O álbum do Cazuza que Regis Tadeu odeia: "Esse disco é horroroso, não tem condição"
Por Gustavo Maiato
Postado em 01 de maio de 2026
Cazuza morreu em 1990 e no ano seguinte a gravadora Polygram resolveu lançar o álbum "Por Aí..." com músicas inéditas que não foram aproveitadas no disco anterior "Burguesia" e outras canções antigas.
O trabalho tem músicas como "Não Há Perdão Para o Chato", parceria com Arnaldo Antunes e Zaba Moreau, e "Hei, Rei", com Frejat, mas acabou não obtendo o sucesso de outros trabalhos icônicos do Cazuza - seja em carreira solo ou com o Barão Vermelho.

Durante live resgatada pelo canal Debate Sobre Música, os jornalistas musicais Regis Tadeu e Sérgio Martins foram questionados por um internauta a respeito de suas opiniões sobre "Por Aí...".
Regis não deu chance para o registro e detonou o trabalho: "Falar que é chato é uma bondade, imagina. Esse disco é horroroso. O 'Burguesia' era péssimo, mas esse não dá. Não tem condição".
Já Sérgio Martins explicou que mesmo em "Burguesia" a inspiração de Cazuza já estava por baixo e não foi diferente com o álbum seguinte lançado já após seu falecimento. "Não é nem um álbum póstumo, é uma raspa do tacho que eles fizeram. Se o 'Burguesia', que foi o último disco que o Cazuza gravou em vida, já era uma bobagem, imagina esse. Tem até 'Camila, Camila'"
Cazuza e o álbum "Por Aí"
Lançado em abril de 1991, "Por Aí..." é o quinto álbum de estúdio de Cazuza e o último com canções inéditas do cantor. O disco saiu após sua morte, em 1990, e reuniu faixas gravadas entre 1986 e 1989, parte delas deixada de fora de "Burguesia", álbum duplo lançado em 1989. O repertório mistura MPB, rock, pop rock e country, com composições próprias, parcerias e regravações.
O álbum tem forte caráter de despedida. Cazuza já enfrentava os efeitos da Aids durante a fase final das gravações e tentava registrar o máximo de material possível. Entre as faixas estão "Por Aí...", música da época do Barão Vermelho, "Camila, Camila", com Sandra de Sá, "Cavalos Calados", de Raul Seixas, e "Summertime". O resultado é um retrato dos últimos anos criativos do artista, marcado por urgência, memória e colaboração com amigos como Frejat, João Rebouças, Arnaldo Antunes e George Israel.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As duas bandas de metal que James Hetfield não suporta: "Meio cartunesco"
5 bandas de abertura que roubaram o show e deixaram artistas gigantes sem saber o que fazer
Metallica reúne mais de 90 mil pessoas no primeiro show de 2026
10 bandas de rock que já deveriam ter se aposentado, segundo o Guitars & Hearts
Os dois melhores álbuns dos anos 1970, segundo David Gilmour
Angra celebrará 30 anos de Holy Land com show em Porto Alegre em setembro
Por que Floor Jansen pediu uma bolsa de carne ao tentar comprar item de bebê na Suécia?
Peça polêmica que envolve dedos e orifícios é arte? Rafael Bittencourt opina
Quando Ritchie Blackmore falou merda e perdeu a amizade de um rockstar maior que ele
O clássico do Bullet for My Valentine que tem riff inspirado no tema do filme "O Exorcista"
"O cara pirou?"; quando o pessoal do Led duvidou da sanidade de Page ao montar um clássico
O álbum dos anos 1990 que Mick Jagger considera perfeito: "Cada faixa é um nocaute"
As 20 melhores músicas do Iron Maiden segundo o WatchMojo.com
Fã joga disco em Eric Clapton e ele abandona show na Espanha
Dragonforce faz primeiro show com Alissa White-Gluz; veja os vídeos
A sugestão de Cazuza que Leoni driblou para tornar "Exagerado" maior hit de sua carreira
Cazuza sobre como Jimi Hendrix e Janis Joplin o inspiraram profissional e pessoalmente
Morre Guto Graça Mello, produtor de Cazuza, Rita Lee e trilhas do cinema brasileiro
O álbum do Cazuza que Regis Tadeu odeia: "Esse disco é horroroso, não tem condição"
Dé Palmeira revela por que ficou anos sem falar com Cazuza após saída do Barão Vermelho
A cantora que Cazuza gostou tanto que aplaudiu show de forma bizarra e nada convencional


