Geddy Lee relembra o clássico do Rush onde encontrou seu som e estilo como baixista
Por André Garcia
Postado em 09 de dezembro de 2023
Tirando aqueles que curtem mais a fase progressiva do Rush, a maioria dos fãs concorda que a banda chegou a seu auge em 1981 com "Moving Pictures". E não é para menos: o álbum de hits como "Tom Sawyer" e "YYZ" foi um divisor de águas na carreira do trio canadense em muitos aspectos.
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O "Moving Pictures" foi até mesmo o disco em que Geddy Lee considera ter finalmente encontrado tanto seu som quanto seu estilo como baixista. Em recente entrevista para a Vulture, ele revelou...
"'Red Barchetta' foi o som quintessencial do Rickenbacker para mim. Eu fiquei muito feliz com o som da música porque o baixo é bem expressivo. É uma história sonhadora, mas o baixo corta e agride com equilíbrio agradável entre a frequência inferior [do espectro sonoro] com o topo, o que é sempre tão difícil obter. 'Red Barchetta' para mim foi o que estabeleceu aquele timbre."
"Meu trabalho como baixista em um trio era, de alguma forma, criar um tom que tivesse profundidade suficiente para ser satisfatório. Um baixista deve preencher a frequência inferior, que é o que faz você vibrar, faz você se mover. Eu tinha que garantir que tivesse o suficiente daquilo acontecendo."
"Ao mesmo tempo, eu sou um músico meio insuportável: eu quero ser ouvido. Eu não quero apenas ficar satisfeito em fazer cócegas na parte inferior do que as pessoas estão ouvindo. Eu até fico feliz em fazer cócegas na parte inferior, mas eu quero triturar no topo. Eu quero fazer uma afirmação. Aquilo levou a muita experimentação."
"O segredo do Rush era sempre conseguir encontrar um som orgulhoso para o baixo que ainda funcionasse com os outros instrumentos e não ocupasse muito do centro das atenções. Tentamos dividir o centro das atenções. Ser agressivo e ficar fora do caminho quando necessário sempre foi um desafio para mim."
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