Hypocrisy: Um som forte e melódico com muita maestria

Resenha - Hypocrisy (Teatro Odisséia, Rio de Janeiro, 22/04/2014)

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Por Ulisses Araujo
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Até agora ainda não consegui achar as palavras certas para descrever o que foi o show do HYPOCRISY na ultima terça feira no ótimo teatro odisséia, mais tentarei relatar aqui nesse espaço da melhor maneira possível.

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Não vou deixar de frisar a qualidade do som da casa que foi de primeira como é de costume em shows no teatro odisséia. Logo que os mestres do Death metal melódico subiram ao palco já foi um turbilhão de distorções, gritos e muito ódio urrado pelo o mestre Peter Tägtgren.

Começaram o show com a nova “End of Disclosure” do disco homônimo lançado em 2013 que já mostrou o que seria essa noite, em um clima sombrio e pesado seguiram com “Tales of The Spineless” também do recente trabalho.

Não demorei muito a notar que a casa que tinha um bom público já era dominada pelos suecos, que seguiram com sua “desgraceira” sonora ao som de “Fractured Millennium” e “Killing Art”. Também temos que falar da qualidade do baixista Mikael Hedlund que com suas linha precisas ditava o ritmo como um maestro em uma opera.

Nas músicas “The Eye” e “Valley of The Damned” a linha melódica da banda ficou nítida, cada nota era cantada e gritada em coro por todos ali presentes.

A banda percebendo o calor da platéia e sua empolgação aproveitava disso e não perdia tempo falando aquelas mesmices de sempre e atacava um petardo após o outro. Seguiram com “Fire In The Sky” e a trinca “Pleasure Of Molestation”,”Oscolum Obscenum” e “Penetralia”.

A galera realmente foi a loucura quando vieram as clássicas “Buried” e “Elastic Inverted Visions”, logo em seguida voltaram com mais uma do trabalho atual “44 Double Zero” que teve ótima recepção da platéia, até porque para o que vos escreve é uma das melhores desse álbum.

Bom, como tudo que é bom dura pouco, o show estava chegando ao final, Peter e sua trupe escolheram bem esse final com as ótimas “War-Path” e “The Final Chapter”.

E outra tradição mantida foi a volta para o bis, e essas foram as matadoras da noite “Roswell 47” , “Adjusting The Sun e a maravilhosa “Eraser” fechando de vez a participação dos suecos na cidade maravilhosa.

Uma coisa tem quer ser dita, os suecos do HYPOCISY tem que voltar logo ao Brasil e especialmente ao Rio, porque nós não merecemos ficar muito tempo sem ver um show com um som tão forte e melódico assim, que esses caras com certeza fazem com muita maestria.

Set List:

End of Declosure
Tales of Thy Spineless
Fractured Millennium
Killing Art
The Eye
Valley of The Damned
Fire in The Sky
Pleasure of Molestation/Osculum Obscenum/Penetralia
Buried
Elastic Inverted Visions
44 Double Zero
War-Path
The Final Chapter

Encore:

Roswell 47
Adjusting The Sun
Eraser

Line-up
Peter Tägtgren – Vocal & Guitarra
Mikael Hedlund – Baixo
Reidar “Horgh” Horghagen – Bateria

Músico de apoio:
Tomas Elofsson – Guitarra

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Sobre Ulisses Araujo

Ulisses Araujo é um carioca da gema, amante do melhor estilo musical já criado em todos os tempos, mas voltado para o Heavy Metal e os Clássicos do Rock dos anos 60, 70,80 e 90. DJ Nas horas vagas, e agora um dos colaboradores do Whiplash. Tudo começou no final dos anos 90, quando uma dupla de irmãos apresentou dois discos: "Better Than Raw", do HELLOWEEN, e o outro foi o primeiro disco do THE DOORS, aí começou toda a loucura.

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