Eibon La Furies: Metal obscuro indefinido
Resenha - Immoral Compass - Eibon La Furies
Por Vitor Franceschini
Postado em 10 de março de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Interessante a mescla e variação de estilos que os britânicos do Eibon La Furies propõem. Este é o segundo álbum da banda que se formou em 2005 e atualmente conta com Paul D Sims ‘Lord Eibon Blackwood’ (vocal/guitarra/teclado/progamming), Matt Cook ‘The Furious Host’ (baixo/vocal), James Batt ‘Battalion’ (bateria/programming) e Neil Purdy (guitarra).
Inicialmente associaríamos a banda ao Black Metal, por algumas características como os vocais e algumas temáticas. Mas a sonoridade da banda vai muito além. A cadência das composições nos remete ao Avant-Garde, Dark e Symphonic Metal. De imediato o trabalho me lembrou os alemães do Agathodaimon no álbum "Higher Art of Rebellion".
O som não é a coisa mais complexa do mundo, mas digeri-lo requer mais que uma audição. Os arranjos e as levadas são de, certa forma diferentes, e até estranhas. Porém, tudo vai se tornando mais bacana depois de várias audições. É aquele tipo de álbum que você descobre mais elementos a cada ouvida.
Destaque para as faixas Imperial Jackal’s Head, Flames 1918 (A Song for the Silence) e Who Watches the Watchers?. A boa produção fugindo dos padrões modernos de hoje em dia colabora muito para a autenticidade das composições. Um trabalho esquisito, porém muito interessante.
http://www.eibonlafuries.co.uk/
https://www.facebook.com/eibonlafuries
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rolling Stones voltam ao estúdio apenas três meses após lançar novo álbum
A música que o Black Sabbath escreveu para "A Hora do Pesadelo 3"
12 bandas de rock que contam com apenas um membro original na formação
O músico que mudou o som do Scorpions; "vamos tornar essa porra pesada novamente"
A banda em que Matt Sorum mais gostou de tocar (não foi o Guns N' Roses)
O trabalho do Metallica que James Hetfield admite que não funciona bem ao vivo
Nos 40 anos de "Reign in Blood" (Slayer), Dave Lombardo celebra o álbum
Do início caótico ao último álbum, a discografia do Megadeth comentada por Mateus Ribeiro
5 prisões de astros do rock que tiveram consequências muito além da cadeia
Rockstar Games divulga rádio de GTA 6 com Kerry King e Tom Araya
A música do AC/DC que ensinou Kurt Cobain o suficiente para começar a compor
Quando Keith Richards se apaixonou por uma música - e pela vocalista que a cantava
Os três álbuns do Pink Floyd que Roger Waters não consegue engolir
Os melhores álbuns de melodic death metal dos anos 90, segundo o Loudwire
Quando Brian May mandou uma mensagem para o Metallica; "Isso aquece meu coração"
O hit do Van Halen que Sammy Hagar se recusava a cantar quando entrou na banda
Mamonas Assassinas: músicos já sabiam que iam morrer?
O melhor álbum do Metallica de todos os tempos, segundo o rival Bruce Dickinson



Carach Angren - Sete histórias para um inferno
Paura mira em velhos problemas humanos e entrega muito metalcore em "Primitive Chaos"
Flotsam and Jetsam entrega fúria e maturação em "Rats in the Temple"
Pride Of Lions Mantém a Tradição do AOR Clássico em "Unbridled"
Quase vinte anos do seu lançamento, "Over The Under" ainda soa vigoroso
Use sua ilusão: o pseudo disco perfeito do Guns N' Roses
30 anos de "A Tempestade" - o álbum que se tornou a despedida de Renato Russo
Os 40 anos de "Reign in Blood", obra-prima do Slayer e um dos maiores clássicos do thrash metal
Iron Maiden: Review do novo álbum publicado na revista Kerrang



