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Asking Alexandria: show mais que completo para a nova geração

Resenha - Asking Alexandria e Motionless in White (Carioca Club, São Paulo, 24/08/2013)

Por Diego Camara
Postado em 26 de agosto de 2013

Foi um dia de grande sucesso para a nova geração do metal. Desde muitas horas antes da abertura dos portões, que ocorreu as 17:30, um grande número de jovens se aglomerava na frente do Carioca Club aguardando a apresentação da noite. Os ingleses do ASKING ALEXANDRIA eram a atração principal, e contariam com a abertura da banda MOTIONLESS IN WHITE, que aproveitou o vácuo dos ingleses para adquirir sua primeira experiência no solo brasileiro.

Fotos: Leandro Anhelli

O público estava desde antes da abertura dos portões em polvorosa do lado de fora. A cada ônibus ou van que parava na frente da casa um grande grupo corria na esperança de ver algum dos ídolos da noite. Antes do show a plateia já gritava em diversos momentos e cantava algumas das músicas que eram tocadas. Impressionante foi quando um grupo resolveu iniciar uma roda. Pareciam cheios de energia e não podiam aguardar para gasta-la.

MOTIONLESS IN WHITE

A apresentação começou as 19:00 em ponto, 10 minutos depois do programado. A banda entrou no palco tocando "Devil’s Night", e já mostrava ali toda a sua capacidade: as guitarras pesadas deram o tom do que seria toda a apresentação da banda. Apesar de estreantes no Brasil, não se mostraram nada acanhados e encantaram o público presente.

Quando perguntados pelo vocalista se os conheciam, a plateia inteira levantou as mãos. A banda então tocou o sucesso "America", um dos destaques da noite. Os vocais de Chris Cerulli e do tecladista Joshua Balz estavam em grande sintonia no refrão, e a plateia bateu palmas e acompanhou junto a música.

A técnica apurada da banda também se refletiu nas músicas seguintes. A ótima "Underdog" e a arrasante "Abigail" foram outros grandes destaques. Os fãs pulavam e se espremiam na frente do palco, enquanto na parte de trás se formava uma roda cheia de jovens prontos para o bate-cabeça.

A música que fechou o show do Motionless foi "Immaculate Misconception", do primeiro álbum da banda, "Creatures", lançado em 2010. Bem rápida e gritada, ao melhor estilo do metalcore, a banda finalizou uma apresentação bastante consistente que mostrou os motivos deles estarem entre os destaques desta nova geração do metal. Espera-se que voltem ao Brasil, desta vez com um setlist maior – foram tocadas apenas 10 músicas.

ASKING ALEXANDRIA

Começando as 20:15, e ainda sem prejudicar o planejamento da noite, o ASKING ALEXANDRIA entrou no palco. A plateia parecia bastante apreensiva, até que se iniciou a introdução de "Don’t Pray For Me". O público gritou e se aglomerou na frente do palco. As cortinas se abriram e os gritos do público bateram de frente com os vocais de Danny.

Entre a primeira e a segunda música, "Run Free" diversos sutiãs foram arremessados ao palco, e as meninas e adolescentes presentes na plateia não se seguravam de emoção. A plateia cantava com vontade junto com a banda e um roadie incansável recolhia as peças que eram jogadas no palco, evitando atrapalhar os músicos. Um tripé, com os sutiãs das fãs, foi usado por Danny no final da música, causando ainda mais alvoroço.

O empurra empurra foi grande durante todo o show. A casa lotada, de ponta a ponta, ainda tornava o resultado mais empolgante. Todos pareciam querer estar de frente do palco, colados, para não perder um instante sequer.

Danny estava realmente bastante contente por tocar novamente no Brasil e não deixou de demonstrar isto. Disse aos fãs que aguardou por muito tempo por este show. Teceu elogios ao público e ao Brasil, dizendo que era maravilhoso tocar em nossa terra. "As mulheres são muito bonitas", completou ele. Só não sei onde encontrou as mulheres em meio a tantas garotinhas.

Um dos destaques do meio do show foi "Not The American Average", onde a plateia cantou junto o refrão e pessoas subiram nas costas umas das outras. Neste momento do show haviam duas rodas abertas no Carioca Club, uma na frente e outra na parte de trás da casa. A mudança de ânimo na música é algo bastante interessante, e parecia resultar em mais alegria ao público, que caminhava como que de mãos dadas junto com os músicos.

Em "To The Stage" houve sem duvidas o momento mais impressionante do show. Com o pedido de Danny, o Carioca Club viu a maior roda de sua história. Gigantesta, ocupando todo o centro da pista, as pancadas comeram soltas durante toda a música. O resto do público, mesmo bastante espremido, não se conteve e bateu palmas e cantou junto durante todo o tempo.

Outro grande destaque da noite foi a música "The Death of Me", último single da banda lançado este ano. A plateia cantou junto o tempo inteiro, cheios de vontade. Os altos e baixos da música, que demonstram o ânimo emocionante que se construiu em sua letra, mexem com os ânimos da plateia e dominam a todos. A seguinte, "Killing You", causa também o mesmo efeito nos fãs. O vocalista, também bastante louco, rola no palco como um cachorrinho.

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O show é finalizado com "Morte et Dabo", que conta com mais uma vez uma grande roda na frente do palco, e um solo bastante emocionante com Ryan Sitkowski praticamente deitando no chão de estase. O público se estica, quase tocando-o, mas a distancia para o palco é grande demais para tal.

A banda ainda voltaria para um bis, com bastante pressa. A intro de "Welcome" enche o som da casa e muito pouco depois a música "Closure" é tocada. A banda finaliza o show com "The Final Episode", com bastante técnica e firmeza, parecia ser a música mais esperada da noite pelos fãs presentes, que cantaram juntos uma última vez e gritavam em uníssono as suas passagens, fazendo a casa tremer.

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Todos os fãs que deixaram aquela casa pareciam mais que satisfeitos com a grande performance de ambas as bandas. Parece que o retorno tão cedo – a banda já havia tocado em 2012 – não deixa dúvidas que o ASKING ALEXANDRIA parece se posicionar para esta nova geração do metal como um dos seus grandes expoentes. O público brasileiro, pelo menos, já parece que os ama.

Em um último ponto, vale destacar também o ótimo trabalho da produtora, que se mostra cada dia mais importante para alcançar a cena alternativa aqui em São Paulo.

Motionless in White é:
Chris "Motionless" Cerulli – Vocal
Ryan Sitkowski – Guitarra Solo
Ricky "Horror" Olson – Guitarra Base
Devin "Ghost" Sola – Baixo
Brandon "Rage" Richter – Bateria
Joshua Balz – Teclado

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Asking Alexandria é:
Danny Worsnop – Vocal
Ben Bruce – Guitarra Solo
Cameron Liddell – Guitarra Base
Sam Bettley – Baixo
James Cassells – Bateria

Setlist Motionless in White:

1. Devil´s Night
2. Black Damask (The Fog)
3. Sick From the Melt
4. America
5. Underdog
6. Puppets (The First Snow)
7. Synthetic Love
8. Abigail
9. If It´s Dead, We´ll Kill It
10. Immaculate Misconception

Setlist Asking Alexandria:

1. Don’t Pray For Me
2. Run Free
3. A Lesson Never Learned
4. Breathless
5. Not The American Average
6. A Prophecy
7. Dedication
8. Someone, Somewhere
9. Reckless and Relentless
10. To The Stage
11. The Death Of Me
12. Killing You
13. Morte et Dabo

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Bis:
14. Welcome
15. Closure
16. The Final Episode (Let’s Change the Channel)

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Sobre Diego Camara

Nascido em São Paulo em 1987, Diego Camara é jornalista, radialista e blogueiro. Seu amor pelo metal e rock começou há 6 anos. Um amante da nova geração, é um grande fã de Arjen Lucassen, Andre Matos e bandas como Nightwish, Hammerfall, Sonata Arctica, Edguy e Kamelot. Também não deixa de ter amor pelos clássicos, como Helloween, Gamma Ray e Iron Maiden e do Rock de bandas como Oasis, Queen e Kings of Leon. Atualmente seus textos podem ser lidos no blog OCrepusculo.com sobre assuntos diversos, além de planos para criação de um projeto totalmente voltado aos blogs de Rock e Metal.
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