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Soilwork: Veloz e implacável como a velha escolha ensina

Resenha - Chainheart Machine - Soilwork

Por Ben Ami Scopinho
Postado em 11 de junho de 2012

Nota: 8 starstarstarstarstarstarstarstar

Continuando a resgatar importantes obras do Heavy Metal mundial, a Shinigami Records está agora disponibilizando "The Chainheart Machine", lançado originalmente pelo Soilwork em 2000 e até então inédito no Brasil. Embora este registro tenha surgido após o At The Gates, In Flames e Dark Tranquillity lançarem as bases para o chamado Death Metal Melódico sueco, é indiscutível que este álbum tenha sido de fundamental importância para a ascensão do Soilwork.

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Se ao longo dos últimos anos o Soilwork dividiu as opiniões por ir modificando sua musicalidade de forma a torná-la mais acessível, o que temos em seus primeiros álbuns é uma música que permanece muito próxima de ser realmente extrema. Após "Steelbath Suicide" (98) ter atraído algumas atenções ao nome do grupo, "The Chainheart Machine" continuava a exibir uma agressividade monolítica, mas agora as arestas estavam aparadas e a banda transitava pelo Death e Thrash Metal, sempre com muitas melodias, de forma muito mais natural.

Marcando a estreia do excelente baterista Henry Ranta e do guitarrista Ola Frening, o Soilwork mostrava como havia amadurecido, em especial no quesito solos de guitarras e nas linhas vocais de Bjorn 'Speed' Strid, completamente ferozes e, ainda assim, articuladas. E até mesmo a forma comedida como se usam os teclados, que fornecem uma atmosfera adequada, sem nunca dominar a composição, merece ser mencionada.

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Ou seja, puro Heavy Metal, veloz e implacável como a velha escolha ensina, mas ainda assim sutilmente grudento, características bem representadas especialmente pela faixa-título. Contando ainda com canções de impacto como a multifacetada "Millionflame", as violentíssimas "Possessing The Angels" e "Machinegun Majesty", a versão nacional traz ainda os bônus ao vivo para essa mesma "Machinegun Majesty" e "Neon Rebels"; além de toda a diagramação ser diferente da original, mais limpa e organizada, e com notas sobre esta fase do Soilwork.

Após a repercussão obtida com este disco, o Soilwork assinou com a Nuclear Blast e, ainda que os dois álbuns seguintes – "A Predator's Portrait" (01) e "Natural Born Caos" (02) – mostrassem uma evolução apropriadamente consistente, posteriormente os suecos investiram fundo no fator melodia e abrandaram drasticamente a velha distorção. Naturalmente, as opiniões mundo afora se dividiram, mas "The Chainheart Machine" continua sendo considerado como um dos melhores registros da primeira fase da banda. Podem conferir!

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Contato:
http://www.soilwork.org
http://www.myspace.com/soilwork

Formação:
Bjorn 'Speed' Strid - voz
Peter Wichers - guitarra
Ola Frenning - guitarra
Ola Flink - baixo
Carlos Del Olmo Holmberg - teclados
Henry Ranta - bateria

Soilwork - The Chainheart Machine
(2000 / Listenable Records – 2012 / Shinigami Records – nacional)

01. The Chainheart Machine
02. Bulletbeast
03. Millionflame
04. Generation Speedkill
05. Neon Rebels
06. Possessing The Angels
07. Spirits Of The Future Sun
08. Machinegun Majesty
09. Room No. 99
10. Machinegun Majesty (bônus live)
11. Neon Rebels (bônus live)

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".
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