Discos pouco falados no mundo do rock: Instrumental On The Road

Resenha - Instrumental On The Road - Pepeu Gomes

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Por Zé Elias
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Disco do guitarrista brasileiro Pepeu Gomes, nascido em 1952. Ele ficou inicialmente conhecido como integrante dos Novos Baianos, no final dos anos 1960, e já em carreira solo fez sucesso radiofônico nos anos 1980 com músicas pop cantadas. Mas ao longo de sua carreira também deu muito espaço para a música instrumental. E sempre fez bonito nesse campo; é um time de músicos de primeira (incluindo seu irmão André, no baixo), mesclando rock com chorinho, bossa nova, samba.

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Como LP, "On the road" foi lançado em 1989, com seis faixas. Em 2011, o trabalho foi relançado com bastante gordura, sete faixas a mais. Mas atenção! Se você tem o LP ou o CD original, não se desfaça dele antes de saber que essa versão mais recente suprimiu a faixa "Abraço pra Bonfá". Mais uma curiosidade: em 2002, saiu a coletânea "Pepeu Gomes - 20 anos de discografia instrumental". O álbum "On the road" tem todas as faixas presentes nela, mas... a maioria delas com os trechos de solos cortados.

Minha opinião: Pepeu merece ser ouvido tanto quanto os melhores guitarristas que você conhece. Diz a lenda que ele teria recebido um convite da banda Megadeth e que teria recusado. Verdade ou não, tenho certeza que ele daria conta do recado. E você?

Faixas do LP original:
Abraço pra Bonfá 6:31
Garota de Ipanema 4:45
Pout-pourri: Lamentos / Noites cariocas / Aquarela do Brasil / Assanhado / Brasileirinho 9:35
Tico tico no fubá 2:55
Amazônia 5:31
Cartagena 6:00
Malacaxeta 4:00

Faixas extras da versão de 2011:
No Batucar do Samba 3:12
Chicana 4:12
Na Baixa do Sapateiro 2:37
Biribinha Nos States 2:48
Sem Essa de Rock 5:37
Fogo de Santelmo 5:23
Tiro, Porrada e Bomba 5:40


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Sobre Zé Elias

José Elias da Silva Neto é paulista de Santo André, nasceu em 1965. Mora em Poços de Caldas, MG. É designer gráfico, baixista e palmeirense. O primeiro rock ouviu com 2 anos de idade, "Wooly Booly", de Sam the Sham and the Pharaos. Em 1972, foi apresentado ao "Machine Head" do Deep Purple e ao "Santana 3". Uns anos depois vieram a coletânea "1962-1966" dos Beatles e "No Mean City", do Nazareth. Aí virou mania. Quem tá sempre no player: Jethro Tull, Queen, Led Zeppelin, Genesis, Gentle Giant, Dixie Dregs, Emerson Lake & Palmer, Rush, Focus. E alguma coisa de jazz anos 30-40, música erudita, MPB. O que não lhe faz a cabeça: rock farofa, solos muito longos e metal muito zoeira.

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