Ravenland: "Sabemos apreciar a beleza do Gótico!"

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Ravenland: "Sabemos apreciar a beleza do Gótico!"


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Foram muitos os obstáculos, mas "...And A Crow Brings Me Back" é a prova de que a Ravenland soube como contornar os problemas e seguir o sonho de ser uma banda que sempre almeja a qualidade. Para tanto, este disco conta com alguns personagens muito relevantes no cenário musical mundial, como o guitarrista Tommy Lindal (ex-Theatre Of Tragedy), Ricardo Confessori (Shaman, Angra), que tocou a bateria e produziu o disco, além de Waldemar Sorychta (Moonspell, Lacuna Coil, Samael), que cuidou da masterização.

Capitaneado pela dupla de vocalistas Dewindson Wolfheart e Camilla Raven, a formação da Ravenland conta ainda com Albanes (guitarra), João Cruz (baixo), Fermann (teclados) e Tropz (bateria). Na entrevista a seguir, Wolfheart e Camilla Raven contam um pouco da história da banda e detalhes sobre o novo álbum, que já está nas lojas com o apoio da Freemind Records.

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Whiplash!: Olá pessoal! Vamos começar voltando um pouco ao passado... A Ravenland sempre obteve boa recepção, mas houve problemas com a estréia “After The Suns Hides” em 2001. O que aconteceu nesta época?

Dewindson Wolfheart: Hail Whiplash e leitores internautas! Então, a saga: após lançarmos duas Demo-Tapes independentes, “October Of 1998” e “Live At Kalimar” em 1999, obtivemos uma ótima repercussão através do público e mídia impressa, isso resultou em muitos shows e em um deles conseguimos o contrato com a gravadora Moonshadow, com a qual assinamos no fim de 1999 para o lançamento e distribuição de “After The Sun Hides”. Passamos o ano de 2000 gravando o CD, mas tivemos muitas barreiras, primeiro o guitarrista que me ajudou a compor as nossas primeiras músicas, o André Cardoso, teve que deixar a banda para assumir uma proposta irrecusável como gerente de um banco no interior paulista. Logo depois que havíamos conseguido se entrosar com o guitarrista Geffson Freire que substituiu o André, o Xandão (bateria) nos deixou em meados de 2000 para compor a banda Andralls.

Dewindson Wolfheart: A previsão era que no início de 2001 o CD fosse lançado. Mas, além desta troca de integrantes no meio das gravações do disco e que nos atrasou muito, logo em seguida tivemos um problema no HD do estúdio que nos fez perder todos os teclados trabalhados e gravados. Antes que eu recuperasse o fôlego a gravadora Moonshadow desistiu do ramo fonográfico e da cena Metal por mudança de religião. Resultado disto, quatro mortos e um ferido, (risos) o restante dos músicos diante de todas as dificuldades, perderam um pouco do estímulo, e eu recebi uma excelente proposta para gerenciar uma escola de informática em Fortaleza-CE e resolvi engavetar o disco.

Whiplash!: Ainda assim, vocês continuavam tendo um retorno positivo com sua música. Por que encerrar as atividades alguns anos depois? Aliás, parece que a Camilla teve um importante papel no retorno da Ravenland em 2006, certo?

Wolfheart: Foi necessário. Após ir morar em Fortaleza, ainda tentei achar músicos dispostos a fazer um trabalho profissional levando a Ravenland à frente, mas infelizmente aquele não era o momento certo ainda, então a banda ficou desativada entre os anos de 2003 até 2006. Conheci a Camilla no fim de 2004, quando ela me chamou para fazer parte de sua banda, a Thiphareth, o que foi muito legal, tínhamos excelentes composições, mas, mais uma vez foi difícil conseguir um baterista para o posto. Logo recebemos, em 2005, o convite para integrarmos juntos, eu (vocal) e a Camilla (violino e vocal) a lendária banda de Doom Black Metal Pantaculo Místico de Fortaleza. Ficamos por seis meses na banda, foi maravilhoso, mas em maio recebi a ligação do Xandão (Andralls) me falando sobre a saída do Alex e eles precisavam de mim como vocalista para cumprir uma apresentação na MTV, o BMU 2005 e uma turnê sul-americana.

Wolfheart: Tudo que eu procurava era estar em uma banda, profissional e em ascensão, o Andralls naquele momento me pareceu tudo isso, fechei os olhos e vim embora para São Paulo. Depois de um mês a relação entre eles e o Alex havia melhorado e eu não conseguiria ficar longe da Camilla por mais tempo, saí da banda e trouxe a Camilla para São Paulo, planejávamos estar em uma mesma banda, então pensamos em criar um projeto juntos, só que em 2006 ela me convenceu a reativar a Ravenland devido à toda a história que a banda já tinha, além de quê eu havia criado a banda, o segmento seria o mesmo, então ela me convenceu a reativarmos a Ravenland ao invés de um novo projeto. Até hoje o papel dela é importantíssimo na banda, pois além de ter me incentivado a tal, compôs as primeiras músicas para a volta da banda.

Whiplash!: "...And A Crow Brings Me Back" é seu primeiro disco. Considerando que a Ravenland é uma banda do Brasil - cuja população é conhecida mundialmente por seu alto-astral - vocês acham que atingiram algum diferencial em relação às bandas que são referência no cenário Gothic Metal?

Wolfheart: Não importa se o país é feito de samba e carnaval, praia, sol e o que for mais... O que importa é que esta é a forma que encontramos para melhor expressar nossa arte, que está bem ligada a sentimentos melancólicos, e isso vem conquistando um grande público. Mas nossa música não é tão triste e lenta como a maioria das bandas deste estilo, ao mesmo tempo não é tão extrema, não usamos blast beats, nem vocais guturais. Por isso acredito que este foi um grande motivo que nos levou a atingir um diferencial do cenário Gothic Metal. Mas nossa música também não representa totalmente o que somos, pois em um dia quente de sol também tomamos nossa cerveja gelada (risos).

Camilla Raven: Sobre atingir um diferencial em relação às bandas que são referência no cenário Gothic Metal, acredito que sim, temos um diferencial, Ravenland não é totalmente Gothic Rock, nem totalmente Gothic Metal, e acredito que isso seja um dos motivos que nos faz atrair diferentes públicos.

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Whiplash!: A Ravenland mantêm uma excelente relação com Ricardo Confessori (Shaman, Angra), que tocou a bateria e produziu seu debut. Houve liberdade para que o cara criasse alguns arranjos em "...And A Crow Brings Me Back"? E como foi tê-lo comandando a produção do álbum?

Wolfheart: Então, no início fiquei com um pé atrás devido a ele ter sido baterista do Angra/Shaman. Imaginei; “meu, se eu deixar o Confa a vontade para gravar as músicas, elas podem sair mais Speed Metal, ele vai mandar ver nos pedais duplos”, e o nosso objetivo não era este, mas no fim o deixamos a vontade em muitas músicas para ele poder fazer como quisesse, assim sairia algo bem dele também, não ficaria algo tão mecânico, mas como havia o lance dele já conhecer as músicas da época da pré-produção, então ele não fugiu muito do original. Nosso relacionamento com ele é muito legal, grande brother, tê-lo no comando da produção foi o principal diferencial do disco para sair com a qualidade que saiu, foi divertido e interessante trabalhar com o Ricardo Confessori, recomendamos o nome dele como produtor.

Whiplash!: Vocês investiram em "...And A Crow Brings Me Back"! Como surgiu a oportunidade de Waldemar Sorychta em assumir a masterização do disco?

Wolfheart: Desde o início queríamos a finalização da produção do disco na gringa. E um dia, no Myspace, o Waldemar elogiou nosso som, o que abriu espaço para que eu perguntasse se ele gostaria de finalizar a produção do nosso disco masterizando-o. Ele topou e eu não acreditei na hora, por que sou muito fã de todo o trabalho que ele fez com bandas como Moonspell, Lacuna Coil, Samael, Tiamat, The Gathering, Sentenced, Flowing Tears e Therion, somente quando escutamos o resultado é que percebemos o quão importante foi a participação dele no resultado final do disco.

Camilla Raven: Ainda esperamos em um trabalho futuro ter o disco inteiro feito em parceria com ele.

Whiplash!: Outro importante envolvido em "...And A Crow Brings Me Back" é Tommy Lindal, ex-Theatre Of Tragedy. Como rolou o contato e até onde ele se envolveu nas composições em que participou?

Camilla Raven: Deixamos o Tommy livre para compor, sabíamos que o que ele fizesse iria se encaixar bem, gostamos muito da linha de guitarra que ele fazia no TOT e isso já bastava para não interferimos em nada com relação ao que ele quisesse acrescentar. Entregamos o CD, ele escolheu as músicas e demos tempo para ele sentir e compor da melhor forma. E o resultado foi ótimo. Era exatamente o que queríamos um toque de TOT antigo no nosso álbum, isso foi uma honra para nós, a época dele no TOT era uma época mágica do Gothic Metal.

Wolfheart: O Tommy já era um grande amigo do meu afilhado Cláudio Lago, então o Cláudio apresentou nosso trabalho ao Tommy e ele gostou bastante. O Cláudio comentou sobre a admiração do Tommy sobre a Ravenland, então a Camilla teve a excelente idéia de convidá-lo a participar do disco, e quando fizemos o convite, ele topou na hora! Hoje temos uma grande amizade e respeito pelo Tommy, até porque ele é muito humilde e legal, um norueguês quase brasileiro. Seu nome trouxe grande peso ao nosso disco, pois ele foi um dos fundadores do Theatre Of Tragedy, que, junto ao Paradise Lost, é praticamente uma das bandas responsáveis diretamente pela criação deste estilo Gothic Metal.

Whiplash!: Faixas antigas como “Velvet Dreams” e “Soulmoon” possibilitaram que vocês fossem conhecidos na Europa e Japão. Neste sentido, há negociações para que “... And A Crow Brings Me Back" alcance o mercado estrangeiro?

Camilla Raven: Sim, com certeza. Algumas gravadoras internacionais já entraram em contato conosco com o interesse em lançar e distribuir o álbum, estamos sempre recebendo algumas propostas, precisamos mesmo é de um empresário para negociar isto. A vendagem do disco para o exterior está muito boa e isso mostra o quanto precisamos de uma gravadora lá fora para uma melhor distribuição, mas tudo acontece no tempo certo.

Camilla Raven: O CD “... And A Crow Brings Me Back" chega ao mercado estrangeiro também pelas negociações da nossa gravadora aqui do Brasil, a Freemind Records, que o distribui na Alemanha, Estados Unidos e Espanha.

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Whiplash!: Seu CD traz um bônus multimídia com o vídeo para "End Of Light", que é bem legal! O famoso Castelinho da Rua Apa foi uma escolha perfeita como ambientação. Estou equivocado, ou as filmagens rolaram de forma muito descontraída? Dá para perceber que a Camilla não se contém e esboça vários sorrisos no vídeo. Ficou diferente, considerando a imagem sorumbática, tão típica entre os góticos...

Camilla Raven: A beleza da música gótica está nas melodias, no sentimento que você coloca na música e nas letras. Esses sentimentos podem ser qualquer coisa que você estiver sentindo no momento, uma dor, uma paixão por algo ou alguém, um momento importante em sua vida que lhe causa euforia ou qualquer outro estado, algo que lhe traga felicidade também, pois pode causar emoção. Você vê integrantes de bandas de Black, Death, Gothic sorrindo nos DVD’s, nas entrevistas. Não gostamos de limitações. Sabemos apreciar a beleza do Gótico, mas isso não nos impede de sorrir de forma alguma. Ainda mais quando temos motivos como alguma coisa que falaram naquele momento, alguma coisa que caiu, enfim. (risos) Isso se você estiver se referindo às fotos. Mas como você falou sobre o vídeo, não estou sorrindo, são expressões faciais, maneira como uso a boca na hora de cantar usando técnica vocal.

Wolfheart: Gravar um vídeo-clipe neste castelinho foi um sonho meu desde o primeiro dia em que o vi, há três anos atrás. Sua imagem é bem magnetizante, a sua história real de amor e morte e toda a sua arquitetura gótica francesa casou perfeitamente com o clima da música “End Of Light”.

Wolfheart: Conseguir entrar com este clipe na programação da MTV foi uma grande vitória, visto que fomos a primeira banda de Gothic Metal brasileira a ter um clipe veiculado na programação da MTV, e isto nos trouxe um grande retorno, pois as pessoas estão nos conhecendo no meio da rua tipo, “Eu vi seu clipe na MTV, adorei a música! Parabéns!”. Isto é gratificante demais para o artista, graças ao trabalho magnífico do produtor Luiz Amorim, que fez milagres diante de nosso orçamento. O clipe ainda contou com a participação especial da atriz Elaine Thrash e o making of do vídeo-clipe foi todo fotografado e registrado pelo grande profissional da cena metal, Ricardo Zupa.

Camilla Raven: No momento estamos preparando o segundo vídeo-clipe de nossa carreira para a música de trabalho do disco, a “Soulmoon”.

Whiplash!: Em 1996, quando a Ravenland começou suas atividades, não havia tantas bandas como a saturada cena gótica dos últimos tempos. Até onde venho acompanhando, vocês pretendem adicionar novos elementos para reforçar suas próprias características. Poderiam adiantar que elementos seriam estes?

Camilla Raven: Sim. Hoje em dia é difícil inovar em um estilo que já existe e acabar se limitando por se preocupar tanto com a inovação e não com a qualidade das composições. Considero o diferencial da Ravenland, além dos vocais fugirem do comum “a Bela e a Fera”, a mistura que fazemos de Rock 80’s com o peso do Metal. Acredito que se não tivéssemos algum diferencial, não conseguiríamos atrair várias tribos como o que está acontecendo. Recebemos elogios de pessoas que curtem Black Metal, Gothic Metal, Dark Wave e até mesmo Pop e de pessoas que não são tão ligadas a música, é muito comum ouvirmos “...não curto Metal Gótico, mas a banda de vocês eu gosto”. Isso é importante pra gente, pois abre as portas para o nosso estilo ser mais conhecido. Sei que ele não é comum aqui no Brasil, isso é fato, é cultural, como, por exemplo, o Within Temptation que sempre passa na TV aberta na Holanda. Mas enfim, podemos fazer com que a cena cresça e se fortaleça um pouco mais. Além de termos conseguido atrair outros públicos, não fugimos do estilo a que somos comprometidos! E você pode sentir influências de outras bandas em nossas músicas, afinal, é a nossa bagagem, é o que ouvimos desde sempre, uma idéia surge de outra ou outras que já foram criadas antes e que se espelharam em outras idéias anteriores. É sempre assim, mas além de sentir essas influências, nunca nos disseram que tal música nossa era cópia de outra, considero isso o mais importante.

Wolfheart: Realmente, quando começamos não haviam tantas bandas no cenário, o Silent Cry estava começando também, o Imago Mortis e o Serpent Rise eram algumas grandes bandas com o um pé no Doom e outro no Gothic, mas o Pettalon acho que foi o maior junto ao Silent Cry. Infelizmente a Ravenland, por todas as dificuldades de músicos e gravadora, não conseguiu lançar o debut naquela época também, então hoje o cenário está bem saturado, mas com excelentes bandas também como o Sunseth Midnight.

Wolfheart: Dentro da nossa proposta de som fazemos algo diferente sim, e temos a cabeça bem aberta para outros estilos, assim como curtimos o Death Metal, gostamos também do Pop ou de New Age. Temos algumas idéias que poderiam realmente inovar, mas temos que amadurecê-las mais para que soem bem na banda, respeitado o estilo proposto e não como algo forçado.

Whiplash!: Ainda sobre a proeza em atingir sua própria sonoridade... Qual sua opinião sobre “Aegis” (Theatre Of Tragedy) e “Forever Autumn” (Lake Of Tears)? Particularmente, considero estes álbuns com sonoridades melancólicas muito distintas daquele Gótico que se espalhou mundo afora... Aliás, a Ravenland possui um elo com o Lake Of Tears, não é mesmo?

Wolfheart: Adoro estes dois discos, o “Aegis” do Theatre Of Tragedy demorou mais para eu digeri-lo (risos), fui um dos primeiros a comprar o disco e acredito que o que demorou mais para gostar, pois só vim a gostar mesmo do “aegis” quatro anos depois do seu lançamento, mas hoje amo este disco.

Camilla Raven: No "Aegis" você sente a diferença com a saída do Tommy, é um disco diferente do anterior “Velvet Darkness...” que conta com linhas compostas pelo Tommy. Mas eu gostei muito do "Aegis" também, mas os anteriores são de uma época mágica do estilo.

Wolfheart: O "Forever Autumn" é belo, embora minha ligação mais forte com o Lake Of Tears tenha se iniciado no segundo disco deles, o “Headstones” que traz a música “Raven Land”, e o álbum inteiro possui uma sonoridade mais forte, mais peso, e é um disco conceitual incrível. O Daniel Brenare (líder do Lake Of Tears) sabe que o nome da Ravenland se originou devido ao nome da música deles. Acredito que a Ravenland ainda irá atingir a sua própria sonoridade, estamos com a mesma formação desde 2006, quando a reativamos, embora o Tropesso (Fernando Tropz) tenha entrado na banda após a gravação do disco e o Fermann (tecladista) também, mas a Ravenland tem encontrado pessoas compromissadas e dedicadas, por isso acredito que com o tempo que teremos juntos facilitará para desenvolvermos a nossa sonoridade.

Whiplash!: Tendo liberado há pouco "...And A Crow Brings Me Back", e tendo em vista seus planos para o futuro, qual o significado de ‘Ravenland’ para seus músicos?

Camilla Raven: A Ravenland, desde o inicio, sempre teve o significado de objetivo de vida para nós. Estamos lutando pelo nosso espaço, e acreditar no nosso trabalho, colocar a nossa alma em nossas músicas e ter o comprometimento com a banda, isso parte de todos os integrantes da Ravenland. Somos uma família e queremos tocar e evoluir juntos, por muito tempo ainda, e mostrar a nossa música ao mundo.

Wolfheart: “Blood And Tears” a Ravenland é a minha vida, estou longe da minha família devido à banda, vivo 24 horas trabalhando na Ravenland, nesta batalha já tive muitas alegrias e tristezas, mas atualmente vejo o meu sonho se realizando passo a passo. Ainda bem que arrumei uma parceira como a Camilla, que está comigo nesta e pensa como eu penso, temos o mesmo objetivo para a Ravenland. O Albanes (guitarrista) e o João Cruz (baixista) pensam assim também, além dos dois novos membros o Tropz (bateria) e o Fermann (teclados). Por isso que a Ravenland está cada vez conquistando mais espaço.

Whiplash!: Ok, pessoal, o Whiplash! Agradece pela entrevista! Fiquem à vontade para os comentários finais...

Camilla Raven: Quero agradecer ao Whiplash pelo espaço e apoio! E aos leitores, espero vê-los nos shows! Confiram o "...And A Crow Brings Me Back"!! Em breve, mais novidades sobre a banda, mais datas e pretendemos mostrar algo do segundo álbum ainda no começo de 2010. Fiquem ligados!

Wolfheart: Obrigado a todos que tem nos apoiado e principalmente ao Whiplash! por esta entrevista, mas não poderia terminar esta de outra maneira, se não citando estas poucas palavras de Poe:

“...e o corvo na noite infinda, está ainda, está ainda
no alvo busto de Atena que há sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
e a luz lança-lhe a tristonha sobra no chão há mais e mais,
libertar-se-á... nunca mais!”

EDGAR ALAN POE

Contato:
http://www.ravenland.net
http://www.myspace.com/ravenland

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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