Heaviest: nova banda de Mario Pastore em seu excelente debut
Resenha - Nowhere - Heaviest
Por Junior Frascá
Fonte: Entrou na Sala
Postado em 26 de setembro de 2015
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Nova banda formada por Guto Mantesso – Guitarra; Marcio Eidt – Guitarra; Renato Dias – Contrabaixo; Vito Montanaro – Bateria; e pelo consagrado vocalista Mario Pastore (PASTORE, ex- DELPTH, HAMLET, ACID STORM), o HEAVIEST, como o próprio nome sugere, veio para criar um metal moderno e pesadíssimo, mas com ótimas melodias e muita qualidade.
Como o próprio release da banda menciona, as influências mais visíveis aqui são de bandas como ADRENALINE MOB, STONE SOUR e DISTURBED, remetendo aos também brasileiros do NOTURNALL, mas também com uma lado de thrash/groove na escola PANTERA. Mas tudo feito com muita personalidade e bom gosto.
O peso das guitarras chama a atenção logo na primeira faixa, a ótima "Buried Alive", com o groove já mencionado se destacando logo de cara, e uma cozinha precisa e sem exageros, e Mario mostrando toda sua técnica.
Alias, sem dúvida este é o trabalho em que Mario faz suas linhas mais agressivas até hoje, muito além do que já havíamos escutado no último disco da banda PASTORE, mostrando toda sua técnica e versatilidade como performances monstruosas e cheias de feeling.
Outro fato que chama a atenção é a mescla da banda entre momentos mais técnicos e outros mais simples, de forma bem homogênea e natural, agradando o ouvinte logo na primeira audição.
Todas as faixas são ótimas, sendo até difícil indicar destaques, mas cito apenas "Nowhere" e a pesada e cadenciada "Crawling Back", que mostram bem latentes todas as principais características da banda, para o ouvinte de primeira viagem ter uma idéia do que esperar aqui.
Além disso, a produção do material é ótima, com tudo muito bem timbrado, e uma sonoridade brutal, mas limpa na medida certa.
Sem dúvida uma banda que tem um potencial absurdo para se destacar tanto no Brasil como no exterior, e que já no seu debut lança um dos grandes discos nacionais dos últimos tempos! COMPRE!
Nowhere - Heaviest
(MS Metal Records - 2015)
Tracklist:
1. Buried Alive
2. Decisions
3. Nowhere
4. Betrayed
5. Crawling Back
6. Torment
7. Time
8. Resurrection
9. Finding A Way
10. Land Of Sin
Outras resenhas de Nowhere - Heaviest
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
O guitarrista que Angus Young acha superestimado; "nunca entendi a babação"
Dave Mustaine não queria que Megadeth encerrasse atividades, mas reconhece dificuldades
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Duff McKagan do Guns N' Roses
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
Dave Mustaine poderá escrever novas músicas mesmo após o fim do Megadeth
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
A melhor fase da história do Megadeth de todos os tempos, segundo Dave Mustaine
O guitarrista que Brian May diz ter inventado "um gênero inteiro" a partir do zero
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Rob Halford não sabe como Judas Priest sobreviveu às gravações de "Screaming for Vengeance"
Cinco músicos ligados ao punk que eram "treinados demais" pro clichê dos três acordes
O maior erro da carreira de Ronnie James Dio, segundo baixista que tocou com o vocalista
Zakk Wylde: o riff que ele queria ter criado - e a música que ele nunca conseguiu tocar
A melhor banda de rock alternativo da atualidade na opinião de Elton John: "Maravilhoso!"

O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



