Iron Maiden: Quase tudo sobre "The Rime of the Ancient Mariner"

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Por Rodrigo Contrera
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No meu trabalho (alguns dirão quase insano) de capturar nas fontes que eu tenho tudo o que acho de determinadas músicas (ou álbuns) do Iron Maiden, em nome de minha paixão (e de algo mais, como poderão ver), encaro agora o desafio de destrinchar a maior quantidade de materiais possível de The Rime of the Ancient Mariner, até há pouco tempo a maior música da banda, que encerra o fantástico Powerslave, de 1984.

Como este meu trabalho é intenso e imenso, tentarei ser bastante menos prolixo em alguns detalhes do texto, mas espero também proporcionar um cuidado maior com as imagens e a escolha dos materiais (assim como com informações extra que dão um sabor todo especial ao post). Tentarei também atribuir algum destaque ao caráter poético do que o Iron faz (ou seja, à parte lírica, à letra), porque isso é o que em grande medida captura a atenção do fã e torna-o um para-sempre maidenmaníaco.

Uma tarde, num ônibus na rua Augusta

O primeiro excurso pessoal é que Rime parece estar em minha vida desde sempre. Não me lembro claramente sob quais circunstâncias eu ouvi a faixa pela primeira vez (foi numa vitrola que meus pais compraram no Chile, antes de virmos ao Brasil). Mas me lembro claramente - como se fosse hoje - quando li uma transcrição da letra da música numa revista de banca, e chorei no meio de um ônibus elétrico achando tudo isso lindo demais. Eu lembro também que falei para mim mesmo: "putz grila, mas isto é lindo!", e não conseguia parar de chorar, embora tentasse esconder minhas lágrimas. Ainda hoje algo parece me atingir em cheio quando ouço a faixa. Sei lá, é tão... bonito! Sendo que é foda falar, atualmente, no mundo em que vivemos, que algo seja realmente bonito. É lindo. Fim do excurso pessoal.

Um poema

Samuel Taylor Coledridge, mais ou menos quando compôs o poema

Ilustração de Gustave Doré sobre o poema (ele fez diversas)

Antes de mais nada, a faixa se inspira em um poema, com o mesmo nome, de Samuel Taylor Coleridge (1772-1834). O poema é sumamente conhecido na Inglaterra e em todos os países de lingua inglesa, e existe em diversas versões, inclusive infantil e de bolso. Minha edição eu comprei na Livraria Cultura da Paulista, em São Paulo, há muito tempo, em duas versões (com o poema e mais alguma coisa e das obras completas de Coledridge). Ainda tenho ambas. Mas são infinitas as edições em outras línguas. Aqui coloco apenas algumas, que me chamaram a atenção pelo apuro gráfico, e pela distância das imagens entre si.

Edição antiga do livro

Uma edição mais contemporânea

Outra edição antiga, rara

O poema já foi inclusive traduzido algumas vezes para o português e algumas das edições mais tradicionais (lá fora e aqui) constam com ilustrações do famoso ilustrador francês Gustave Doré (que ilustrava os maiores clássicos da literatura universal, como por exemplo a Divina Comédia, de Dante). Nesse aspecto em especial, a obra é considerada de primeiro nível. Note-se: na época em que comprei o Powerslave, eu não conhecia o poema, pois fiz estudos em escolas estaduais da Santa Cecília e Barra Funda, em que o nível de várias matérias não era muito bom (e eu fiz técnico). Ou seja, quando ouvi a música eu fui apresentado a tudo: ao poeta, à música e ao poema, tudo junto. O que deve acontecer com muitos fãs. Uma porrada.

Uma edição estranha

Uma edição infantil do poema no original, com ilustrações de Doré

Uma edição em francês

Uma edição clássica do poema, traduzido para o português

Mas o poema não virou apenas a adaptação que vemos aqui para a música. Ele virou incontáveis adaptações para o teatro, em versões mais alentadas e mais pobrezinhas. Basta vocês procurarem pelo título na internet para repararem no tanto de versões para o palco já foram (e continuam sendo) feitas. Posto aqui uma imagem de uma delas, bastante grandiosa, de Tiger Lillie, assim como trechos dessa mesma adaptação, filmada, com música feita especificamente para ela, numa versão bastante Broadway. Posto também, logo abaixo, uma cena de outra peça, em versão bem mais pobre, num palco bem menor, mas também com algum apuro técnico. Em suma, o The Rime é realmente um clássico.

Cenografia de uma peça baseada nos versos

Trechos da peça, de Tiger Lillies

Imagem de trecho de outra apresentação, bem menos alentada

Narrativa

Aquilo que o poema narra é bastante conhecido pelos fãs, mas irei esboçá-lo agora. Um marinheiro (ou marujo - eu sempre chamei o poema de Rimas de um Marinheiro Ancião) é contratado para uma travessia ao Pólo Sul. Ele leva o navio para aquelas bandas e fica preso no gelo. Aparece um albatroz, o pássaro do bom augúrio (sorte) para os marinheiros, e o navio sai do gelo em direção ao Norte. O marinheiro meio que não quer saber e mata o pássaro. Os marinheiros reclamam mas depois assentem. O navio se perde e fica à deriva, sem vento e os marinheiros sem água, e os marinheiros culpam o velho, colocando-lhe inclusive o albatroz morto no pescoço. Mas aparece, ao longe, um navio com a morte apostando com uma mulher (também com cara de morte) pela vida dos marinheiros. A mulher ganha e se resolve que o velho escapará com vida. Todos os marinheiros morrem, em meio a uma tempestade, menos o velho, que é encontrado à deriva. Ele volta à cena inicial (que não contei), em que ele está do lado de fora de um casamento contando sua história a um casal (aquilo a que foi destinado na vida que lhe resta). Tem uma mensagem moral.
Resumi de forma bastante clara a história do poema. Não entrei em alguns detalhes, que causam bastante admiração, se formos analisá-lo no original, e que só podem mesmo ser curtidos lendo o poema em inglês ou em tradução bem feita. Um excurso biográfico de Coledridge é que o sujeito estava na casa dos vinte e poucos quando fez o poema, e que era um adepto de substâncias psicotrópicas (na época admitidas) para tentar alcançar imagens que conscientemente ele teria dificuldade para alcançar. Nota-se também que ele, ao fazer o poema, fazia uso de referências alheias, sobre viagens e tudo mais, dado que ele não havia saído sequer da cidade em que ele morava. No estilo, ele usou reminiscências antigas, captadas de poemas conhecidos na época. Quem quiser saber bem mais a respeito, pode consultar este link, em que um maluco que nem eu entra bem mais no poema e em detalhes de ordem histórico ou biográfico.
Seja como for. A história do The Rime, com o seu tamanho e complexidade, merecia, se fosse se tornar um rock, algo longo. Daí parte do motivo pela extensão da música. Mas o que capta a atenção dos fãs é que, apesar de longa, a música é fantástica. E a história é dramática, além de ter uma mensagem muito simpática. Mas vejamos outros aspectos que atraem a atenção para o poema e para a canção.

A atração dos poemas clássicos

Todos nós conhecemos pessoas mais ou menos de meia idade que comentam com os seus amigos que gostariam de ter podido conhecer determinados poetas, nas suas línguas-mães ou em outras línguas. Dizem quase sempre que um dia terão tempo para isso. Deve ser a fixação na beleza. Claro que isso não acontece apenas com pessoas de meia-idade. Jovens dedicam muitas vezes suas vidas a estudarem poesia, poetas, e a até mesmo cometerem seus dotes poéticos. A poesia tem um encanto que poucas outras coisas têm. Ocorria, à época em que eu ouvia pela primeira vez o The Rime, que eu precisava aprimorar meu inglês (hoje sou, dentre outras coisas, tradutor). E que eles, o Iron, acabaram me motivando a conhecer os poetas clássicos da língua inglesa.
Desculpem, mas outro excurso pessoal. Não sei o que acontecia, na verdade. Eu, que nasci no Chile, não conseguia ver na maioria dos poetas da língua castelhana qualquer atrativo. Eles me pareciam antiquados, não falavam para mim. Por outro lado, eu conhecia relativamente pouco dos poetas em língua portuguesa, mas daqueles que eu conhecia poucos pareciam me dizer realmente algo ao coração. Lia traduções, também, do Paes, mas nada me tirava realmente do sério, ou seja, me motivava.
Mas eu pegava, folheva, as edições baratas da Wordsworth dos poemas do Coleridge, do próprio Wordsworth, do Browning, e me deliciava. Não sei o que acontecia. Eu folheava a pequena edição da Dover dos versos do The Rime e encarava aquilo como uma espécie de fonte admirável de beleza. Pois quem fez isso em mim foi o Iron. Uma impressão que, por incrível que possa parecer, ainda permanece (eu era um garoto de 18 anos na época, e hoje tenho quase 50).

A poesia da letra

O Steve traduziu o poema em letra própria. Uma letra com versos que combinam perfeitamente, e que não sei destacar, aqui ou acolá (logo tentarei fazer isso). Sei apenas que decorei todos. E que não fui o primeiro, nem o único, nem exceção. Porque noto que os fãs, em uníssono, por alguma razão que só eles conhecem, em geral decoram, sim, toda a letra. E é uma letra longa (a música toda tem quase 14 minutos). Claro que o resultado ao vivo, em letra especialmente, é incrível. Vemos nos shows que os fãs decoraram realmente tudo aquilo. E eles repetem os versos da música de cor. Cantamos, e até gritamos, a plenos pulmões todos os movimentos, repetindo-os continuamente. É algo que parece mágico. A gente sente que o letrista, no caso o Steve, fez aquilo com paixão. E embarcamos na paixão dele.
Mas de onde veio a paixão do Steve pelo poema? Pois é preciso deixar o próprio falar, para a revista francesa Enfer, número 24, de maio de 1985. Steve Harris, como todos sabemos, é um sujeito muito apegado à leitura da Bíblia. Além disso, a questão do bem e do mal, da luta entre esses opostos, o atrai imensamente. Pois o poema, que é clássico, trata exatamente disso. Como ele próprio comenta, a história é uma fábula que revela a participação de todos na luta eterna entre o bem e o mal, e ela, além de ser uma história de ação, mostra como a maldição, que deveria recair apenas sobre o marujo, recai, na medida em que ele é julgado pela tripulação (colocam o albatroz no seu pescoço), nesses mesmos marujos. Por sua vez, o marujo é salvo naquela partida entre a morte e a mulher com a condição de que ele saia pelo mundo falando sua mensagem, que é a de sempre respeitar as criaturas feitas por Deus. Claro que essa mensagem atrai a atenção de todos os que ainda têm algum tipo de coração. Na época, ao ouvir a moral, eu também chorava (sempre fui um chorão).

Personagens - O albatroz

Albatroz

O poema todo e a música são centrados, como é óbvio, na figura do marujo. Porém, um personagem em tudo o que acontece se destaca: o albatroz. Ocorre que para nós, que somos em geral gente de cidade, não costumamos ter uma impressão particular, densa, do que seja o albatroz enquanto animal, e aquilo que ele representa para o marujo (porque, afinal de contas, tudo acontece porque o marinheiro mata o animal, que é considerado o pássaro do bom augúrio). Ocorre que, enquanto jornalista, uma vez "entrevistei" o Amyr Klink, com a ajuda de um colega, e ele falou especificamente sobre o animal. Não há maior especialista em vida no mar, ao menos no Brasil, que o Amyr.
Pois então, o que o Amyr diz? Primeiro, ele comenta que o albatroz surge no meio do nada, milhares de quilômetros longe de qualquer praia. E que quando surge o faz sozinho, sempre. Mas o Amyr conta mais: ele diz que o albatroz é um animal enorme, realmente grande, e que conseguiria facilmente retirar a cabeça de uma pessoa com o bico, caso quisesse. Uma última informação relevante é que, segundo o Amyr, o albatroz, quando surge, simplesmente pousa e fica observando aquele sujeito que está no meio do mar (ou rodeando uma embarcação). Imaginam o poder imagético que essa figura de animal deve causar num marujo, ainda mais na época em que o Coleridge escrevia o poema? Imaginam o efeito de matá-lo na frente de todos? Pois então.

O velho marujo

O mais importante personagem da música é, contudo, o marinheiro, o marujo, já velho, ancião mesmo. O personagem também é simpático, temos que admitir. E o enredo puxa um imaginário que todos nós, pelo que imagino, conhecemos, que é o de encontrar uma pessoa, sob a forma de mendigo, ou de bêbado, na rua, querendo nos convencer de alguma coisa. Essa figura é clássica e está em toda grande cidade. Pois aqui, tanto no poema como na música, vemos o marujo tentando conversar com o casal em direção à cerimônia, capturando suas atenções (ela não gosta nada, e fica numa pedra ouvindo, como diz o poema), e contando algo que não teria nada a ver com a vida deles, daquele casal.

O marinheiro, por Doré

Um aspecto que sobressai aqui é que a mensagem, que poderia passar uma moral bastante démodé, é vista pelo casal e por todos os que a ouvem com muita seriedade. Ou seja, aquele papo furado do mendigo teria razão de ser. E algo que incluiria a vontade de Deus. Muito bonito.

Mas agora a música

Para quem curte a música em CD, nada melhor do que vê-la ao vivo. Encontrei então este vídeo no Youtube, com a letra traduzida para o português, e gostaria de falar algo sobre a música e a letra da música, antes de entrarmos em alguns de seus detalhes. Antes de mais nada, é fácil perceber que a música, apesar de longa, não passa direito essa impressão. Primeiro, porque ela tem esse ritmo de cavalgada tão típico do Iron. Segundo, porque ela conta uma história, e ficamos presos a ela. Terceiro, porque a história tem seus momentos de agitação e de calmaria, aos quais ficamos quase hipnotizados, captando a mensagem que está sendo passada. Quarto, porque é um rock que nos embala com uma agressividade absurda em alguns momentos, em que vemos como a banda sabe lidar com o ritmo e com a complexidade de tudo. Quinto, porque a música volta ao início, terminando a história, com uma moral, em meio a uma letra magnífica. Daí que a acompanhamos sem pesar, com atenção, e curtindo como nunca.

Imagem extra

Ocorre que a letra da música tem umas características marcantes. Primeiro, ela não é maçante, ela capta nossa atenção na primeira audição. Segundo, ela é feita com versos que rimam e que podemos repetir. Terceiro, ela inverte de vez em quando a ordem das frases, o que nos dá uma impressão de antiguidade, de poema antigo. Quarto, ela é extremamente sucinta e bem feita, passando o recado na primeira leitura. Podemos não compreender todas as palavras, todas as frases, mas entendemos o recado. E com isso o tempo vai e nos deixamos levar pela história, que a música torna vida e paixão. Lembro-me de que não havia ouvido algo assim antes. Lembro-me de que nada mais causou tanta impressão no CD quanto essa música, que ainda me faz chorar (lá venho eu de novo rs.). Note-se que a faixa não é maçante porque o Steve captou a essência do poema, que é muito mais longo e complexo, e porque ele, com essa essência, passou uma mensagem, com rock, apostando em que aquilo seria legal para seus fãs. E acertou em cheio. Nenhuma estratégia de marketing apostaria nisso. Inclusive, a banda até hoje comenta o ceticismo de vários colegas ao dizerem que iriam terminar Powerslave com esse colosso. Pois terminaram e deu no que deu.

O caráter progressivo

The Rime também meio que inaugurou uma tendência nas músicas do Iron da qual nem todos gostam, para falar a verdade. Nenhuma música antes do Iron apostou tão fortemente no caráter progressivo da aposta nessa música. Porque, embora The Rime não tenha teclados, não assuma um ar excessivamente progressivo enquanto avança, foi ela que inaugurou a vontade da banda em fazer músicas sempre mais longas, contando histórias, e reforçando uma imagem que acabou ficando. The Rime inaugurou uma tendência, que permaneceu e ainda viceja. Alguns podem não gostar, é claro, mas a história é essa.

Finalmente, alguns detalhes

Mas a música é tudo isso mesmo? É. Os solos são fantásticos. Os solos de baixo que o Steve faz em vários momentos são verdadeiros achados. Primeiro, porque são simples (basta reparar no vídeo como eles saem calmamente do baixo do Steve na parte em que rola o monólogo do velho). Segundo, porque são potentes e comandam como nunca antes toda a música. Era aquilo pelo que eu ouvia a música como um todo, e que eu não me cansava de emular com um baixo imaginário, quando moleque. É aquilo que causa A impressão que todos guardam para sempre. Mas TUDO é fantástico, e imaginamos o que seria de nós sem ouvirmos essa música que tanto nos marca. Claro que nem sempre o Adrian e o Dave mantêm, em detalhes, os solos nos shows. Mas quem se importa?

Imagens

O Iron divulgou algumas imagens especiais do The Rime muito depois de Powerslave, em 1984. E essas imagens eu mostro agora. Tem essa primeira em que o Eddie está como capitão no navio, e que é superbonita, com um azul predominante. Mas tem também outra, numa edição especial que eu não conhecia, em que aparece o navio num fundo sépia, remetendo à menção ao albatroz, na história. Devem existir outros materiais exclusivos só sobre essa música, mas foi isso o que eu consegui capturar.

The Rime of the Ancient Mariner (imagem recente)

Edição The Albatross follows on

Bom, é isso, espero que tenham apreciado. Confesso que, se gostaram de ler, eu gostei ainda mais de escrever este texto. Até a próxima!
Up the Irons!

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Sobre Rodrigo Contrera

Rodrigo Contrera, 48 anos, separado, é jornalista, estudioso de política, Filosofia, rock e religião, sendo formado em Jornalismo, Filosofia e com pós (sem defesa de tese) em Ciência Política. Nasceu no Chile, viu o golpe de 1973, começou a gostar realmente de rock e de heavy metal com o Iron Maiden, e hoje tem um gosto bastante eclético e mutante. Gosta mais de ouvir do que de falar, mas escreve muito - para se comunicar. A maioria dos seus textos no Whiplash são convites disfarçados para ler as histórias de outros fãs, assim como para ter acesso a viagens internas nesse universo chamado rock. Gosta muito ainda do Iron Maiden, mas suas preferências são o rock instrumental, o Motörhead, e coisas velhas-novas. Tem autorização do filho do Lemmy para "tocar" uma peça com base em sua autobiografia, e está aos poucos levando o projeto adiante.

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