Ektomorf: mais do mesmo em despreocupada zona de conforto
Resenha - What Doesn't Kill Me - Ektomorf
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 20 de março de 2010
Nota: 6 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Na ativa desde 1993, o Ektomorf passou a ser conhecido, há tempos, como o ‘Soulfly da Hungria’. Curiosamente, a banda húngara tem mais tempo de estrada, mas tal alcunha não deixa de proceder, tal a similaridade entre ambas. E certamente não é seu mais novo álbum, lançado no mercado brasileiro via Laser Company, que o afastará da sombra do grupo de Max Cavalera e Cia...

"What Doesn’t Kill Me" novamente apresenta seu explosivo e moderno Thrash Metal, tão repleto de groove e com uns lances meio tribais sempre muito bacanas. Mas o Ektomorf parece estar em uma despreocupada zona de conforto, pois investe pouco, mas muito pouco mesmo, em elementos que poderiam tornar seus álbuns relativamente distintos entre si. E, neste esquema, o novo disco é apenas 'mais do mesmo'.
Além disso, o repertório atual prima por tal linearidade que suas músicas soam, muitas vezes, por demais similares entre si. Obviamente há pontos positivos, em especial a seção rítmica que – esta sim! – consegue imprimir um trabalho com a necessária diversidade que tanto enriquece as canções. Mas é só. Zoltán realmente exorciza seus demônios com linhas vocais repetidamente raivosas e as guitarras poderiam criar riffs e solos muito mais interessantes do que o apresentado.
Apesar de tantos pontos aparentemente depreciativos, composições como a abertura "Rat War", a própria faixa-título, "I Can See You" e "Scream", com elementos acústicos, são realmente muito boas, mas não o suficiente para alavancar o disco a um novo nível. Certamente o Ektomorf soube como conquistar seus admiradores com as extensas turnês dos últimos anos, e são estes mesmos fãs que realmente poderão aprovar "What Doesn’t Kill Me"...
Contato:
http://www.ektomorf.com
http://www.myspace.com/ektomorf
Formação:
Zoltán Farkas - voz e guitarra
Tamás Schrottner - guitarra
Csaba Farkas - baixo
József Szakács - bateria
Ektomorf - What Doesn’t Kill Me
(2009 - AFM Records / Laser Company Records - nacional)
01. Rat War
02. Nothing Left
03. What Doesn’t Kill Me
04. Revenge To All
05. Love And Life
06. I Can See You
07. I Got It All
08. New Life
09. Sick Of It All
10. It’s Up To You
11. Envy
12. Scream
13. Breed The Fire
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



De Megadeth a Bruce Springsteen, as 10 músicas mais sombrias da história do rock
Mötley Crüe realiza trollagem com Extreme em último show de tour conjunta
Como surgiu a ideia de formar o Heaven & Hell, de acordo com Geezer Butler
A melhor introdução de bateria de todos os tempos, segundo Gastão Moreira
Roger Waters e filho criam o Legacy, projeto que celebra a obra do Pink Floyd
Hammerfall anuncia turnê latino-americana 2027 e confirma três sideshows do Bangers Open Air
Jim Root admite que último álbum do Slipknot não foi bom
Tony Iommi (Black Sabbath) fala sobre seu melhor amigo, Brian May (Queen)
O metal do Angra respira: Alírio Netto e banda em noite iluminada.
Por que Lobão foi expulso da Blitz às vésperas do estouro, segundo o próprio
Site indica que Pantera fará turnê latino-americana em 2027
Guitarrista do Paradise Lost acha que falta tédio no mundo atual
O álbum definitivo do Dream Theater, na opinião do vocalista James LaBrie
Bill Ward não quis participar da turnê de despedida do Black Sabbath
O disco dos anos 70 que David Ellefson considera perfeito
A música "desagradável" que virou hit e ultrapassou 2 bilhões de plays no Spotify
Quem são as "Frágeis Testemunhas" da canção "Refrão De Bolero" do Engenheiros do Hawaii
A improvável música pop que coloca um sorriso no rosto de Dave Mustaine há 30 anos

O Julgamento do Metal Clássico: Rock Justice impressiona na estreia com "You've Been Served"
Carach Angren - O horror dentro da caixa em "Dance and Laugh Amongst the Rotten"
Animals (1977) - quando o Pink FLoyd resolveu chamar todo mundo de bicho
Moonspell - A grandiosidade do Heavy Metal e da música erudita em "Opus Diabolicum"
Resenha: "Hard-Fi" - Rosa Tattooada (2026)
Depois da ressurreição, Marilyn Manson declara vingança em novo álbum
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Iron Maiden: Grata surpresa e despedida perfeita do gigante
Death: Responsáveis por elevar a música pesada a novo nível



