Resenha - Holy Hell - Rob Rock
Por Rafael Carnovale
Postado em 20 de dezembro de 2005
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Já paraste para ouvir "Nasty Reputation", do guitarrista alemão Axel Rudi Pell? Se não, perdeste a chance de conferir um dos primeiros registros do competentíssimo vocalista Rob Rock, e um dos melhores CD de Axel. Com uma carreira bem conduzida, fazendo parte de bandas como Impelliteri, Joshua e com uma participação marcante no projeto Avanthasia, Rob mostrou ao mundo sua versatilidade e habilidade. Agora, o que muitos podem não saber é que o dito cujo (que adota a temática white em suas letras), possui uma sólida carreira solo, com dois CD´s lançados ("Rage Of Creation" – que chegou a ser editado no Brasil, e "Eyes Of Eternity").

Desta feita, Rob se junta a seu velho comparsa Roy Z (aliás o que esse cara tá faturando atualmente é uma brincadeira), para mais um álbum solo. E ainda chamou convidados do naipe de Gus G (Firewind) e Bobby Jarzombek (Halford, Sebastian Bach).
O resultado não poderia ser nada menos do que fantástico: com uma produção suja, pesada e agressiva, "Holy Hell" transpira fúria em cada música. "Slayer Of Souls" é quase um trhash, graças ao bom trabalho de guitarras, e Rob arrasa nos vocais. "First Winds Of The End Of Time" é pesada, heavy anos 80 e cativa pela levada cadenciada. Já "Calling Angels" é mais hard, e traz Rob trabalhando com maestria em tons mais graves (aliás o que canta esse indivíduo).
O resto do CD é peso puro, e o mesmo é de longe a melhor coisa que Rob já gravou em sua carreira solo. "Holy Hell" é pesadíssima, "Lion Of Judah" novamente chega perto do thrash, e "I´m A Warrior" re-visita "Warrior" (do Impelliteri), com algumas mudanças de arranjo e letra por parte de Rob e Roy Z (que é co-autor em várias faixas). Rob ainda mostra extremo bom gosto com o hard em "When Darkness Begins" e "The Revelation". Para fugir um pouco do peso, o mesmo convidou Tobias Sammet para executarem junto um bom "cover" do Abba ("Move On"). Curiosamente, quem quiser gastar uns cobres a mais poderá adquirir a versão japonesa, que conta com 4 faixas extras: "Lost In A Word" e "I´ll Be Waiting For You" (inéditas) e remixes para "I´m A Warrior" e "First Winds Of End Of Time".
Um arregaço, que a Laser Company/Rock Brigade teve o bom senso de disponibilizar para os fãs brasileiros. E por favor, faça a si mesmo um favor: compre este CD ok?
Site Oficial: http://www.robrock.com
Material Cedido Por:
Laser Company Records/Rock Brigade
http://www.lasercompany.com.br
http://www.rockbrigade.com.br
São Paulo (SP)
Coloque WHIPLASH.NET entre suas fontes favoritas do Google
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A melhor música já escrita em todos os tempos, segundo Bob Dylan e Billy Joel
As bandas de metal que Hetfield não compreende; "Como diabos conseguem lembrar das músicas?"
A música do Led Zeppelin que melhor define Robert Plant, segundo Jimmy Page
O melhor álbum de rock progressivo de cada ano dos anos 1970, segundo a Loudwire
O filme com a melhor trilha sonora de todos os tempos, segundo Edu Falaschi
Houve material gravado para 3º álbum do Judas Priest com Ripper Owens? Ele explica
Por que Lemmy Kilmister não gostava de "Ace of Spades", música mais famosa do Motörhead
Bruce Dickinson compara Iron Maiden com serviço militar
A canção dos anos 50 que Robert Plant considera a base do rock pesado
Roger Glover explica porque o Deep Purple é contra turnês de despedida e shows com hologramas
Amy Lee diz que já falou com a equipe do filme de "The Legend of Zelda"
Silenoz diz que ex-membros "pegaram carona" no nome do Dimmu Borgir
Os 11 maiores solos com pedal wah da história do rock e metal, segundo a Loudwire
Seis anos após último show com o Aerosmith, baterista Joey Kramer reaparece
O álbum favorito de Angus Young da fase do AC/DC com Bon Scott
Como Paulo Miklos analisa hoje o profundo impacto da saída de Arnaldo Antunes dos Titãs
O álbum "esquecido" do Iron Maiden nascido de um período sombrio de Steve Harris
A opinião de Renato Russo sobre o sucesso dos Mamonas Assassinas

Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto



