America e Chicago: viagem ao tempo em Belo Horizonte
Resenha - America e Chicago (Chevrolet Hall, Belo Horizonte, 24/09/2010)
Por Mariana Reis
Postado em 01 de outubro de 2010
Sexta calorosa, lua cheia e dois ótimos shows em um para animar a noite do dia 24 de setembro, no Chevrolet Hall. O espetáculo começou às 21h com a banda America, que tocou clássicos sucessos, como "You can do Magic", "Ventura Highway", "I Need You" e "Don'cross The River". Chicago entrou no palco pouco depois das 23h. A turnê também passou pelo Rio de Janeiro e São Paulo.
Comemorando 40 anos de estrada, a banda America, formada pelos membros originais Gerry Beckley e Dewey Bunnell, encantou a todos com um áudio espetacular, afinação e simpatia. O America não usou cenário, nem pirotecnia. Bunnell parecia estar muito emocionado.
No palco, o Chicago contou com nove integrantes. Destes, somente Loughnane, Robert Lamm (teclados), James Pankow (trombone) e Walt Parazaider (saxofone) são da formação original. Eles exploram a trilha jazz-rock, além de um repertório especialmente selecionado, como "Baby, what a big surprise", "Hard to say I'm sorry" e "Happy man".
Ao contrário do que se esperava, as bandas foram prestigiadas por pessoas de todas as gerações. Ana Carolina Ribeiro, de 22 anos, se considera fã de Chicago desde que nasceu, pois sempre gostou por influência dos pais. Já Maria Rita Viana, de 50 anos, é fã da banda desde sua adolescência e acredita que é da "época dos bons tempos e dos bons sons".
Cristiane Rodrigues, de 29 anos, aguardava ansiosamente na porta do camarim do Chicago para presenteá-los. Dentro de uma grande sacola verde estava uma oração do amanhecer. "É uma oração universal que fala da paz e do amor, independente de religiões", conta Cristiane, que entregou o presente em uma versão inglês.
Após o show, na saída do Chevrolet Hall, diversas fãs desesperadas aguardavam ter a oportunidade de conhecer os músicos do Chicago. Foi quando eles apareceram e pararam para tirar fotos. Norma Suelly Neves, de 44 anos, ficou alucinada. "Estou realizando um sonho. Batalhei pelos ingressos e agora consegui um autografo!", conta Suelly. Os músicos entraram na van depois de muita simpatia e foram embora deixando uma eterna saudade daquela bela noite.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os cinco maiores discos progressivos dos anos sessenta, segundo site britânico
As 7 maravilhas do mundo do heavy metal e como conhecê-las
O lendário vocalista que teve o dedão amputado por um anão de jardim no quintal
Para conceituado escritor, Metallica está sofrendo de "síndrome de Iron Maiden"
Sepultura, Titãs e Luiz Caldas levam o peso do rock ao Altas Horas deste sábado
Amanda Somerville diagnosticada com tumor cerebral maligno e agressivo
Regis Tadeu derruba consenso de décadas sobre "Roots" do Sepultura
Vocalista se afasta por tempo indeterminado do Dragonforce, que anuncia substituto
Shows no Brasil que encerraram ciclos em carreiras de bandas internacionais
As seis músicas mais importantes do Judas Priest, segundo K.K. Downing
A música do Oasis que Noel Gallagher considera a sua "Hey Jude"
A música do The Cure que decepcionou Robert Smith ao virar seu maior sucesso
A cantora "de fora" que para Joan Jett merecia ser alçada à categoria de rockstar
A banda de metal que Jerry Cantrell considera a maior e melhor de todos os tempos
O melhor riff de guitarra do Accept de todos os tempos, segundo Wolf Hoffmann
Roberto Medina explica porque o Rock está cada vez diminuindo mais no Rock in Rio
James Hetfield exibe o álbum do Iron Maiden que foi crucial para a carreira do Metallica
Vampeta explica por que se tornou fã de Guns N' Roses e U2

Os 11 maiores solos com pedal wah da história do rock e metal, segundo a Loudwire
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista
Em 16/01/1993: o Nirvana fazia um show catastrófico no Brasil



