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Electric Age: Som retrô mas com características originais

Resenha - Good Times Are Coming - Electric Age

Por
Postado em 22 de setembro de 2014

Quando peguei em mãos o EP da banda paulistana Electric Age e coloquei o CD pra tocar, jamais poderia imaginar que a sonoridade das 6 faixas contidas fossem ser tão empolgantes. Sempre fui um apreciador assumido do Classic/Hard Rock feito nos anos 70/80 e o que escutamos aqui neste maravilhoso "Good Times Are Coming" é uma fusão perfeita de influências deste período com um toque generoso de modernidade.

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O Electric Age nasceu como uma banda tributo ao Deep Purple, mas com a qualidade técnica e a forte "química" que acabou surgindo entre os músicos, a vontade de criar músicas próprias tomou forma e acabou contagiando a banda.

Nas canções presentes no EP, o que podemos perceber é a não preocupação com rótulos. As músicas soam espontâneas e cada uma delas tem suas particularidades. A facilidade que o grupo encontra em caminhar por diferentes sonoridades dentro do mesmo estilo é absurda e digna de elogios.

Nota-se claras inspirações em bandas como Deep Purple, Van Halen, Blue Oyster Cult, Led Zeppelin, The Who, entre outras. O que se extrai de positivo nisso, é que as influências são levadas apenas como meras referências, o som do Electric Age, apesar de ser totalmente "Retrô" consegue ser, de certa forma, original e não se parecer com um clone das bandas citadas. Possuem uma característica bem própria de compor e o resultado é altamente satisfatório.

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O álbum inicia com a Intro "Rise", que serve como uma ponte perfeita para "Snake Eater", energética, com bons riffs e ótimas vocalizações de Júnior Rodrigues, que por sinal, se destaca em todas as faixas, com muita técnica e um alcance excelente em notas altas. "Snake Eater" é também o primeiro video clipe da banda e é um ótimo cartão de visitas.

Assistir vídeo no YouTube

Na sequência temos "Echoes Of Insanity", com uma levada mais cadenciada e teclados muito bem encaixados, onde a "cozinha" formada pelo baixista Otavio Cintra e o baterista Rafael "The Boss" Nicolau é o grande destaque. "All Night Long", com toda certeza é um dos pontos altos do álbum e possui um refrão que gruda na cabeça, daqueles que o ouvinte escuta poucas vezes e já sai cantarolando.

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A quinta faixa, "Dreamer", remete ao Deep Purple da fase "Perfect Strangers" e possui uma ótima melodia, com um riff marcante e um solo muito bom. A última canção é a faixa título "Good Times Are Coming", a melhor do registro na minha opinião, com um trabalho de guitarras excepcional de Luiz Felipe Cardim, cheia de variações, coros e uma sonoridade à lá Van Halen dos primeiros álbuns, ainda com David Lee Roth.

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O Electric Age com este EP, ganhou grande notoriedade e conseguiu se destacar no cenário nacional. Venceu o Desafio Monsters Of Rock e foi escalado para tocar no evento ao lado de nomes consagrados como Dr. Sin, Ratt, Whitesnake, Aerosmith e Queensryche.

A banda passou por um período de reestruturação após o festival e se encontra em processo de gravação de seu aguardado "Full Length". O Guitarrista Luís Felipe Cardim foi substituído por Eddie Oliver e o baixista Rafael Pontes vem tocando com o Electric Age até que um músico definitivo seja incorporado a banda. Na página oficial já foi anunciado o lançamento de um single para breve.

Que venha o primeiro álbum do Electric Age, com a mesma qualidade e desenvoltura deste EP "Good Times Are Coming". Altamente Recomendado.

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Faixas:

1 - Rise
2 - Snake Eater
3 - Echoes Of Insanity
4 - All Night Long
5 - Dreamer
6 - Good Times Are Coming

Integrantes:

Júnior Rodrigues - (Vocal)
Rafael Nicolau - (Bateria)
Luis Felipe Cardim - (Guitarra)
Otavio Cintra - (Baixo)

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Sobre Fabio Reis

Paulista, 32 anos, Editor do Blog Mundo Metal, fã de Rock Clássico e Diversos subgêneros do Metal. Banda favorita: Megadeth. Conheceu o Rock ainda quando criança por intermédio dos pais (amantes de Beatles) e com 11 anos já ia na galeria do Rock comprar seus primeiros LP's, desde sempre fez do Metal seu estilo de vida e até os dias de hoje essa paixão pela música só aumenta.
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