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Alice in Chains: mostrando que definitivamente vieram para ficar

Resenha - Alice in Chains (Rock in Rio, Rio de Janeiro, 19/09/2013)

Por Diego Camara
Postado em 20 de setembro de 2013

A penúltima apresentação da noite estava por conta do ALICE IN CHAINS, bastante conhecido da década de 90, voltou ao Brasil para uma segunda apresentação com sua nova formação. A primeira foi no SWU, onde já havia deixado o público presente bastante contente. E não foi muito diferente no Rock in Rio, onde a banda segurou a responsabilidade de tocar antes do Metallica e mostrou desenvoltura no palco.

Começaram o show na hora certa (22:10hrs), nem um minuto a mais, nem um a menos, como todas as apresentações anteriores a eles. Entraram no palco já com "Them Bones", um dos clássicos do álbum "Dirt". O público gritou em polvorosa, ergueu os braços e cantou junto a música. Parecia que o show seria maravilhoso, e que todos os fãs tinham feito a lição de casa.

Porém, tal fato não ocorreu: com as também perfeitamente executadas "Dam That River", "Hollow" e "Check my Brain", o público não reagiu da mesma maneira. Bastante quietos e apáticos, em sua maioria, o público do Rock in Rio parecia apenas observar a apresentação do Alice in Chains, sem exibir reações. Não se sabe se o público desconhecia boa parte do repertório da banda, se estavam apenas aguardando o Metallica.

Os principais destaques da noite foram as músicas "Man in the Box", maior sucesso do álbum "Facelift", e "Down in a Hole", mais uma da velha carreira da banda no "Dirt". Nestas músicas o público não segurou o folego, cantou junto e pularam como loucos. Os riffs pegajosos do Alice in Chains não sofrem com o tempo e ainda encantam as mais diversas faixas etárias.

"É maravilhoso tocar no Brasil!", diz o vocalista William Duvall, recebendo aplausos dos fãs. E entre os integrantes, ele roubou a cena, e mais de uma vez: um músico completo, que toca muito bem guitarra, domina o violão e é tem uma voz fantástica. Em pressão pela oportunidade, Duvall mostrou mais uma vez que está ganhando seu próprio espaço na banda.

Com acompanhamento no violão por Duvall, em "Nutshell" foi feita uma música em homenagem a Layne Staley. O tom intimista da canção, e uma voz extremamente arrastada trouxeram um clima de despedida ao ex-vocalista, morto em 2002.

Apesar de estar um pouquinho fora de forma, Cantrell foi outro que não mediu esforços para entregar o melhor show da noite até aquele momento. Os riffs da guitarra estavam perfeitos, e o som dos seus solos foi audível por todo o local, o que encantou o público.

O resultado final não poderia ser de modo algum outro: o Alice in Chains dominou o público, que apesar de desconhecer parte dos sucessos da banda, não deixou de prestigia-la e especialmente de reconhecer toda a capacidade dos envolvidos.

Agora é esperar para ver as performances que a banda terá sozinha em Porto Alegre e São Paulo. Talvez com um show próprio, e fãs mais afiados e fanáticos pela banda, o Alice in Chains ainda toque melhor do que foi no Rock in Rio. É pra se esperar e ver como eles se sairão.

Mas, porém, para todos os que viram ao vivo e também pelo canal Multishow, deve ter dado uma pequena dó de não conhecerem todas as músicas da banda, o que tornaria o show ainda mais divertido. A banda, porém, não sofreu com isso e deu o que tinha para dar: um show cheio de músicas fantásticas, riffs perfeitos e sem o ar cansativo de outro da noite.

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O Alice in Chains, sem dúvidas com isso, conquistou o respeito do público brasileiro e ninguém pode duvidar da efetividade que tiveram nisto. Além de tal fato, mostram cada dia mais ao mundo que merecem sim mante ro nome e prosseguir com o legado da banda.

Layne Staley, sem duvidas, estaria bastante contente com o resultado e de ver que a banda continua cheia de vida e talento, prosseguindo com o legado que deixou em sua morte.

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Setlist:
1. Them Bones
2. Dam That River
3. Hollow
4. Check My Brain
5. Again
6. Man in the Box
7. Nutshell
8. Rain When I Die
9. We Die Young
10. Stone
11. Down in a Hole
12. Would?
13. Rooster

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Sobre Diego Camara

Nascido em São Paulo em 1987, Diego Camara é jornalista, radialista e blogueiro. Seu amor pelo metal e rock começou há 6 anos. Um amante da nova geração, é um grande fã de Arjen Lucassen, Andre Matos e bandas como Nightwish, Hammerfall, Sonata Arctica, Edguy e Kamelot. Também não deixa de ter amor pelos clássicos, como Helloween, Gamma Ray e Iron Maiden e do Rock de bandas como Oasis, Queen e Kings of Leon. Atualmente seus textos podem ser lidos no blog OCrepusculo.com sobre assuntos diversos, além de planos para criação de um projeto totalmente voltado aos blogs de Rock e Metal.
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