Black Sabbath: A História finalmente acontece em São Paulo

Resenha - Black Sabbath, Megadeth (Campo de Marte, São Paulo, 11/10/2013)

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Por Ícaro Batista Cardoso
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Alguns esperaram meses, outros alguns anos e há aqueles que esperaram algumas décadas por este dia histórico: o dia que os criadores (sim eu disse criadores) do Heavy Metal e tudo o que há nele aterrissassem em solo Brasileiro para deixarem sua marca (do capeta?) para sempre. Um culto às lendas, mais que vivas, seres supremos que caminham pela terra e que jamais serão esquecidos. Gigantes que mudaram uma, alias, várias gerações. Inspiração para muitos outros gigantes.

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Primeiramente quero deixar meu descontentamento com a organização desse show, o show da vida de muitas pessoas. Avenidas entupidas, problemas no trânsito. Descaso da Prefeitura que não fornece um transporte de qualidade, visto que fecharam a Estação Carandiru às 23h20, tratando as pessoas como se fossem animais. Afinal esqueceram que 70 mil pessoas estavam ali, onde no mínimo 35 mil dependiam de ônibus e metrô. Nós somos um público que paga caro, que gera lucro financeiro para a cidade e que merece principalmente RESPEITO, não apenas pelos preços abusivos de ingressos e consumação dentro do local do show, mas sim por sermos cidadãos que pagamos impostos.

Além de tudo isso, quero registrar que o local escolhido foi péssimo; um show desse porte e magnitude deve ser feito num estádio. Fechassem duas datas no Morumbi (não sou São Paulino), mas isso geraria mais conforto às pessoas que pagam preços abusivos (sim, abusivos) para esses shows. Devemos agradecer por não ter chovido, caso contrário seria igual ao Iron Maiden em 2009 lá em Interlagos. Seria um caos total. E pra encerrar (por hora) os preços extorsivos de consumação no local; uma Budweiser LATA custar R$8,00 e que se tivessem cobrado R$4,00 estava bem paga; uma batata frita sem vergonha R$12,00, que se cobrassem R$5,00, já seria um abuso, estava bom demais.

Bom, alguns elogios devem ser feitos: entrada super-rápida ao local, telões bem distribuídos, o palco bem alto, que possibilitou muitas pessoas conseguirem ver o show sem ser pelos telões. Som muito bem definido (há quem diga que estava baixo).

Ao adentrar no local com meus amigos, já dava pra sentir a energia que aquele local nos proporcionava, pois a história aconteceria ali, em algumas horas. História que eu contarei para meus filhos e meus netos. Encontrei vários amigos (Mogi Mirim, de São Paulo, de Limeira), além de fazer amizade com pessoas que estavam ali, falando a mesma língua que você. Um casal do Canadá, contando que programaram a vinda ao Brasil em outubro principalmente para ver o Black Sabbath. É incrível o que o Heavy Metal nos proporciona, e sou grato por isso. Além disso, um fato engraçado aconteceu: um sósia do Ozzy estava no local, o que gerava na galera uma felicidade, já que era impossível nós chegarmos no original; vamos tietar o genérico, tirando algumas fotos e rindo um pouco.

Como não poderia deixar de ser, os caras acertaram ao colocar um som pra animar a galera. AC/DC era uma pedida perfeita, mas não pra rolar o Live at Donington, Live Munich e outros na íntegra umas 10 vezes. Lembro-me que a última vez que ouvi tanto AC/DC para esperar um show foi no Judas Priest + Whitesnake em 2011, onde os caras deixaram rolar nada mais nada menos do que 4 vezes o Back In Black. Deixo claro que sou fã de AC/DC, mas poderiam rolar um Judas, Purple, Led, e outras tantas bandas. Estamos na era da informação, com Downloads PAGOS. Um pen drive com umas 100 músicas cairia muito bem.

Agora vamos ao que interessa: os shows.

Megadeth: o Aquecimento

Com alguns minutos de atraso (somente 35 minutos) o Megadeth subia no palco. Hoje penso que não teria banda melhor para abrir um show desta magnitude que foi o Sabbath (que contarei mais para frente). A introdução “Prince of Darknes” e nos telões o logo da banda sendo construído por máquinas ao estilo Matrix geravam nas pessoas expectativa. O show começou logo com um soco na cara: “Hangar 18”, um clássico do “Rust in Peace” de 1990. Gostei de uma sábia decisão de Dave e Cia. Ltda.: abaixar o tom de suas guitarras, visto que há um tempo ele vinha se esforçando demais para cantar suas canções, o que estava até me causando pena (vide vídeos do SWU 2011), além de darem um peso a mais em suas canções. Logo em seguida os MegaMembros mandaram “Wake Up Dead” e em sequência, sem pausa para introdução ou um “Boa Noite São Paulo” o “MegaMustaDeth” já meteu “In My Darkest Hour” uma das minhas favoritas, onde bagear era impossível. Minhas pernas tremiam, pois eu pensava: “se o show de abertura está assim, o que nos reserva o show Principal?”. Quando me dei conta, já estava acabando She-Wolf, música que cantei praticamente inteira sem perceber. Ver e ouvir a multidão que ali estava cantando as músicas do Megadeth foi emocionante demais. O público foi muito caloroso com eles. Gritamos “Olê, olê, olê, Mustaine, Mustaine”.

Recentemente o Megadeth esteve em turnê comemorativa de 20 anos do “Countdown to Extinction”, e assim sendo nos presenteou com “Sweating Bullets”, sendo GRITADA pelo público. Devo destacar aqui o show de iluminação e os telões adicionais que o Megadeth levou ao palco, além do SHOW de imagens e feitos que eles lançavam a cada música. Há pouco tempo “Super Collider” foi lançado, e o querido Musta inseriu uma faixa até que bem aceita, visto que alguns sabiam o refrão dela, estou falando de “Kingmaker”. Sim, o show nessa hora deu uma esfriada, mas se tratando de Megadeth meu irmão, eles não deixariam a peteca cair, pois os primeiros acordes de “Tornado of Souls” começaram soar, o que levou a galera a gritar e fazer coro “ei ei ei”. Mal deu tempo da galera aplaudir, uma sinfonia anunciava que um clássico estava por vir, sim estou falando de “Symphony of Destruction” do fabuloso “Countdown to Extinction”, que sinceramente me emocionou muito ao ouvir a galera cantando “MEGADETH, MEGADETH avante MEGADETH” enquanto pulava. Seu refrão cantando com entusiasmo só deixava a galera com fome de mais clássicos.

Um vídeo de alguns segundos é exibido no telão, e então Shawn Drover começa a marcação em seu bumbo. David Ellefson vai até o microfone e solta “E aí São Paulo... ei ei ei ei” convidando à todos os presentes baterem palmas, que não pensaram duas vezes. Assim deu-se o início de Peace Sells, com Musta arrebentando na introdução em sua Fly V. Confesso que esta altura já não sabia mais quantas cervejas já tinha bebido, mas não estava bêbado. Dave e cia. deram um tchau, claro que bem manjado, e alguns segundos depois retornam ao palco para um bis, lançando “apenas” um soco no baço: “Holy Wars... The Punishment Due!” que foi totalmente cantada (como todas as outras) pelo público presente. Presenciei um mosh que sem pensar duas vezes caí pra dentro. Assim se encerrava um show curto, direto e surpreendente dessa banda, que tenho como uma das minhas favoritas. Fica clara uma coisa, essa formação do Megadeth está surpreendente. O Megadeth e nós fãs só ganhamos com o acerto entre Dave Mustaine e David Ellefson, pois esta dupla é mística. Chris Broderick sem dúvidas está excepcional, executando cada nota em seu devido lugar, dando muita emoção, sem soar como cópia. Shawn Drover posso dizer que estava meio acanhado, mas não deixou de tocar com perfeição.

Senti falta de uma comunicação maior entre o Mustaine e a plateia, mas por se tratar de banda de abertura fica compreensível, pois o tempo curto eles devem usar pra torrar em músicas, que fizeram com perfeição. Confesso que senti falta de muitas músicas, em especial “A Tout le Monde” e “Trust”, que abrilhantaria mais ainda o show. Mas é totalmente perdoável isso. Só posso dizer que ficarei no aguardo de um breve retorno deles ao Brasil.

Obrigado Megadeth, Obrigado Mr. Dave Mustaine. See you later!

Black Sabbath: a História enfim começava

Já passava das 21h e o coração começava a saltar pela garganta de tanta ansiedade que tomava conta de mim (e claro, dos milhares ali presentes também). O palco coberto com pano preto bem fino, que possibilitava-nos ver o demônio, que é uma marca do Black Sabbath.

Quando menos esperávamos, ouvimos “oô oô oô oô”, o que levou a galera ao delírio máximo. Era Ozzy anunciando que a História máxima do Heavy Metal em solo Brasileiro teria realmente o início. O culto aos pais do Metal teria início. Pego então mais uma cerveja, que bebo muito rápido, antes mesmo que Tony tocasse o primeiro acorde – acho que foi emoção, nervosismo, ansiedade -. Sirenes começaram a soar, luzes vermelhas foram acesas, Tommy Cufletos abria os portões para que Geezer Butler e Tony Iommi dessem início ao cântico inicial desse culto magnífico. Enquanto sirenes se misturavam com as notas de Tony e Geezer, Ozzy dava a saudação aos fãs. Ah sim, com tanta emoção descrevendo esses momentos esqueci-me de falar que o Clássico entoado era War Pigs. Enquanto Ozzy convidava todos a bater palma na contagem do Tommy no chimbal (peça da bateria) e dava inicio à “Generals gathered in their masses, just like witches at black masses...", eu via e ouvia choros. Os mais velhos que viram o Black Sabbath nascer e os mais novos (como eu) que viram o Sabbath retornar com sua formação original não estavam acreditando ainda que a história, finalmente, estava acontecendo, depois de décadas de espera, e que todos em uníssono entoávamos a canção que dava inicio a isso tudo. Cada riff, cada nota que saia dos instrumentos, cada “Come on” que Ozzy gritava o público entoava e respondia com o maior ânimo possível. As pessoas depositavam todas as suas energias em cada gesto.

Ao termino dessa primeira canção, Ozzy tratou de soltar um “God bless you, Thank you!” (Deus abençoe vocês. Obrigado!). Nesse momento Ozzy protagonizou algo que muitos fãs entenderam como um erro, mas na realidade não foi. Ele disse “I can’t hear you”, e não “I can’t RIO”. Mas enfim. A Missa negra teria que continuar (não estou falando do Ghost), assim então foi anunciado “Into the Void”, muito cantada, aliás totalmente cantada pelos fãs. E logo em seguida a pesada “Under the Sun” fazia tremer o Campo de Marte, que àquela altura era o Templo Máximo do Heavy Metal.

Pronto, vamos dar um suspiro ao Madman. Assim foi feito, onde ele se comunicou com a plateia, com todo seu carisma. Estava estampado nos rostos dos “Sabbaths” que São Paulo era realmente tudo aquilo que haviam dito a eles. Dave confirmou isso ao afirmar instantes antes que são Paulo era uma plateia bem barulhenta. E realmente o público estava afoito.

“Snowblind” começava, e eu já estava bebendo outra cerveja. Já na quarta música eu ainda via pessoas chorando copiosamente. Nessa hora gritar COCAINE foi libertador (embora nunca tenha usado). Cantar “My eyes are blind but I can see” me deixou arrepiado. Agora cá entre nós: Tony Cabuloso, que solo foi esse? Deu-me vontade de desistir de ser guitarrista. Pertatos sonoros que tocam na alma de qualquer pessoa.

Já que eles gravaram um disco novo, nada mais justo do que lançar uma, então veio a primeira do disco “13”, a faixa “Age of Reason” que foi bem cantada pela maioria. Um som que parecia um clássico de 35 anos no mínimo. Tony provou que independente de sua idade tem muita lenha para queimar. Provou, mesmo sem a necessidade de provar, que é o Senhor absoluto dos riffs, que é o Deus do peso no Metal. Obrigado Tony.

Um forte frio na espinha tomou conta de mim nessa hora. Aquela música que quando eu era criança e tinha medo de ouvir começou ser anunciada com sons de chuva e sinos tocando. Eu gritava ensandecidamente “é o CAPETA”. Anunciava-se então “Black Sabbath”, que deixava os fãs boquiabertos, alguns sem reação, outros cantando. Continuando no “first album”, começaram a tocar Behind the Wall of Sleep, o que deixou muitos já na expectativa, pois Geezer começou a soltar seu belíssimo bass solo, e assim começava então N.I.B., som que eu e muitos pulamos e cantamos do início ao fim. Confesso que só esta música já valeu o ingresso.

“End of Beginning” foi bem recebida por todos, e bem cantada por sinal. Mais um “velho novo clássico” que a banda lançou, que parece facilmente ter sido lançada nos anos de 1970. E em sequência “Fairies Wear Boots”, um clássico absoluto, seguida da instrumental “Rat Salad”.

Após executarem essa trinca, os três membros originais foram relaxar um pouco, enquanto Tommy Cufletos realizava com muita competência seu “drum solo”. Ficou comprovado nessa hora (aliás, desde o começo do show) que Tommy veio, não para substituir, pois Bill é insubstituível, e sim para compor o ‘Novo Velho’ Black Sabbath. Fiquei impressionado com tudo o que ele fez ali. Seu visual lembrava, em muitos instantes, John Bonham e Bill Ward na década de 70. Então Tommy, após 8 minutos de solo começa a marcação de um dos maiores riffs de todos os tempos: Iron Man. O pessoal cantarolando o riff foi uma coisa linda de se ver, o Iron Man (como é conhecido Tony) realmente estava inspirado ao criar esse riff. “God is Dead?” começa. Parecia que o show não tinha músicas novas, somente clássicos. Essa canção realmente é surpreendente. Caberia facilmente no “Black Sabbath” de 1970.

Ozzy fez então a alegria dos presentes ao soltar sua frase “I like dirty women, hahaha!”. No telão mulhere exibindo seios e Ozzy simulando uma masturbação fizeram muitos rirem. Seguidamente começa “Children of the Grave”, que me fez pular demais, já que eu sabia que o show estava prestes a terminar. Cantar “Revolution in their minds the children start to march...” enquanto o próprio Black Sabbath tocava foi gratificante. Então o Sabbath dá aquele “Adeus”, fazendo com que todos nós gritássemos seus nomes. Assim sendo, eles retornam ao palco para o final glorificante.

Tony começa macabramente tocar Sabbath Bloddy Sabbath, mas que não passou do riff inicial. Sem perder tempo começou o seu mais famoso riff: “Paranoid” do intocável disco de mesmo nome. Todos sabendo que era a última do show, decidiram gastar suas últimas energias: cerveja voando, galera pulando e empurrando, berrando. Assim sendo, o show termina. Ozzy agradece muito ao público. Acho que a última vez que sai abençoado tantas vezes foi na igreja há alguns anos atrás. Ozzy por diversas vezes repetia “I Love You” e “God bless you!”.

Ozzy cantou extremamente bem. Iommi e Geezer deram um show a parte com o peso de seus instrumentos. Tommy está se saindo muito bem compondo a banda.

Agradeço infinitamente ao cosmos por terem me dado a oportunidade de vivenciar esse dia histórico. Claro que como muitos fãs, senti a falta de várias músicas, como “The Wizard”, “Sabbath Bloddy Sabbath” (na íntegra), “Symptom of the Universe”, “Never Say Die”, “Sweet Leaf” e muitas outras.

A maior certeza é que todos nós estamos na esperança deles voltarem um dia ao Brasil. Li uma matéria onde Ozzy afirma que se eles não continuarem com o Sabbath, ele continuará em carreira solo, o que significa que ainda tem muita lenha a queimar. Iommi ainda enfrenta problemas de saúde, além de sua idade um tanto quanto avançada, o que significa um espaço maior entre as turnês. Geezer ainda tem muita lenha para queimar.

De resto só podemos agradecer ao Black Sabbath por terem finalmente concluído a história que todos nós esperávamos. Quem viu esse show parabéns, e quem não viu comece rezar para eles retornarem ao Brasil o quanto antes.

Em linhas gerais essa data deve ser guardada e lembrada para sempre: 11 de outubro de 2013, o dia que a Vivenciamos a História do Heavy Metal no Brasil.

Nas palavras de Ozzy, encerro com “God Bless You!”

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Sobre Ícaro Batista Cardoso

Ícaro Batista Cardoso, natural de São Paulo/SP, mas morador de Praia Grande/SP é formado em Sistemas de Informação, Palmeirense, Guitarrista. Inserido no Rock N´ Roll desde sempre - por conta do seu irmão mais velho - só foi realmente ter o despertar aos 13 anos de idade, quando ouviu Powerslave. Foi como se tivesse visto o espírito de Metal Gods. Apreciador do estilo clássico do Rock/Metal. Fã de Iron Maiden (banda que ja viu várias vezes), é apreciador de outras bandas como Judas Priest, Ronnie Janes Dio (Rainbow, Dio, Elf, Black Sabbath e Heaven and Hell), Whitesnake, Scorpions, Megadeth, Slayer e Black Label Society. Tem como influência na guitarra Ritchie Blackmore, Dave Murray e Tony Iommi.

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