After Infinity - power metal agressivo e vigoroso em "King With No Crown"
Resenha - King With No Crown - After Infinity
Por Vitor Franceschini
Postado em 07 de maio de 2026
Apesar de ser baseada na Finlândia, a formação da 'one-man-band' After Infintiu, conta com Zsolt Szilágyi na guitarra e teclado. Zsolt é húngaro e a mente pensante do projeto, que chega agora com um single de duas faixas, onde dá uma prévia do que vem por aí com seu segundo disco cheio, "Beyond Eternity". O trabalho tem previsão de lançamento para outubro deste ano.

A faixa título é um power metal agressivo e vigoroso, onde o trabalho chama atenção pela mudança brusca de ritmo. Com riffs intensos de guitarra e uma orquestração erudita ao fundo, a faixa equilibra bem peso e melodia, soando direta e trazendo uma excelente impressão do que está por vir.
Os vocais de Paolo Ribaldini (Delain, Leverage, Seraphiel), com seu leve toque furioso, caíram como uma luva à faixa. E vale destacar que o disco trará um rodízio de cantores, dentre eles Aitor Arrastia (Metal de Facto), Nitte Valo (Dreamtale, ex-Battle Beast), Mika Tauriainen (Entwine, Shamrain), Sara Strömmer (Shereign, ex-Fear of Domination) e Leonard F. Guillan (ex-King Company)
Mas, o vindouro álbum não fica representado somente por isso. A outra faixa, "Hands of Time", que conta com os límpidos e excelentes vocais de Aitor Arrastia, é um épico de mais de 11 minutos, onde ele enfatiza a veia progressiva e traz mais sensibilidade, porém, sem nunca deixar de lado a veia power que é a principal característica do After Infinity.
Zsolt Szilagyi, conhecido por seu trabalho com Dreamtale e Frozen Factory, deu vida ao After Infinity em 2022. Construída em torno de uma estrutura flexível e colaborativa, a banda surgiu do desejo de Szilagyi de ir além de uma abordagem puramente solo e criar um ambiente musical dinâmico envolvendo múltiplos músicos.
"Beyond Eternity" foi produzido pelo próprio Zsolt Szilagyi, com mixagem feita principalmente por Benjamin Connelly e masterização de Jasse Kesti. O álbum conta com orquestrações de Gideon Ricardo e performances de baixo de Ville Koskinen.
Por Vitor Franceschini
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A canção de metal que é a "melhor música do mundo" de acordo com Jack Black
São Paulo sedia a primeira corrida oficial do Iron Maiden no mundo
Como Roger Taylor ajudou a impedir Taylor Hawkins de virar membro do Guns N' Roses
O álbum do Sepultura inspirado em numerologia, algoritmos e um livro medieval
Banda de metal cristão Demon Hunter processa Netflix por "Guerreiras do K-pop"
Kirk Hammett era um "ótimo aluno", segundo Joe Satriani
Geddy Lee relembra o clássico do Rush que o levou ao "limite de minha extensão vocal"
O álbum que Andreas Kisser já confirmou que vai lançar após o Sepultura
Vivian Campbell (Def Leppard, Dio) revela que seu câncer voltou
A música do Pink Floyd que o vocalista do Creed ouviu todos os dias por um ano
A semelhança entre "Roots" do Sepultura e "Sgt. Peppers", segundo Andreas Kisser
Após 36 edições, MTV exclui categoria "Melhor Videoclipe de Rock" do VMAs
Os 11 melhores álbuns do glam rock setentista, segundo a Loudwire
A principal divergência criativa que Ozzy Osbourne tinha com Tony Iommi no Black Sabbath
10 rockstars que fizeram mais sucesso depois de serem demitidos da banda, segundo a Loudwire



A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco


