Suposta filha de Freddie Mercury quebra silêncio; "Não queria dividir meu pai com o mundo"
Por Bruce William
Postado em 10 de agosto de 2025
A Daily Mail publicou falas extraídas de trechos de um livro que traz o relato de uma mulher que se identifica como filha de Freddie Mercury. Conhecida apenas como B, ela afirma que manteve uma relação próxima e afetuosa com o vocalista do Queen até sua morte, em 1991. Segundo o material divulgado, o livro - intitulado "Love, Freddie" e previsto para setembro - apresenta como fonte principal 17 diários manuscritos que Freddie teria lhe entregado três semanas antes de falecer.

B afirma que sua existência teria sido fruto de um relacionamento passageiro de Mercury com a esposa de um amigo próximo, em 1976, um ano após o sucesso de "Bohemian Rhapsody". Ela diz que, apesar de a história parecer "incomum" ou "escandalosa" para alguns, o cantor "a adorava e era dedicado" desde o nascimento. No livro, B declara: "Não queria compartilhar meu pai com o mundo inteiro. Após sua morte, tive que lidar com ataques contra ele, distorções sobre quem ele foi e a sensação de que ele passava a pertencer a todos".
O lançamento ganhou repercussão após o jornal britânico afirmar que Mary Austin, amiga de longa data de Mercury, noiva nos anos 1970 e herdeira de parte de sua fortuna, teria dito não saber da existência de B. A suposta declaração teria surpreendido a autora Lesley-Ann Jones, responsável pelo livro, e motivado B a emitir um posicionamento. "Estou devastada com a resposta atribuída a Mary Austin. Em 34 anos, a verdade da vida de Freddie foi distorcida, mas ela nada disse, exceto sobre o filme 'Bohemian Rhapsody', que chamou de 'licença artística'. Agora, sem ler o livro, teria feito essa afirmação. Não entendo o motivo", teria dito B.
No comunicado, B ressaltou que procurou voluntariamente a escritora e aprovou a versão final do texto. Ela afirmou ter solicitado a remoção de trechos e que todos os pedidos foram atendidos. "Algumas pessoas a acusam de inventar a história e de se aproveitar de mim. Quero deixar claro que isso não aconteceu. Ela sempre respeitou minhas decisões. Não poderia ter encontrado uma escritora mais atenciosa", declarou.
A filha não reconhecida acrescentou que, enquanto fãs lamentavam as músicas e apresentações que Mercury não pôde realizar após 1991, para ela esses anos significaram "todas as coisas que não puderam viver juntos": conversas, risadas, jogos, aniversários e momentos familiares que jamais aconteceram. Segundo o jornal, Mary Austin não respondeu aos pedidos de comentário sobre o caso.
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