Pra tocar no Dream Theater, não dá pra estar no modo "deixa a vida me levar", segundo Rudess
Por Bruce William
Postado em 09 de janeiro de 2026
Durante entrevista com The Break Down With Nath & Johnny, Jordan Rudess estava falando sobre aquele pacote "sexo, drogas e destruição" que costuma grudar em banda grande - e deixou claro que, no caso do Dream Theater, isso nunca foi o centro da história. Segundo ele, cada integrante teve seus próprios desafios, mas a banda "sempre foi bem estável", sem chegar no ponto de algo "estar destruindo" o grupo por causa de vício ou coisa do tipo.
Dream Theater - Mais Novidades
Aí vem a frase que resume a lógica prática do assunto, do jeito mais direto possível. Rudess disse (em transcrição do Blabbermouth) que, antes de qualquer romantização, tem um detalhe básico: "Pra conseguir tocar música do Dream Theater, você não pode estar tão chapado a ponto de nem conseguir fazer isso."
Ele ainda contou que, uma vez, ele e John Petrucci chegaram a pensar: "Pô... seria legal tomar uma dose no intervalo e ver como é." Fizeram isso, voltaram pro palco e, no fim do show, a conclusão foi simples: "Não. Não funciona."
O motivo não tem mistério. Rudess diz que não "bateu" bem, não fez eles se sentirem bem, e que o tipo de música que eles tocam exige concentração demais pra esse tipo de experimento no meio do set. Se for pra tomar alguma coisa, "talvez depois do show" mas no intervalo, pra eles, já deu.
A matéria também lembra que Mike Portnoy já falou publicamente sobre o próprio alcoolismo e sobre como o hábito foi "adiantando o horário" (depois do show, depois do encore, até começar cada vez mais cedo), além de situar a sobriedade dele a partir de abril de 2000.
No fundo, a fala do Rudess não tenta vender lição de moral: ela só descreve um detalhe meio óbvio que muita gente esquece. Pra fazer aquele tipo de som - com aquelas viradas, aquelas partes e aquele nível de precisão - o Dream Theater não pode se dar ao luxo de entrar no palco no modo "deixa a vida me levar".
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rush é parado na fronteira dos Estados Unidos com o México e precisa adiar show
20 bandas que nunca lançaram um disco ruim, de acordo com a Metal Hammer
Rhapsody se despedirá com formação clássica ao lado do Epica na América do Sul
Ripper Owens: "Há uma razão pro Iron Maiden tocar pra 20 mil e o Judas pra 5 mil"
Por que Iron Maiden nunca será grande como Metallica, segundo Bruce Dickinson
Capital Inicial cancela shows nos Estados Unidos após vistos negados
O cantor de prog metal que foi cotado para substituir Bruce Dickinson no Iron Maiden em 1993
A cantora que conquistou James Hetfield com sua voz "de cheiro de cigarro"
Classic Rock ranqueia discografia do Bon Jovi do pior ao melhor álbum
Shane Embury (Napalm Death) fala abertamente sobre luta contra o alcoolismo
Steve Harris conta o que Brian May disse sobre o show do Iron Maiden no Rock in Rio I
O show em que o Iron Maiden tocou Van Halen, de acordo com Adrian Smith
As únicas faixas de "Holy Diver" que Ronnie James Dio escreveu sozinho
Os dois clássicos do Judas Priest que Ripper Owens não queria cantar no Masters of Voices
Dave Lombardo comenta lenda dos 33 minutos de "Reign in Blood"


A curiosa reação de Jordan Rudess ao conhecer o vocalista original do Dream Theater
A opinião de Mike Portnoy sobre o primeiro show da nova baterista do Rush
A melhor música de prog metal lançada a cada ano, de 1985 até 2025
A melhor faixa de "Images and Words", do Dream Theater, segundo o Loudwire
Os 5 álbuns que mais marcaram Bill Hudson, e sua teoria sobre o Stratovarius
Por que "Scenes from a Memory" é o melhor disco do Dream Theater, segundo o Loudwire
Filho de Mike Portnoy recria linhas de bateria para música do Led Zeppelin
Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 1992
O maior álbum de rock progressivo de todos os tempos, segundo Mike Portnoy


