Com o sucesso explosivo do veterano Ozzy Osbourne na TV americana, através da série Reality Show "The Osbournes", onde a rotina da família do roqueiro comedor de morcegos é levada ao ar para milhões de telespectadores, mais uma vez ficou provado que as drogas não valem a pena.
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Hoje, ao assistir o eterno líder do Black Sabbath, grupo precursor do estilo, recomendando aos seus filhos para não consumirem bebida alcoólica ou qualquer espécie de droga quando partem para as suas baladas, revela-se o lado "careta" do senhor das trevas.
Evidente que alguns "doidões" de plantão devem ter se decepcionado com a conduta certinha do gorduchinho Ozzy, criticando sua postura e até chegando ao extremo de jogar fora os velhos e embolarados vinis da banda responsável por clássicos como "Sabbath Bloody Sabbath". Logo ele, que teve a sua imagem explorada como o anti-cristo do heavy metal, o pai de todos os roqueiros doidões, rebeldes, etc., etc., etc.... Mas se esquecem que o veterano até hoje se cuida para enfrentar o vício do álcool.

Então porque não celebrar o lado careta de nosso roqueiro e "exemplar!?" pai de família? Se não fosse esse "encaretamento" de Ozzy não teríamos a oportunidade de ver novos músicos no festival itinerante "OzzFest" dentro de uma infraestrutura profissional todos os anos desfilando pelos EUA, aliás profissionalismo não é o objetivo de qualquer um que sonha em ter sua própria banda rodando o mundo e conquistando seus próprios fãs?
Esse profissionalismo que deixou o Sr. Ozzy ao lado do todo poderoso presidente americano pode representar a definitiva imagem da consagração de um estilo musical visto há pouco tempo de forma distorcida pela sociedade e aí soma-se a oportunidade de empresas começarem a investir em tantos talentos à espera de uma oportunidade e fortalecer uma indústria que ainda vive às margens de uma discriminação injusta e preconceituosa, pelo menos por aqui.
Seria mais interessante que o velho Ozzy Osbourne tivesse morrido de overdose e estivesse fazendo parte dessa dessa galeria macabra de talentos interrompidos no auge de sua plenitude, ou, que seu trabalho estivesse ainda rendendo frutos positivos?

Salve a caretisse de Ozzy Osbourne e que isso continue gerando coisas legais como continuar correndo atrás de nossos sonhos sem deixar se perder nesse medonho mundo das drogas, que nada tem de engraçado e prazeiroso.
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