Resenha - Back In Black - AC/DC

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Por Daniel Sanes
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IT'S A LONG WAY TO THE TOP IF YOU WANNA ROCK'N'ROLL!

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Tempos atrás, foi divulgado que o álbum Back in Black, do AC/DC, é um dos mais bem-sucedidos da história comercialmente. A bolacha de capa preta só perdeu para o "mega-popstar-papa-criancinhas" Michael Jackson, que se manteve invencível na primeira colocação com seu clássico Thriller.

Mesmo assim, é surpreendente que uma banda de rock'n'roll "não pop" tenha atingido tal marca. Ao colocar o disco para rolar, podemos perceber que ele é merecedor desse recorde. Mas, ao mesmo tempo, fica difícil compreender como um álbum tão sujo, ardido e chapante possa ter caído no gosto popular - sim, pois para vender 42 milhões de cópias é preciso atingir a massa.

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Desde a sombria "Hells Bells" até a celebração pró-guitarras de "Rock'n'roll ain't noise pollution", o disco é um convite para pular sem parar e imitar Angus Young em seus delírios de palco. Mesmo agora, 24 anos após seu lançamento, Back in Black é uma autêntica porrada sonora: a boa produção de John Mutt Lange permite que o disco soe pesado até hoje - aliás, muito mais pesado que diversas bandinhas pseudoroqueiras que inundam o atual cenário.

O fato mais curioso é que o álbum marca a estréia do "pato esganiçado" Brian Johnson na banda, sendo o primeiro registro de estúdio lançado após a morte do vocalista Bon Scott. Aí paira a dúvida cruel: se fosse lançado com o cantor original, Back in Black atingiria esse patamar de popularidade? Ou seria apenas mais um ótimo disco na carreira de uma ótima banda de rock, mas sem chamar tanta atenção da mídia?

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O fato é que nunca iremos saber o que aconteceria. Infelizmente, Bon faleceu. Para nossa sorte, os irmãos Young foram muito felizes na escolha de seu substituto, que manteve a energia e a atitude da banda de forma incrível.

Também é preciso destacar que as composições de Back in Black são verdadeiras obras-primas. A faixa-título, com seu inesquecível riff e a seca batida de Phil Rudd, tornou-se um clássico, assim como a muito tocada em pistas de dança "You shook me all night long". Isso para não falar nas outras oito canções, todas compostas em um momento único da banda, que podemos chamar de auge.

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Resta-nos sonhar que o AC/DC volte a compor discos como esse e torcer para que seu legado inspire as novas bandas. E pedir encarecidamente a quem não possui o disco ou - que heresia! - não o conhece: vá imediatamente a uma loja de CDs! Além de adquirir um clássico de uma das mais excitantes bandas da história do rock'n'roll, você estará colaborando para que estes australianos/escoceses ultrapassem o "homem das dez mil plásticas" na lista dos mais vendidos.

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