Discos pouco falados no mundo do rock: Elegant Gypsy

Resenha - Elegant Gypsy - Al di Meola

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Por Zé Elias
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Uma década antes de Satriani, Vai e outros guitarristas velocistas se destacarem no cenário da música, um americano de origem italiana já mostrava sua competência no quesito: Al di Meola. Primeiro, como integrante da banda de virtuoses Return To Forever, que tinha "apenas" Chick Corea nos teclados, Stanley Clarke no baixo e Lenny White na bateria.

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Em 1976, lançaria seu primeiro e premiado disco solo, "Land of the midnight sun". Até 1983, esteve na gravadora Columbia e manteve em seis álbuns a mesma linha instrumental, em algumas faixas com banda hard-jazz-prog, em outras com um limpíssimo violão acústico, fortemente baseado no flamenco e na música latina (algumas músicas lembram demais os primeiros do Santana). Eu poderia ter escolhido para comentar qualquer um deles, porque são todos do mesmo nível. Optei por "Elegant gypsy", de 1977, por causa de uma faixa em especial, "Race with the devil in a spanish highway" (link abaixo com versão ao vivo). Ela é uma daquelas que, apesar de Di Meola ter se destacado mais no mundo do jazz, chamam a atenção de roqueiros chegados a assistir demonstrações de competência técnica com o devido peso.


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Sobre Zé Elias

José Elias da Silva Neto é paulista de Santo André, nasceu em 1965. Mora em Poços de Caldas, MG. É designer gráfico, baixista e palmeirense. O primeiro rock ouviu com 2 anos de idade, "Wooly Booly", de Sam the Sham and the Pharaos. Em 1972, foi apresentado ao "Machine Head" do Deep Purple e ao "Santana 3". Uns anos depois vieram a coletânea "1962-1966" dos Beatles e "No Mean City", do Nazareth. Aí virou mania. Quem tá sempre no player: Jethro Tull, Queen, Led Zeppelin, Genesis, Gentle Giant, Dixie Dregs, Emerson Lake & Palmer, Rush, Focus. E alguma coisa de jazz anos 30-40, música erudita, MPB. O que não lhe faz a cabeça: rock farofa, solos muito longos e metal muito zoeira.

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