Resenha - Back In Black - AC/DC

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Por Daniel Sanes
Enviar correções  |  Comentários  | 

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


IT'S A LONG WAY TO THE TOP IF YOU WANNA ROCK'N'ROLL!
3006 acessosPhil Rudd: por que ele se recusa a fazer solos de bateria5000 acessosMetromix: a lista dos vocalistas mais irritantes do rock

Tempos atrás, foi divulgado que o álbum Back in Black, do AC/DC, é um dos mais bem-sucedidos da história comercialmente. A bolacha de capa preta só perdeu para o "mega-popstar-papa-criancinhas" Michael Jackson, que se manteve invencível na primeira colocação com seu clássico Thriller.

Mesmo assim, é surpreendente que uma banda de rock'n'roll "não pop" tenha atingido tal marca. Ao colocar o disco para rolar, podemos perceber que ele é merecedor desse recorde. Mas, ao mesmo tempo, fica difícil compreender como um álbum tão sujo, ardido e chapante possa ter caído no gosto popular - sim, pois para vender 42 milhões de cópias é preciso atingir a massa.

Desde a sombria "Hells Bells" até a celebração pró-guitarras de "Rock'n'roll ain't noise pollution", o disco é um convite para pular sem parar e imitar Angus Young em seus delírios de palco. Mesmo agora, 24 anos após seu lançamento, Back in Black é uma autêntica porrada sonora: a boa produção de John Mutt Lange permite que o disco soe pesado até hoje - aliás, muito mais pesado que diversas bandinhas pseudoroqueiras que inundam o atual cenário.

O fato mais curioso é que o álbum marca a estréia do "pato esganiçado" Brian Johnson na banda, sendo o primeiro registro de estúdio lançado após a morte do vocalista Bon Scott. Aí paira a dúvida cruel: se fosse lançado com o cantor original, Back in Black atingiria esse patamar de popularidade? Ou seria apenas mais um ótimo disco na carreira de uma ótima banda de rock, mas sem chamar tanta atenção da mídia?

O fato é que nunca iremos saber o que aconteceria. Infelizmente, Bon faleceu. Para nossa sorte, os irmãos Young foram muito felizes na escolha de seu substituto, que manteve a energia e a atitude da banda de forma incrível.

Também é preciso destacar que as composições de Back in Black são verdadeiras obras-primas. A faixa-título, com seu inesquecível riff e a seca batida de Phil Rudd, tornou-se um clássico, assim como a muito tocada em pistas de dança "You shook me all night long". Isso para não falar nas outras oito canções, todas compostas em um momento único da banda, que podemos chamar de auge.

Resta-nos sonhar que o AC/DC volte a compor discos como esse e torcer para que seu legado inspire as novas bandas. E pedir encarecidamente a quem não possui o disco ou - que heresia! - não o conhece: vá imediatamente a uma loja de CDs! Além de adquirir um clássico de uma das mais excitantes bandas da história do rock'n'roll, você estará colaborando para que estes australianos/escoceses ultrapassem o "homem das dez mil plásticas" na lista dos mais vendidos.

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Outras resenhas de Back In Black - AC/DC

1665 acessosAC/DC: 34 anos de um dos registros mais emblemáticos do Rock3238 acessosAC/DC: disco que definiu a música pesada dos anos 805000 acessosResenha - Back In Black - AC/DC1167 acessosAC/DC: E precisa dizer alguma coisa sobre Back in Black?5000 acessosTradução - Back In Black - AC/DC

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

Phil RuddPhil Rudd
Por que ele se recusa a fazer solos de bateria

1391 acessosRock: gênero é um trintão decadente, segundo Spotify737 acessosAC/DC: a primeira vez com "Let There Be Rock"0 acessosTodas as matérias e notícias sobre "AC/DC"

OlimpíadasOlimpíadas
Judoca brasileiro usa Heavy Metal pra se aquecer

Ultimate Classic RockUltimate Classic Rock
Quem pode substituir Brian Johnson no AC/DC?

AC/DCAC/DC
Música em filme custou meio milhão de dólares

0 acessosTodas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDs0 acessosTodas as matérias sobre "AC/DC"

MetromixMetromix
A lista dos vocalistas mais irritantes do rock

Andre MatosAndre Matos
"Eu não estava preparado para cantar no Maiden!"

Porn MetalPorn Metal
Filmes para inspirar os headbangers solitários

5000 acessosBlack Sabbath: mais uma do Tony Iommi pra cima do pobre Bill Ward5000 acessosGuns N' Roses: os Jovens Pistoleiros, sexo, drogas e RnR5000 acessosRob Halford: 11 coisas que você não sabia sobre ele5000 acessosMetallica e Guns N' Roses: Em 1992, a histórica turnê conjunta5000 acessosMike Oldfield: não só "Tubular bells"5000 acessosAC/DC: os últimos dias do vocalista Bon Scott

Sobre Daniel Sanes

Autor sem foto e/ou descrição cadastrados. Caso seja o autor e tenha dez ou mais matérias publicadas no Whiplash.Net, entre em contato enviando sua descrição e link de uma foto.

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em fevereiro: 1.218.643 visitantes, 2.740.135 visitas, 6.216.850 pageviews.

Usuários online