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Da segunda geração do nu metal, o australiano Ocean Grove chega ao quarto disco, Oddworld

Resenha - Oddworld - Ocean Grove

Por
Postado em 03 de junho de 2025

Nota: 7 starstarstarstarstarstarstar

Era meado dos anos 1990 quando o nu metal tomou de assalto os canais de Tv voltados para a música e as estações de rádio para ser dado como morto já no começo dos anos 2000. Se no Brasil o estilo praticamente não deixou bandas, lá fora a coisa anda bem diferente: medalhões como Korn e Limp Bizkit (EUA) continuam lançando discos e excursionando. Fora dos EUA, berço do estilo, a segunda geração segue em frente com diversos grupos: Rise Of The Northstar (França), Exit Emotions (Finlândia) e o Ocean Grove (Austrália), que lançou seu quarto disco, "Oddworld" (2024).

"Nós restringirmos as tentativas das pessoas de fora que tentaram definir nosso som e classificar nossa arte por mais de uma década. Esse é o disco que define a marca registrada do Ocean Grove, a referência a partir da qual todos os sons futuros se projetam e se refletem. Uma jornada de volta às nossas raízes experimentais e não convencionais, ao mesmo tempo em que avançamos a todo vapor para uma nova e destemida era", disse Dale Tanner, vocalista do grupo, em um comunicado à imprensa.

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Dale pode até não querer ser vinculado a esse ou aquele estilo, mas o melhor rótulo para a banda é mesmo o nu metal e assim como muitos grupos do estilo, o Ocean Grove também gosta de uma mistura. O trio, que em estúdio se transforma em um quinteto, funde metalcore, rap, rock alternativo e ainda dá um aceno ao pop nos refrães grudentos. Entre samples, vocais distorcidos, efeitos de fundo, guitarras pesadas e uma bateria que ficou um pouco mais alta do que deveria, eles acertaram a mão nas faixas "Cell Division", "Fly Away", "Raindrop", "My Disaster" e "Sowhat1999".

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Mesmo sendo um grupo desconhecido das massas, o Ocean Grove já excursiona pela Europa/EUA como banda de apoio para nomes maiores, tem seus próprios shows esgotados em casa e conseguiram um feito importante com esse disco que foi sua nomeação no AIR Awards 2025 na categoria "Best Heavy Album Or EP". A premiação, organizada pelas gravadoras independentes australianas, conta com apoio do governo local e ocorrerá dia 31 de julho.

"Oddworld" (2024) está disponível por aqui pela parceria da Shinigami Records com a gravadora SharpTone Records.

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Formação:
Sam Bassal: bateria, guitarra
Brent "Twiggy" Hunter: baixo, vocais
Dale Tanner: vocais
Luke "Poochy" Holmes: vocais (estúdio)
Matthew "Running Touch" Kopp: guitarra, samples, teclados (estúdio)

Faixas:
01 OG Forever (intro)
02 Cell Division
03 Fly Away
04 Stunner
05 Raindrop
06 No Offence Detected (interlude)
07 My Disaster
08 Last Dance
09 Sowhat1999
10 OTP feat. New Babylon & Adult Art Club

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Sobre Mário Pescada

Mineiro, leitor compulsivo, ouvinte de todas as vertentes do rock - do blues ao grindcore. Valoriza mais a honestidade e entrega em cima do palco do que a técnica. Guarda os flyers dos shows que vai como se fossem relíquias. Autor dos livros "Distorções do Submundo: Dissecando álbuns matadores do underground brasileiro" vol. 1 (2023) e vol. 2 (2024), lançados pela Editora Denfire.
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