds", entre tantas outras.

A intro é grande, a maior do álbum, maior que "Face In The Sand" de 2003, tem uma explosão bem feita e que não assusta.

Quando chegou nos 3 minutos de música e Bruce Dickinson não havia dado nenhum sinal de vida eu nem me importava mais, e fui verificar se a música tinha letra. Não me importaria nem um pouco se fosse somente instrumental. Mas quando chega os vocais, percebe-se que eles são essenciais para a música funcionar.

Engraçado a sensação que a música começa a ter ali pelos 4:30, me lembra a mesma que eu tenho quando ouço "When Two Worlds Collide".

A última das odisseias é boa, melhor que "The Parchment" e abaixo de "Death Of The Celts", só que eu entendo perfeitamente o motivo dos comentários a respeito dela. Por ser uma música com diferentes sentimentos, vai ser fantástico acompanhá-la ao vivo.

Conclusão

O Volume 1 é uma coisa totalmente oposta ao 2. Enquanto o primeiro se destaca pelos erros e por músicas que parecem constantemente copiarem outras, o segundo remete a outras músicas mas com personalidade e fãs menos exigentes nem notarão as similaridades.

"Death Of The Celts" é a grande música do álbum e a melhor da Donzela desde "When The Wild Wind Blows".

Ao terminar de ouvir você vai ter a sensação de ter ouvido algo grandioso e espetacular, não por que é, mas por causa do Volume 1 que deixa a desejar. A segunda parte do álbum é amplificada pela entrega abaixo do esperado da primeira. E dá até pra colocar o "The Book Of Souls" nisso aí. A maioria das músicas do décimo sexto álbum parecem longas demais e o vocal do Bruce não está muito bom se comparado a discos anteriores. O Volume 2 tem as melhores composições desde "The Final Frontier" e é o melhor álbum desde o ao vivo "Maiden England" de 2013.

É um álbum Nutella, o único momento que se arrisca é aquele "refrão interminável" em "The Parchment". O Volume 1 é decepcionante e não entrega o que os fãs mereciam por ter ficado 6 anos sem músicas novas. Não é ruim, apenas um bom álbum com baixíssimos momentos (menores desde "No Prayer For The Dying") e um final épico.


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