Chainfist: O peso do Hard Rock dinamarquês

Resenha - Scarred - Chainfist

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

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Muito bom este segundo álbum dos dinamarqueses do Chainfist, que investem em um som moderno, mas que abrange as características do Heavy Metal e do Hard Rock. Sucessor do bom “Black Out Sunday” (2010), “Scarred” é um disco que quebra muitos paradigmas.
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Primeiro, por não se tratar de uma banda datada por mesclar estilos tão comuns na década de 80, como o Hard ‘n’ Heavy, por exemplo. Segundo que a banda consegue destilar seu som de uma forma extremamente atemporal e a isso ainda coloca um peso incomum no gênero, chegando a flertar com Thrash Metal.

Ainda há o fator versatilidade, já que o quinteto de Slagelse consegue soar totalmente Heavy Metal como em 1000 Ways to Bleed, engata um tom de festa em Black Rebel Noise (lembrando bastante Lordi) e mostra seu lado sombrio em Mass Frustration, ou seja, nos três destaques do disco, a banda mostra sua flexibilidade.

Sim, há um fator que irá incomodar muito os conservadores de plantão, afinal a banda desfruta de uma ótima produção e faz um som bem enquadrado e certinho. Mas, isso é o que irá chamar atenção da geração atual, que pouco se importa com a rusticidade que forjou o Metal. Ótimo disco.

http://www.chainfist.net/
https://www.facebook.com/chainfist

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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