Heaviest: Metal moderno que não perde características clássicas
Resenha - Nowhere - Heaviest
Por Ed Oliver
Postado em 01 de agosto de 2016
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Que sensação agradável quando a gente se depara com trabalhos tão bem acabados e concebidos como este "Nowhere", do Heaviest! Não dá para ignorar e não salientar que a presença do Mario Pastore traz toda uma bagagem especial ao som do grupo investindo agora em tons mais graves e drives, a exemplo do que Edu Falaschi fez no Almah – só para termos um ponto de comparação. Mas a banda ainda tem seus talentos individuais, que somaram de forma definitiva para o resultado do álbum de estreia, mostrando personalidade própria!
"Nowhere" é um Metal moderno que não perde suas características clássicas e épicas, aqueles refrões que você adora cantar junto com a banda e diversos momentos para literalmente pogar e balançar as cabeças!
O disco já abre com a arrasa-quarteirões "Buried Alive", onde Pastore mostra todo o poder de sua garganta! Aliás, essa deveria ser a música de trabalho do CD ao invés da também excelente "Nowhere", mas aí já é uma opinião minha.
Seguem-se a cadenciada "Decisions" e a faixa-título, mostrando a tônica do álbum cuja característica de canção das composições e a personalidade das músicas. Elas ocuparam o lugar de exageros virtuosos, o que prova a maturidade bem-vinda que o Heaviest possui em seu line-up.
"Betrayed" é uma canção sensacional e bem acabada, mais uma vez captando o momento inspirado do guitarrista Guto Mantesso. Um misto bem dosado de groove e belos riffs e solos de extremo bom gosto! "Crawling Back" e "Torment" são simples em sua construção e empolgam pela pegada, trazendo aquela ginga de riffs que só os músicos brasileiros conseguem imprimir no Metal.
"Time" flerta com o Thrash mais uma vez evidenciando os vocais de Pastore numa bela palheta de tons colorindo a tela desta composição rica de detalhes.
"Ressurection" já tem uma pegada mais Metal moderno em riffs cadenciados com vocais se intercalando entre a melodia e drives bem colocados e um belíssimo show da bateria de Felipe Purini.
"Finding A Way" é uma belíssima balada, quebrando o gelo com extremo bom gosto e o virtuosismo de Mantesso e Eidt para o encerramento com a poderosa "Land of Sin".
Torço sinceramente para que o Heaviest alce vôos mais altos e tenha o merecido sucesso que sua música de personalidade e qualidade oferece ao público. O primeiro passo certeiro já foi dado!
Formação:
Mario Pastore (vocal)
Guto Mantesso (guitarras)
Marcio Eidt (guitarras)
Renato Dias (baixo)
Vito Montanaro (bateria)
Faixas:
01 – Buried Alive
02 – Decisions
03 – Nowhere
04 – Betrayed
05 – Crawling Back
06 – Torment
07 – Time
08 – Resurrection
09 – Finding A Way
10 – Land of Sin
Outras resenhas de Nowhere - Heaviest
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Bono e The Edge explicam o que mantém o U2 unido há 50 anos
O gênero musical que Slash considera mais vibrante que o rock atualmente
A canção de dois adolescentes que impediu "Bohemian Rhapsody" de chegar ao topo das paradas
Nicko McBrain reconhece que Iron Maiden foi injusto com Blaze Bayley
A música que Ian Gillan considera a melhor de sua carreira, acima dos clássicos do Deep Purple
Os graves erros que Mick Mars cometia no palco do Motley Crue, segundo Tommy Lee
A música que Jon Bon Jovi nunca cantaria, segundo Desmond Child
Zakk Wylde lembra breve período como guitarrista do Guns N' Roses
A melhor música dos Rolling Stones, segundo a Paste Magazine
Angra reúne Kiko, Falaschi e Akira Takasaki, do Loudness, em apresentação de "Burn", do Purple
A banda de metal que Gene Simmons dizia que iria tomar o lugar do Kiss
O guitarrista que Angus Young considera o mais superestimado do rock
O motivo que enterrou os planos do Sonata Arctica para os 30 anos de carreira
As últimas músicas tocadas por 15 bandas de rock e metal que não fazem mais shows
Nicko McBrain revela que indicou Aquiles Priester para seu lugar no Iron Maiden
A opinião de Robert Plant sobre o rei Elvis Presley
O comportamento em comum de James Hetfield e Bruce Dickinson que irrita alguns fãs
Fotos de Infância: Marilyn Manson

"Gates of Twilight", a estreia certeira do Wings of Steel
"From The Dark"; "apenas" um disco solo de Tony Iommi que evoca o Black Sabbath com Dio
Nunslaughter retorna disparando blasfêmia de grosso calibre no ótimo "Satanic Chaos Legions"
Immolation mantém a extremidade intacta com "Descent"
The Hellacopters revê sua transformação em "Cream Of The Crap! Volume 3"
O ocultismo britânico ganhou novos contornos com "Woodland Rites" do Green Lung
Biohazard retorna afiado com "Divided We Fall"
Tyketto recupera o fôlego com "Closer to the Sun", seu primeiro disco em uma década



