Joe Thrasher: Qualidades para se tornarem referência
Resenha - Cries of War - Joe Thrasher
Por Junior Frascá
Postado em 30 de janeiro de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Mais um grata surpresa desta nova safra de bandas de thrash metal, os canadenses do JOE THRASHER, banda formada em 2002, chegam a seu segundo lançamento, sucessor de "Metal Force" (2009), e mostrando todas as qualidades para se tornarem referência no underground metálico.
Dessa vez mais madura e experiente, a banda encontrou neste novo lançamento seu estilo próprio de fazer thrash/speed metal, embora ainda sejam notórias influências que vão de TESTAMENT e D.R.I. até MOTORHEAD e VENOM. Ou seja, seguem uma linha mais Old School, com algo de crossover e elementos de heavy tradicional e rock´n´roll.
Além disso, tudo é muito básico e direto, sem grandes firulas técnicas ou passagens mais trabalhadas, e a produção também não é das mais apuradas, embora de qualidade muito boa. Mas a energia e agressividade passada pelas canções já é suficiente para tornar a audição do disco algo especial, ficando latente a paixão dos músicos envolvidos pelo estilo em questão.
O disco já abre com a faixa título, um verdadeiro "arrasa quarteirão", com belos riffs e com um grande trabalho do baterista Jim Shurben, principalmente em algumas passagens de pedal duplo, além de coros memoráveis. E daí por diante o trabalho segue esta linha, sendo que a banda não traz muitas variações, mas é muito competente no que se propõe a fazer, como podemos perceber em faixas como "Hell Hounds", "Life Erodes" (que riffs!), "Metal´till You Puke" (com uma certa influência de power metal) e "Canadian Metal" (numa mistura insana de JUDAS PRIEST na fase "Painkiller", Punk Rock e MOTORHEAD).
Trata-se, pois, de belo registro, que deverá, como dito, agradar em cheio os fãs de thrash metal em geral. Se você não espera por novidades, mas apenas por boas músicas para ter momentos de diversão, fica aqui a dica: esteja com o pescoço preparado, e escute o JOE THRASHER no volume mais alto, não tem como errar!
Cries of War – Joe Thrashser
(2011 – HME Productions – Importado)
Formação:
Scott Wark: Vocals and Bass
Matt Ingram: Guitars and backups
Jim Shurben: Drums and backups
Track List:
1. Cries of War
2. Homicide
3. Hell Hounds
4. Leatherhead
5. Life Erodes
6. This Is a Test
7. Metal 'til You Puke
8. Out for Blood
9. We Are the Ones
10. Canadian Metal
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Quando Ian Anderson citou Yngwie Malmsteen como exemplo de como não se deve ser na vida
O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
A opinião de Sylvinho Blau Blau sobre Paulo Ricardo: "Quando olha para mim, ele pensa…"
O músico que detestou abrir shows do Guns N' Roses no início dos anos 1990
O bastidor bizarro envolvendo músico do Brasil e P!nk: "Eu estava de cueca e o Slash entrou"
Para Ice-T, discos do Slayer despertam vontade de agredir as pessoas
A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
Marcelo Barbosa rebate crítica sobre Angra: Alguém pagou pelo hiato?
O disco de Bruce Dickinson considerado um dos melhores de metal dos anos 90 pela Metal Hammer
Grammy omite Brent Hinds (Mastodon) da homenagem aos falecidos
A era do metal que Dave Mustaine odeia; "ainda bem que passou"
A conversa franca entre Angra e Fabio Lione que levou à saída do italiano, segundo Barbosa
O álbum que mudou a vida de Simone Simons (Epica)
Dave Mustaine lista as músicas do Metallica que são dele: "Eu mandei eles não usarem!"
A polêmica nova prática da indústria que Sting defende: "Sou pago, então por que não?"
O significado de "voz que gira bailando no ar" em "Tente Outra Vez" de Raul Seixas


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



