O impacto da IA na produção musical
Por Michel Sales
Postado em 15 de outubro de 2025
A inteligência artificial (IA) surgiu recentemente e, em ritmo acelerado, vem se aprimorando dia após dia, tornando a vida das pessoas mais prática e até divertida. Capaz de executar tarefas com rapidez e precisão, a IA se integra às tecnologias como uma inovação que promete transformar profundamente diferentes áreas de trabalho.

Na música, esse impacto já é visível: multiplicam-se na internet experimentos criativos que vão desde novas composições produzidas com apoio da IA até paródias de canções consagradas e até mesmo a recriação de vozes do passado interpretando sucessos contemporâneos.
Entretanto, esse avanço traz consigo grandes responsabilidades. Obras manipuladas, criações inéditas e usos peculiares exigem cautela e ética. O entretenimento pode ser sedutor, mas precisa caminhar lado a lado com respeito, estudo e consciência. Afinal, quem utiliza essas ferramentas deve compreender bem a dimensão do que está produzindo e compartilhando.
A base da IA está em algoritmos e modelos matemáticos que processam grandes volumes de dados, identificam padrões e produzem respostas ou ações. Por isso, ela está presente em diversas áreas, como saúde, educação, indústria, transporte, comunicação e entretenimento. Ou seja, a IA é a capacidade das máquinas de "imitar" aspectos da inteligência humana para executar tarefas de forma autônoma ou assistida.
No YouTube, já é comum encontrar experimentos musicais curiosos, como canções do Angra interpretadas pela voz de André Matos em fases que originalmente pertenceram a Edu Falaschi – e o inverso também. Há ainda versões do Iron Maiden com ritmos inusitados e vocalizações distintas atribuídas a Bruce Dickinson.
Até quando essa prática vai perdurar, ou que rumo tomará no universo da música, ainda é uma incógnita. Por ora, resta apreciar com cautela essa onda criativa que amplia as possibilidades do gênero musical.
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