Resenha - Velvet Underground & Nico - Velvet Underground

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Por Fabricio Boppre
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Lou Reed sempre disse que nada supera um baixo, uma guitarra e uma bateria. E ao longo de sua extensa carreira, seja ela solo, ou ao lado de seus companheiros do Velvet Underground, ele sempre provou que essa sua afirmação é verdadeira.

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Neste disco, além de John Cale (baixo, guitarra, teclado), Sterling Morrison (baixo, guitarra) e Maureen Tucker (bateria), ele conta com a inesquecível presença de Nico, uma cantora/modelo européia que, como reza a lenda, ficou conhecida pelo seu encontro com Jim Morrison, após ter sido apresentada a este por Andy Warhol. Aliás, foi Andy quem trouxe a própria Nico para a banda, além de ter feito a capa do disco, que tem o desenho de uma banana. Mas seria mais justo que o reconhecimento de Nico fosse ocasionado pelo seu desempenho nesse disco. Nico, com sua belíssima (e estranha) voz, protagoniza alguns dos melhores momentos do álbum. Vai de canções impactantes como “All Tomorrow’s Parties” a outras preciosidades como “Femme Fatale” e “I’ll Be Your Mirror”. Mas o momento supremo do disco acontece com Lou Reed nos vocais. A música “Heroin” ainda hoje impressiona, com seu clima mórbido e sufocante, que Lou criou a partir de suas aventuras com a heroína. Syd Barret deve ter perdido a razão (literalmente!) quando ouviu essa música. Destaque final para “Run, Run, Run” e “European Song”, que com seus ritmos e experimentalismos influenciaram toda a geração punk e underground que estava nascendo naquela época. Na verdade, o disco todo é influente para qualquer movimento underground a partir dali. Estão lá as experimentações, os arranjos simples, a aversão à comercialismos, as letras ácidas e irônicas... enfim, é um disco básico para que gosta de música alternativa.

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