Haaze: O legítimo produto de uma mente doente

Resenha - Swamp Mama - Haaze

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Por Ricardo Cunha
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Nota: 8

Você já tinha ouvido falar de uma cidade chamada Red Deer? Pois bem, é uma cidade da província de Alberta, que por sua vez, fica no Canadá. Haaze é provavelmente o maior produto de exportação desta que é a terceira cidade mais populosa da província. Eles se definem como "Os reis dos "Swamp Riffs"" No final de 2017, como uma dupla, lançou seu primeiro EP entitulado simplesmente de "Riffs".

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Swamp Mama é o legítimo produto de uma mente doente. Vocais guturais - sim, o trio tem dois vocalistas - altamente influenciados pelo "Splatter" americano, guitarras distorcidas e muita, muita sujeira. Eles misturam stoner, doom, metal e sludge e isso resulta numa espécie de pesadelo sonoro capaz de assustar aos desavisados. Para dar forma ao conteúdo, Mitchell Soloway (Guitar & Vocals) e Jack Sutherland (Bass & Vocals) e recrutaram Alex Adamson (Drums), que adicionou mais insanidade ao grupo. A música da banda é repleta de adrenalina juvenil. Interessante notar (e isto não é demérito) que, enquanto seus contemporâneos estão expandindo sua música para algo mais progressivo e clássico, o HAAZE se aprofunda nas tendências esporrentas. O que aqui se ouvi pode ser considerado o lado mais maníaco do doom/Sludge, mas o álbum tem uma dinâmica própria que faz de si um material de qualidade para os adeptos do estilo. Em muitos momentos é possível notar um certo grau de complexidade nas composições e, nesse sentido, os destaques são: 35 Indians, Stereotypically Doomed, e Swamp Mama.

Noutros momentos, essa abordagem metódica pode até diminuir a espontaneidade, do trabalho em questão, mas a música aqui contida parece absorver várias influências e, no processo criativo, a mistura ganha significados que acrescentam algo à cena global. Estou certo de que os fãs do gênero não ficarão desapontados. Swamp Mama é feroz, intenso e técnico na medida certa para fazer suas cabeças balançaram ao passo que a fumaça invade seu cérebro.




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