Em 02/09/2010 | Resenha - Paul Di'Anno (Manifesto Rock Bar, São Paulo, 02/09/10)

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Resenha - Paul Di'Anno (Manifesto Rock Bar, São Paulo, 02/09/10)


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Paul Andrews. Para os mais íntimos, é Paul “The Beast" Di’Anno. Com ele, a eterna bagagem de ter passado por uma das bandas de heavy metal mais importantes do mundo, o Iron Maiden. E, no aniversário de 30 anos do primeiro disco homônimo da Donzela, Paul voltou ao que chama de “home land” agora: a cidade de São Paulo (e da paixão dele no futebol, o centenário Corinthians).

O texto representa a opinião do autor, não do Whiplash.Net ou de seus editores.

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A noite da última quinta-feira fez barba, cabelo e bigode aos metaleiros que puderam comparecer a já tradicional casa que Di’Anno se apresenta na cidade, o Manifesto Rock Bar.

Contando com casa cheia, mas não lotada, a noite foi iniciada as 21h25 em altíssimo nível com a ótima banda FURIA INC., com uma intro muito interessante e a força de um riff imponente abrindo caminho para o que seria uma grande noite.

A banda paulistana, que já havia se apresentado na casa em outras oportunidades, tocou um competente set com 8 músicas. Em termos de influências do som dos caras, algumas bandas vem imediatamente à cabeça: Soulfly, Sepultura e Pantera.

E foi com esta última que a banda conquistou o público, abrindo-se a primeira roda na pista do bar. A clássica faixa “Walk” foi executada na terceira música da noite e, apesar dos problemas em seu início, o resultado foi excelente.

Com boa pegada, tudo muito bem ensaiado e esbanjando carisma, a banda tocou músicas do seu primeiro (e ainda único) disco. Alguns movimentos entre os guitarristas lembraram também o Kiss ao vivo, naquele clássico movimento que a banda faz ao-vivo ao final de “Deuce” - pelo menos em termos da ideia…

A última música da noite foi mais um cover, desta vez da banda mais famosa do metal brasileiro: "Roots Bloody Roots", do Sepultura, finalizou com chave de ouro a apresentação da banda na noite, as 22h05.

A segunda banda da noite era a Scelerata, banda que bem acompanhando Paul Di’Anno em toda a tour brasileira do inglês. Os gaúchos, técnicos e competentes, nitidamente possuem alta influência para uma linha de metal melódico, como Helloween.

Como ainda tocaria com Paul Di’Anno na sequência, a banda executou poucas músicas (7), em cerca de 30 minutos. A “Skeletour” contou com o competente Fábio Juan nos vocais (daí talvez a grande influência em Helloween, visto que Fábio assume também os vocais em uma banda cover, a Helloween Cover Brasil).

Francis Cassol, nas baquetas, ditava um ritmo alucinante para a execução das músicas melódicas da banda, com uso até um pouco excessivo do bumbo duplo nas músicas - o que faz com que as músicas não ganhassem, em certos pontos, algum diferencial que poderia - o músico é extremamente técnico, o que levaria a banda a ter uma “carta na manga” sempre que quisesse em seu som.

Na terceira música, a banda executou um dos hinos da maior banda do heavy metal americano (para muitos), o Metallica. “Master Of Puppets”, muito bem executada, fez o Manifesto cantar alto e delirar com o cover da turma de Lars e Hetfield.

“Spell Of Time”, a quarta música, mostrou como os guitarristas também fazem um trabalho excepcional nos backing vocals.

“Holy Fire” fechou a apresentação da banda as 23h25, com um “ei, ei, ei” que agitou bastante a galera.

Uma banda que é um verdadeira prato cheio para os fãs do metal melódico dava um “até logo” para voltar ao palco com “The Beast”.

Aos 3 minutos da sexta-feira, com o Scelerata voltando a preencher o palco, a faixa de abertura do segundo disco do Iron Maiden, “Killers”, servia aos famintos a instrumental conhecida como o 15o dia do mês de março do calendário romano: “The Ides Of March” era muito bem executada quando Paul finalmente desceu aqueles degraus do bar para ganhar o palco e, com um grito em um Português cada vez mais nativo, Di’Anno cumprimentou os fãs com um “E aí, São Paulo? Olá, Manifesto!”

A sequência foi mesmo uma sequência, com a segunda música do mesmo disco - “Wrathchild”, talvez o maior clássico do disco e frequentemente presente nos setlists do Iron Maiden até hoje, foi “gritada” pela pista e pelo camarote do bar. E esta música apresentou uma característica que seria observada até a última música do setlist.

Sabemos que Paul tem uma veia punk e por metal rápido muito forte e presente, desde sempre. É uma das marcas dele. Porém, o andamento desta música e de praticamente todas do show acabou sendo marcado por uma excessiva velocidade de execução: o que se viu foi uma enorme “correria”, como não me recordo de ter visto nas apresentações anteriores doe Di’Anno.

Portanto, não estranhem os comentário que estarão presentes em quase todas as músicas abaixo com relação à velocidade do andamento das músicas… (o que não desabona, de maneira alguma, a qualidade, a técnica, o talento e a atenção aos detalhes de todos os membros da banda).

A música 1 do disco 1 do Maiden dava início à comemoração do 30o aniversário do homônimo disco, com a empolgante “Prowler”, com um tom mais “punk” ainda que a versão de estúdio.

A voz de Paul só foi realmente ouvida na 4a música, a Marshal Lockjaw, de Paul com a banda “Killers” (não confundir com o disco do Iron Maiden). A música foi determinada por um bumbo duplo marcante e intenso e com Paul cantando muito bem a música, principalmente os tons mais graves.

Perguntando novamente como o público estava naquela noite e com alguns problemas de microfonia devidamente xingados, Paul comentou como ama a cidade de São Paulo e o Corinthians. Pediu desculpas aos “bambis” e gritou “Gaviões da Fiel”. Di’Anno, realmente, mistura em seus discursos muito futebol e não esconde que adotou o clube mais popular do estado como time de coração.

“Murders In The Rue Morgue”, a terceira do disco "Killers" do Maiden na noite, é a que vem, novamente sendo executada com um andamento rápido demais, graças ao ritmo imposto pelo batera, que usou e abusou de bumbo duplo no final da música, descaracterizando um pouco o som.

No final desta música, Paul novamente tocou no assunto futebol e se desculpou com o pessoal do canal de TV a cabo ESPN Brasil sobre não poder ter gravado o programa de homenagem ao aniversariante da semana, o Corinthians.

Paul introduziu a próxima música comentando que se tratava de uma das melhores músicas escritas por Steve Harris. Os primeiros acordes de “Strange World” arrancaram lágrimas de um funcionário da Kiss FM, que estava ao lado. A banda tocou a música de forma muito coesa, desta vez não tão rápida, com um Paul fazendo ótima interpretação. Talvez esta música marque o ponto mais alto da noite.

“The Beast Arises”, uma das melhores músicas dele fora em sua carreira fora do Maiden, chega e é marcada por uma excelente performance vocal não só de Paul, mas também da dupla de guitarristas que fez ótimos backing vocals. Além disso, os mais atentos perceberam um leve medley da dupla de guitarristas com o clássico de 1976 “Dirty Deeds Done Dirt Cheap”, do AC/DC. Muito divertido.

Ao final da música, Paul comentou que estava com uma “fuc$#$ gripe”, mais uma vez misturando inglês com português. Ainda, fez questão de comentar que já ouviu o novo disco do Iron Maiden, “The Final Frontier”, e que, na avaliação dele, o disco era “fuc$#% shit e que “sucks”. “It broke my heart”, disse, terminando sua “avaliação” do lançamento. Eu, que vos escrevo, discordo de Paul, mas este é assunto para outro momento…

Dedicando a próxima música ao público (aliás, a cada música que seria iniciada, ele fazia uma homenagem e dedicava o som a alguém), a banda manda “Children Of Madness”. Paul consegue atingir excelentes agudos nesta música, o que faz qualquer fã lembrar do estilo do vocal dele no início dos anos 80. A música termina com o batera usando e abusando de do bumbo duplo, fazendo a galera “bater cabeça” com a porradaria musical.

“Genghis Khan” é iniciada, uma ótima escolha da banda, por ser uma música instrumental com jeitão B-Side do “Killers”. O início da música é tocado de maneira um pouco diferente da original, mas a banda se acha durante a execução do petardo de 1981, enquanto Paul era visto na escada que dá acesso ao palco, descansando e agitando com a galera.

É hora de “Mad Man In The Attic”, cantada com muito sentimento por Paul Di’Anno. Após esta música, a banda se preparava para executar uma das músicas mais interessantes do primeiro álbum do Iron Maiden: “Remember Tomorrow” é um dos símbolos do disco de 1980 é é executada com alguns problemas na guitarra-solo, que falhava e teve que ser rapidamente trocada (infelizmente, falhou bem no solo). O guitarrista, enquanto estava sem instrumento, brincou com o baixista, tocando no instrumento deste enquanto recebia outro instrumento. Mesmo com os problemas técnicos, a música foi muito bem tocada por todos, e Paul cantou com grande emoção e interpretação. Outro ponto emocionante da noite para os fãs que estavam lá para celebrar o primeirão do Maiden.

“Faith Healer” é mais uma boa música da noite e foi interessante notar a galera cantando a pleno pulmões a música, mostrando que Paul possui realmente fãs fieis mesmo fora do eixo dos discos “Iron Maiden” / “Killers”.

“Anyone from USA?”, pergunta Paul ao público. Um cara na pista respondeu “yes” (de verdade, não sei se realmente era um americano ou se foi apenas um “reflexo natural” do cara), fato é que Paul, após ouvir o cara, comentou: “I hate you, fu%$ you, mother%$%$!”. E adicionou que lá nos EUA, “ou você é um rock star em Los Angeles, ou te mandam fu%$ off ). Paul deixou claro seu descontentamento com o american way to be/live...

Com um pouco de rouquidão nos tons mais agudos, talvez por conta da gripe, mas ainda sim com uma voz bastante poderosa, Di’Anno e banda mandam “Song For You”, que marcou a última da noite fora do eixo de álbuns “Iron Maiden” e “Killers” (sem contar o tradicional cover que viria).

De bom humor após a execução da música anterior, era a hora da “My number 1 puta”: “Charlot The Harlot” é iniciada com Paul e público se divertindo bastante e é tocada, apesar do andamento novamente muito rápido, foi mais um ótimo momento da noite: trata-se de uma das melhores músicas do período que Di’Anno era o vocal da Donzela.

Com um início perfeito musicalmente, “Killers”, a música, faz o público iniciar o moshing na pista do Manifesto. Paul canta e bota o microfone na boca da galera para ajudá-lo. Os fãs mais grudados no palco, claro, vão à loucura com a oportunidade de gritar no microfone a letra do disco homônimo.

Tocando a música de forma exageradamente rápida, a próxima música da noite é o clássico “Phantom Of The Opera” (que o Iron Maiden ressuscitou na segunda perna da turnê Somewhere Back In Time, ano passado). Com uso igualmente exagerado de bumbo duplo na música, que cobria muitas vezes a base das guitarras, a música ficou um pouco descaracterizada. Mas vale ressaltar a performance do baixista do Scelerata, Gustavo, que tocou de maneira bastante fiel as ótimas linhas do original Steve Harris. Vale também destacar que a roda do “bate-cabeça” aumentou ainda mais na pista. Paul, nesta música, voltou a revezar o vocal com a galera, se poupando um pouco também nas partes mais complicadas, mas nada que comprometesse seu bom desempenho no clássico.

Paul desta vez fez questão de comentar sobre a cidade australiana de Sydney, comentando que lá também agora é sua “segunda casa”. E comentou que agora viria um, um… “well, let’s play the fuˆ%% song”, disse ele.

A introdução acima foi para o hino “Iron Maiden”, música que jamais saiu do setlist na história do Iron Maiden, seja com Paul, Bruce ou Blaze. Novamente, o andamento foi rápido, porém fez com que a música parecesse com a versão original, o que acabou, neste caso, sendo positivo. A galera, claro, cantou a pleno pulmões. Só não teve nenhum Eddie andando pelo palco… :-)

“Sex, drugs, motorcycles”… foram alguns termos usados por Paul para “Running Free”, música esta muito idolatrada pelos fãs mais old school do Maiden. A música novamente foi tocada de maneira rápida, com Paul fazendo pouca interação com o público. Porém, foi bem cantada e marcou outro ponto muito divertido já na madrugada de sexta.

Paul agradeceu sua produção e banda e apresentou a música que viria na sequência em tom de brincadeira: “Transsexual, ooops, just kiddin’ ”… e lá veio a segunda instrumental da noite, a primeira da discografia do Iron Maiden, “Transylvania”. Paul novamente foi para a escada enquanto os membros da Scelerata executaram com bastante competência o petardo. A galera respondeu pulando bastante em resposta aos potentes acordes desta ótima música. Ao final do som, Paul comentou que estava “too old for this shit” e voltou a falar do Corinthians, provocando os público que torce para outros times: “Corinthians, or suck here”. Estou certo que mesmo os que não viram a cena já imagina onde estava posicionada a mão do vocalista...

Já em clima de final de show, Paul faz questão, como de costume, de mostrar a um público predominante de metaleiros sua veia punk, e o cover dos Ramones “Blitzkrieg Bop” faz novamente a roda ser aberta na pista do bar. E haja correria tanto na pista quanto no palco: a música, que já é rápida quando executada de maneira, digamos, “normal”, não deve ter durado nem 1 minuto, tamanha a velocidade impressa.

Fechando a noite, mais uma do Iron Maiden: “Sanctuary”, novamente sendo tocada de maneira muito rápida. O ótimo show terminou a 1h40 da manhã, com muitos dos presentes permanecendo no bar, em uma organizada fila, para subir ao camarote para um autógrafo e foto com Paul.

Paul, muito simpático, atendeu ao público cerca de 45 minutos após o término do show e, mesmo com gripe e sem dormir direito por 4 noites, segundo ele próprio, esbanjou humildade, paciência e carisma - marcas que o ajudam a manter o fiel público a cada apresentação da “Besta” no país.

Long live, Paul, e até breve.

SETLIST:

The Ides Of March
Wrathchild
Prowler
Marshal Lockjaw
Murders In The Rue Morgue
Strange World
The Beast Arises (e trecho de Dirty Deeds Done Dirt Cheap, do AC/DC)
Children Of Madness
Genghis Khan
Mad Man In The Attic
Remember Tomorrow
Faith Healer
Song For You
Charlot The Harlot
Killers
Phantom Of The Opera
Iron Maiden
Running Free
Transylvania
Blitzkrieg Bop (cover dos Ramones)
Sanctuary

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Sobre Eduardo Bianchi Rolim

Paulistano, nascido em 1982, bacharel em Sistemas de Informação pelo Mackenzie e pós-graduado em Administração de Empresas (CEAG) pela FGV. Tem como paixão as bandas Iron Maiden e MetallicA, mas é fã de rock e metal internacional em geral. Alguns hobbies são: acompanhar o time do coração, Corinthians; doente por Back To The Future e Indiana Jones; viajar; Playstation; jogar o eterno Duke Nukem 3D. Carros em geral e F1 em especial. Tudo que pode ser relacionado à tecnologia (software e hardware). Ama os velhos receivers valvulados e aquelas maravilhosas caixas pesadas e potentes. Fã do Whiplash desde os primórdios. Criador e administrador do Minuto HM (www.minutohm.com), o blog da família do Heavy Metal (Twitter: @minutohm).

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