RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

Venom e Motörhead também foram massacrados pela crítica, diz Tom G. Warrior

O clássico que quase foi para o lixo por ser "pop" e parecer música de parque de diversões

A música de Dio que ele achava que Ozzy Osbourne não conseguiria cantar

Os 20 melhores álbuns lançados em 1999, segundo lista da Metal Hammer

Os 10 álbuns que marcaram Bruno Añaña, do Rebaelliun e Postmortem Inc

Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"

Como o guitarrista de "Hotel California" ajudou o Led Zeppelin a encontrar seu som pesado

Show do Iron Maiden em Paris é prejudicado por falta de luz

Ex-guitarrista do Turnstile tem julgamento por tentar matar pai do vocalista marcado

A música da ELO que escondia mensagens no próprio título

Por que novo álbum de Edu Falaschi agrada quem não curte power metal, segundo o próprio

John Bush não lamenta ter feito menos sucesso que colegas de geração

Baterista do Coal Chamber detalha luta contra o câncer

A mensagem de Kelly no primeiro dia dos pais sem Ozzy Osbourne

Tygers of Pan Tang anuncia detalhes do seu novo álbum, "Electrifyed"


Sepultura
Stamp

Rolling Stones: no Chess Studios... 1964 / 1965

Por
Postado em 12 de julho de 2018

Em Junho de 1964, os Stones embarcavam em sua quase desastrosa primeira turnê norte-americana. Sem um único hit emplacado na terra do Tio Sam e ainda tendo que agüentar o deboche de Dean Martin que apresentava o programa The Hollywood Palace, a banda aproveitou para dar uma esticada até o Estúdio dos irmãos Phil e Leo Chess. A chegada ao estúdio já foi mais prazerosa, pois segundo contam, o próprio Muddy Waters ajudou os rapazes a levarem seus equipamentos para dentro, o que os deixou boquiabertos...

Apesar de pelas normas da casa, só poderiam gravar no estúdio os artistas contratados pela gravadora, o empresário Andrew Loog Oldham conseguiu que uma sessão de gravação fosse liberada para os Stones.

Rolling Stones - Mais Novidades

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O resultado, que apesar de não ter gerado as melhores canções da banda, com certeza serviriam de referência para o melhor do Rock que seria executado nos anos 60 e 70. Lembrando que até mais do que os Beatles, os Rolling Stones serviriam de modelo de como uma banda de Rock and Roll deveria ser - além da tarefa de reintroduzir nos meios juvenis americanos, a música que os ianques tinham esquecido: O Blues.

Algumas das faixas destas sessões foram lançadas nos álbuns "Rolling Stones No. 2" e "Out Of Our Heads", além de singles britânicos.

Considerando que as versões dos álbuns lançados nos EUA e no Reino Unido continham set lists diferentes, ainda haviam algumas músicas com versões diferentes - como Mercy, Mercy e Key to the Highway que juntamente com Goodbye Girl (de Bill Wyman) continuam inéditas. Nessas sessões, em canções como Down the Road e Around and Around, já pode se ter uma idéia de que a banda tinha o dom para fazer a coisa acontecer... e o coração desse swing todo foi Charlie Watts, com uma formação jazzística que o proporcionava ter o instinto de acompanhar Keith Richards, a dupla poderia ser definida como o Rock e o Roll da coisa. Juntando-se a isso a parceria de Richards com Chuck Berry na excelente It's All Over Now com o primeiro executando um de seus melhores solos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Após estas sessões, Richards e Mick Jagger começam a compor seu primeiro material. Inclusive, segundo Richards, o próprio acordou no meio da noite com um riff na cabeça e antes que o esquecesse, tratou de gravá-lo em fita. O riff em questão seria da icônica Satisfaction - que por sinal, faria a banda se tornar grande no cenário musical norte-americano.

A banda voltaria para mais sessões no Chess Studios em 1965 e embora o blues continuasse sendo uma influência importante em sua música, eles nunca mais gravariam nos Chess Studios novamente.

Apesar disto, o espírito dessas sessões ressurgiu espetacularmente no álbum Exile On Main Street, de 1972, considerado seu melhor LP. Com faixas como Rip This Joint, Shake Your Hips, Stop Breaking Down e Ventilator Blues, o som do Blues de Chicago se faz presente. Sem contar que no álbum anterior - Sticky Fingers, algumas faixas foram gravadas no lendário Muscle Shoals Sound Studio, no Alabama.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Por conta disto, vale a pena ouvir essas sessões novamente 50 anos depois e lembrar que sem os Stones, o blues não seria parte da cultura musical do ocidente como é hoje. Essas sessões são uma parte vital do legado da banda... E também da boa música.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Eminence


publicidadeGustavo Anunciação Lenza | Luis Alberto Braga Rodrigues | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Adriano Luiz da Fonseca

Começou ouvindo rock ainda garoto no fim dos anos 70, do lado de fora do quarto do irmão mais velho que não o deixava entrar - coisas de irmão de pirralho. Depois comprando discos do Queen e Iron Maiden, foi ao Rock in Rio para ver os ídolos de perto e não parou mais. Curte do Blues ao Jazz, do Country ao Funk - o verdadeiro, do Rock ao Metal. Não sabe tocar instrumento algum, mas tem uma guitarra velha chamada Sarah Lee - cortesia do Foghat. Aprecia um vinil bem chiado.
Mais matérias de Adriano Luiz da Fonseca.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS