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Zink & Os Rock Marcianos: O MOD não morreu

Resenha - O Mod Está de Volta - Zink & Os Rock Marcianos

Por Ícaro Batista Cardoso
Postado em 23 de setembro de 2015

Nota: 9 starstarstarstarstarstarstarstarstar

Há algum tempo venho escrevendo resenhas dos discos das bandas do Litoral Paulista, como forma de mostrar o que está acontecendo por estas bandas. E o que ouço nesses tempos são fatos incríveis. Você sabe o que é um MOD? Já ouviu um som MOD? Eu tenho certeza que sim.

Segunda metade do século XX, jovens do Reino Unido procuravam associar sua maneira de se vestirem com seus gostos musicais, o que tornavam eles uma tribo urbana, que tinham seus rivais e se odiavam. Um dos exponenciais desses grupos foi chamado pela imprensa como "Moderns", ou simplesmente Mod. Este movimento teve bandas como The Jam de Paul Weller, ou ainda The Lambrettas, Vapors e Purple Hearts, lançadas por pequenos selos como Castle, Detours (nome da banda de Pete Towshend, antes de ser batizada como The Who), Big Beat e One Way Records.

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Em terras Brazucas, o Ira! foi o grande precursor com seu entitulado álbum "Mudança de Comportamento" de 1985, que trazia a faixa "Ninguém entende um Mod". Depois apareceu o Cachorro Grande, com seus terninhos pulando no palco (algo que o Ira! já fazia).

Em 2015 surge uma nova banda que traz essa proposta em seu som. Zink & Os Rock Marcianos deixam bem clara a sua proposta com seus sons diretos, incluindo a maneira de se vestirem.

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A banda é formada por Rafael Zink (Guitarra, voz e sintetizadores), André Merlo (guitarra), Lucas Cegarra (bateria) e Diogo Costa (baixista, co-fundador do Predatory, ex-Vetor, ex-Spunk) e estão lançando sua demo, com cinco músicas, eles retratam assuntos relacionados ao cotidiano do ser humano.

Neste primeiro momento, será impossível não realizar comparações com bandas, mas é algo natural de qualquer artista que buscam uma identidade.

1 - Nós
Com uma pegada forte do que o Ira! faz de melhor, a banda trouxe uma baita canção. "Não somos capazes de perceber que o problema somos nós", é o tipo de refrão que gruda na mente, e na segunda vez que ele toca, você já está cantando. Alguns samples, uma guitarra direta, sintetizador bem suave. Rockão aos amantes do estilo mod.

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2 - Bomberman
É o tipo de som que faz a galera pular no bar, pedindo mais cerveja e todos cantando junto. Um som na mais pura pegada The Clash e The Who, com um sintetizador que caiu como uma luva. Mais um ponto à banda

3 - Papo Cabeça
Típico som produzido numa tarde chuvosa, com muito reverb e uma distorção sutil, que dá um clima sombrio na música. "O mundo inteiro é seu" é refrão que faz o indivíduo refletir bem.

4 - Vou Levar vocês comigo
Mais um som direto, sem muitas firulas, mas é uma balada. "Seja onde for eu vou levar vocês comigo" é facilmente decorada por quem ouve. Violão e baixo que acompanham a vocalização das frases. Tipo som que remete "Tarde Vazia".

5 - Pode Ser Qualquer Coisa
Um som com características de David Bowie são bem notáveis nesta canção, e que tem sintetizador (como na maioria das músicas), mas é do tipo de música que na segunda vez você está cantando.

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De um modo geral o disco é muito bom. Diante do proposto está bem qualificado.

Posso afirmar que o MOD Não morreu, e que Zink & os Rock Marcianos tem tudo pra dar certo, pois canções em português é o diferencial da banda, ainda mais num país muitas pessoas não entendem a língua inglesa.

Senti falta de alguns solos de guitarra, mas a banda tem muito a evoluir, este é o primeiro trabalho de muitos.

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Zink & Os Rock Marcianos são:

Rafael Zink (Guitarra, voz e sintetizadores)
André Merlo (guitarra)
Lucas Cegarra (bateria)
Diogo Costa (baixista)

Track List:

1 - Nós
2 - Bomberman
3 - Papo Cabeça
4 - Vou levar vocês comigo
5 - Pode ser qualquer coisa

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Sobre Ícaro Batista Cardoso

Ícaro Batista Cardoso, natural de São Paulo/SP, mas morador de Praia Grande/SP é formado em Sistemas de Informação, Palmeirense, Guitarrista. Inserido no Rock N' Roll desde sempre - por conta do seu irmão mais velho - só foi realmente ter o despertar aos 13 anos de idade, quando ouviu Powerslave. Foi como se tivesse visto o espírito de Metal Gods. Apreciador do estilo clássico do Rock/Metal. Fã de Iron Maiden (banda que ja viu várias vezes), é apreciador de outras bandas como Judas Priest, Ronnie Janes Dio (Rainbow, Dio, Elf, Black Sabbath e Heaven and Hell), Whitesnake, Scorpions, Megadeth, Slayer e Black Label Society. Tem como influência na guitarra Ritchie Blackmore, Dave Murray e Tony Iommi.
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