Parecer sobre Tarja e Nightwish

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Por Estevão Ferraz
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Passados quase dois meses da tão chamada "demissão" de Tarja Turunen, quando tudo deveria ao menos parecer mais calmo, sinto-me na obrigação de publicar, no Whiplash!, algumas palavras em relação ao episódio todo. Faço isso pois, apesar de tantas publicações, reportagens e matérias assinadas por colaboradores de sites, a única coisa que não está acontecendo é um esclarecimento verdadeiro aos fãs da banda. Um esclarecimento de quem participou de muita coisa envolvendo o grupo e pode dar uma palavra mais direta sobre o problema.

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Eu poderia simplesmente deixar a poeira baixar e ficaria tudo por isso mesmo. Mas, diante de textos absolutamente provocativos e - até mesmo - alguns dignos de fazer parte da chamada mídia marrom, faço questão de ao menos tentar trazer um pouco de elucidação a quem sempre acompanhou o Nightwish e também àqueles que passaram a apreciar o som dos finlandeses mais recentemente. Talvez, algumas muitas pessoas se choquem com o que vão ler aqui, mas garanto que se trata de um texto sincero e verdadeiro.

Totalmente paralelo ao fato de eu fazer parte da liderança de toda uma comunidade dedicada ao Nightwish no Brasil, posso dizer que tenho uma amizade muito sincera e legal com os caras da banda, além de roadies, técnicos e empresários. E em Outubro passado, para o Live 'N' Louder Rock Fest, acabei por trabalhar para a Roadie Crew e Top Link Music como tour manager da banda por uma simples questão de facilitar a vida de todos em nosso país, compreendida a citada amizade que temos. Acima deste lado mais particular de minha vida, sempre fui um fanático pela música e magia do grupo, que sempre apresentou aos fãs canções extremamente sinceras e, porque não dizer, únicas. Discos favoritos à parte na opinião de cada um de vocês, é inegável que o Nightwish sempre foi um grupo que fez música de qualidade, goste você, leitor, do estilo da banda ou não. E junto com essa qualidade musical, algo que sempre marcou quando pensamos em Nightwish, foi a maneira humilde e coerente como eles sempre trataram seus fãs. Porém, mais uma vez falando como uma pessoa que já vivenciou várias coisas perto do conjunto, posso afirmar que nem tudo é exatamente como as pessoas dizem ser. Diante de uma demissão marcante como foi a de Tarja Turunen, sejamos racionais e pensemos: O que restou à ex-vocalista da banda, a não ser explicações mal dadas e palavras que obviamente vão levar os mais fracos (ou, sem culpa alguma por isso, desprovidos de informações mais factuais) à comoção? Nada.

Antes que atirem pedras, calma, não estou contra Tarja Turunen. Nem posso estar, pois aprendi a amar essa pessoa como vocalista de minha banda favorita e sei, sim, da gigantesca importância que suas qualidades trouxeram ao Nightwish e também à cena metálica mundial. Não tem como deixar de admirar essa mulher! Porém, como um cara que acredita na justiça pelos fatos, sou obrigado a dizer que ela, infelizmente, está se excedendo um pouco ao falar certas coisas para a grande mídia, agora, já fora da banda. Mídia essa que, em sua grande maioria, diga-se de passagem, parece não querer colaborar com os fãs nem com as verdades dos fatos, deixando de optar pela coisa que julgo ser a mais importante dentro do jornalismo, a imparcialidade. Até agora, o que estão fazendo são perguntas direcionadas à Tarja numa tentativa de encontrar furos ou injustiças contidas na famigerada carta escrita por Tuomas, publicada em 22 de Outubro, após o show em Helsinque. Minhas duas perguntas sobre isso são: (1) Acham realmente, dentro da maior demonstração de ingenuidade do mundo, que ela vai concordar com algo na carta, atacando a si própria? (2) Indo pela contra-mão, por que não procuram encontrar confirmações de que o que está contido na carta sejam realmente fatos? Ou melhor, (3) por que não deixam todos em paz, resolvendo seus problemas, e apenas esperam que tudo se resolva e quem saia ganhando sejamos todos nós? Isso acontece (ou não, no caso da segunda questão) porque é muito mais fácil pra todo mundo alimentar a idéia de que quatro caras na banda são bandidos enquanto a mocinha é... bem, a mocinha. Mais uma vez eu repito: não estou aqui para atacar Tarja Turunen. Contudo, acredito que por estar próximo à banda em alguns momentos, devo ser totalmente sincero sobre fatos e acontecimentos que vão sim contra a vocalista. O respeito e carinho tão estrondosos que ela diz ter pelos fãs nunca foi tão claro pra mim, diferentemente do mesmo sentimento que os outros caras da banda tinham pelos mesmos fãs.

É óbvio que eu nem gostaria de estar falando sobre esses problemas todos, uma vez que ela já não é parte integrante da banda e o mundo continua girando, mas, repito de novo, diante do que ela própria e (algumas ditas) "mídia especializada" andam dizendo, me senti incomodado. Sinto-me incomodado, por exemplo, quando vejo alguns veículos roqueiros e a própria Tarja taxando o líder da banda, Tuomas Holopainen, de preconceituoso em relação aos latinos. Logo ele, um cara extremamente bondoso, doce e centrado. Uma pessoa que tem preconceito com latinos, com certeza e fatalmente não faria viagens de férias para paises latinos, assim como não teria bandeiras de paises latinos penduradas em sua sala de ensaio. Isso sem citar sua paixão pela cultura e culinária latina, especialmente a mexicana. Onde é que está o preconceito, então? Ou seria taxar o cara como preconceituoso, mexendo com o sangue quente de todos nós, a opção mais forte e coerente para deixar os fãs contra o sujeito, numa clara demonstração de desespero e falta do que argumentar? Eu fico com a segunda opção, afinal, se minha casa está em chamas, a saída é meter fogo no telhado do vizinho, pois só assim a atenção será desviada, total ou parcialmente. Estaria eu defendendo o Tuomas e os caras? Neste caso, sim. Por que não? Porque quatro caras têm, por regra, que ser os maus diante de uma mulher apenas? E por que simplesmente aceitar que Tarja e mídia falem o que quiser, sem abrir a boca, sendo que muita coisa não é exatamente como expostas? Ela continua falando, a banda está quieta. Não aguentam mais esse assunto. A única coisa que procuro aqui é justiça. E justiça no sentido de que todos aceitem o que aconteceu numa boa e parem de brigar e discutir por coisas banais. Não quero justiça no sentido de aqueles que estão do lado da banda ataquem a Tarja e vice-versa. A única coisa que desejo à Tarja é que ela continue fazendo muito sucesso e seja feliz com seus projetos, que não, a princípio não teriam elementos de metal.

Há alguns meses, antes de todo o acontecimento, a então vocalista Tarja Turunen disse para uma publicação finlandesa que, apesar de sempre ser um momento de tristeza, estava ansiosa para que o fim da turnê chegasse, pois poderia se dedicar mais a seus projetos que não teriam a ver com "esse mundo metálico". Agora, depois do ocorrido, ela promete manter elementos de metal em seus projetos solo. Mais uma vez, me parece ser a saída e resposta mais cômoda para a situação. Só que, como fã, confesso que essas "saídas cômodas" estão se tornando cada vez mais frustrantes e absurdas de engolir. Na edição deste mês da revista Rock Brigade (N° 233, Dezembro/05), por exemplo, quando perguntada se sentiu-se traída pela banda, Tarja disse: "Talvez em nome dos fãs. Muitos fãs tem dito que se sentem traídos por nunca terem sido avisados sobre como as coisas aconteciam na banda, que eles se sentem traídos por terem a sensação de que os últimos shows que fizemos foram fingidos, pois já estava decidido que eu seria mandada embora. Mas eu posso garantir: do meu lado, jamais houve qualquer fingimento. Nunca! Mesmo porque eu nem sabia que seria expulsa." Entretanto, pouco antes, na mesmíssima entrevista, ela diz que se reuniu mesmo com a banda (há cerca de um ano e meio) e anunciou que faria mais um disco, uma turnê e seria esse o fim de sua era com a banda. Ela estaria se demitindo com muitos meses de antecedência. Além disso, diz também em outro trecho da matéria que achava que todos os problemas deveriam ficar longe do público e que a esses só importava a música. Ok, interessante essa equação! Primeiro ela diz que os fãs não tem nada que saber dos problemas já que somente a música importa a eles, logo mais diz que muitos fãs dizem a ela que se sentem traídos "por nunca terem sido avisados sobre como as coisas aconteciam na banda". Então, de duas uma: Ou ela se esqueceu de que fã de metal curte a banda além da música ou sabia disso e se esqueceu, porque a contradição é enorme. E ainda sobre o mesmo trecho acima, como ela pode dizer - enfática, diga-se! - que não houve fingimento da parte dela em relação à performance do grupo em palco, uma vez que ela própria anunciou que deixaria o Nightwish, com data marcada e tudo mais, antes mesmo dos caras optarem por tira-la da banda? Sério, pensem nisso! Na visão dela, os caras são "maus" porque deixaram ela fazer shows sabendo que iam mandá-la embora, porém, ela podia fazer esses mesmos shows sabendo que ela deixaria a banda. É rir pra não chorar, sinceramente. Contradições tamanhas que chocam mesmo. É só ter um pouco de cérebro pra processar. Pra ela, é totalmente natural que ela os chutasse, mas absurdamente incompreensível que eles a quiseram fora.

Isso tudo, resumidamente, nos leva a compreender que, expulsa ou não, Tarja Turunen não estava mais satisfeita em fazer parte do Nightwish. O ponto essencialmente importante desse rolo todo é esse. Ela, demitida ou não, não queria mais estar na banda. Não entendo, então, como alguns fãs (alguns sim, pois é minoria) podem pensar que ela está acima do bem estar da banda toda. No palco tudo é lindo? Poxa, que legal. Que legal mesmo! Porém, e o restante? Por que não tratar os fãs da mesma forma que os outros caras tratam? Muita gente saiu frustrada de camarim e porta de hotel, desde a turnê de 2002, com as atitudes nada extremamente simpáticas da Tarja. Por que cancelar todas as entrevistas coletivas e programas de TVs importantíssimos que estavam agendados por aqui, por exemplo? O esforço que a Top Link Music, representada por Paulo Baron, contando com uma ajudinha minha e do pessoal do fã-clube, fez para conseguir uma entrevista e apresentação musical no Programa do Jô, na rede Globo, foi absurdo. Estávamos todos muito felizes porque havíamos, finalmente, conquistado tal espaço no maior programa de entrevistas da história do Brasil, quando recebi uma ligação, onde informavam que eu deveria cancelar os horários, pois a então vocalista do Nightwish estava querendo descansar. Frustração e decepção geral. A entrevista teria sido gravada no início da tarde do dia 10 de Outubro, segunda-feira. O show, em São Paulo, foi realizado na noite do dia 12, quase dois dias depois. Com certeza, um pingo de consideração conosco e 2 horas de gravações não teriam afetado tanto o estado de descanso da moça, uma vez que, durante aquela mesma tarde, a própria, em companhia de seu marido, saiu de taxi para passear por São Paulo. E não afirmo isso tudo sozinho pra criar comentários baratos. As várias pessoas e garotas que estavam no saguão do hotel a espera de seu ídolo, Tarja Turunen, devem se lembrar bem disso, do momento em que ela saiu pra passear. Então, presumindo que ninguém aqui é tapado, fica claro que isso foi chato demais. Algo contra os passeios pessoais dela? Claro que não! Mas não deixa a gente e os fãs, que esperavam muito essa entrevista, com caras de bobos também.

Eu fico entristecido em ter que falar algumas coisas porque realmente sinto um carinho enorme pela Tarja e sei que sempre vou sentir. Porém, minha responsabilidade de ser honesto com os fãs da banda sempre foi prioridade e aqueles que acompanham minha trajetória, nos últimos cinco anos, sabem bem disso. Confesso, então, que sinto pena das várias meninas que, alguma vez, tenham presenteado a Tarja, depois dos shows da banda. Não posso ser ousado e dizer que sempre foi assim, claro, porém, o que aconteceu nos camarins do Via Funchal, em Dezembro passado, quando dada a primeira aparição do Nightwish no Brasil pela Once Tour, me deixou bastante decepcionado: praticamente todos ou todos os presentes dados à então vocalista foram deixados pra trás. De desenhos a flores e bichos de pelúcia, tudo que foi entregue à Tarja foi parar na casa de pessoas que estavam ali pela ocasião e acabaram levando os itens embora pra que não tivessem como destino final uma lata de lixo. A vocalista nada ou quase nada levou consigo. Mais uma vez eu atacando? Não. Aliás, em momento algum, até agora, ataquei Tarja Turunen. Apenas disse coisas que foram causadas por ela, ações dela que estou apenas relatando aqui, pois acho realmente muito injusto usar esse apelo de falar que adora o carinho e o presente dos fãs, em publicações metálicas, quando esses presentes, pelo menos desta vez, foram deixados totalmente pra trás, como se não tivessem valor e carinho algum contido neles. É injusto vê-la atacando seus ex-companheiros de banda, numa tentativa de suja-los contra seus fãs, sendo que ela fez isso aí. Sei lá, se o problema é carregar tudo embora, falta de espaço, vira e fala que você agradece muito o gesto, mas que não gostaria de ter que deixar aquilo ali por falta de espaço e acomodação. Qualquer coisa do tipo, menos fazer uma pessoa sorrir sem saber que seu esforço ficou pra trás.

Polêmica proposital choca a gente, mas quando afirmações são feitas sem terem o menor sentido, chocam e magoam. Fiquei extremamente decepcionado (assim como a grande maioria dos fãs) ao ver Tarja dizendo que nunca foi tão amiga de Tuomas, pois isso é absurdo. Agora, como se não bastasse tudo que já foi dito, mais uma é lançada, pela moça, na também atual edição da revista Valhalla (N° 38, Dezembro/05). Durante a entrevista, perguntada sobre o que mais a chocou no conteúdo da carta, ela diz: "(...) Coisas sobre mim e sobre meu marido, questões sobre minha personalidade que eu nunca trataria em público, mas que eles fizeram questão de não só tratar sobre isso numa carta pública, mas ainda fizeram uma festa onde anunciaram que eu não fazia mais parte da banda." Isso é uma grande mentira. Eu estive nessa festa e ninguém soube de nada. A festa não foi realizada para comunicar ou onde teriam comunicado a demissão da Tarja coisa nenhuma. Foi uma festa de encerramento de turnê e só. Ela reclama não ter sido sequer convidada para a festa, mas, convenhamos, quem convidaria? Obviamente ela não iria a essa festa e ficaria bastante magoada com o convite, que soaria, no mínimo, debochado. Indo mais além, chega a ser insensível a maneira como ela relata o caso da tal festa, pois faz parecer que os caras (especialmente o Tuomas, sempre) são um bando de sem coração. Pois o Tuomas, verdadeiro anfitrião da festa, esteve triste e cabisbaixo o tempo todo, deixando o local antes de 90% das pessoas. Então, por essas e outras que eu queria esclarecer algumas coisas aqui. Conhecendo Tuomas, Jukka, Marco e Emppu, é inadmissível que eu simplesmente continue lendo tudo o que dizem por aí, sendo que muito é relato borrado.

Os fãs lêem o que seus ídolos falam e muitas vezes engolem isso, sem querer sequer ouvir outros pontos de vista. As pessoas não deveriam ser assim. Ser cético, na medida exata, é bom pra todo mundo. Até mesmo a mídia tem sido presa fácil do papo sentimental que a Tarja vem expondo a todo o mundo. Enquanto isso, repito, a banda está quieta. Mas, e se não estivesse? Será que se mais coisas como as que eu disse fossem ditas pela banda, as pessoas os chamariam de tudo que é nome ruim? Ou parariam pra pensar no caso? Chamar o Tuomas de "oportunista", como um certo alguém da mídia online ousou dar a entender, é, no mínimo, burrice. Oportunista ele talvez seria se resolvesse manter um problema na banda, aparentar que está tudo bem, enganar mídia e público e continuar vendendo 1 milhão de discos a cada lançamento. Nunca tinha imaginado o sentido de "oportunista" pra uma pessoa que está querendo evitar problemas internos numa banda e que está sofrendo pressão e riscos de sucesso com isso. Não dá pra saber como uma pessoa que escreve isso para um grande público possa ser realmente levada a sério. Talvez ela seja fã de grandes bandas que voltam somente por grana e ninguém liga pra isso. Aí seria algo totalmente compreensível...

Pra finalizar, que fique claro: só esclareci tudo isso porque os fãs merecem saber dos fatos da visão de quem pode falar com propriedade. E, particularmente, porque me dói de verdade ver quatro rapazes humildes e preocupadíssimos com os fãs, como são Tuomas, Marco, Jukka e Emppu, tomando pancada de pessoas da mídia que, atualmente, não estão merecendo muitos créditos, mas que ainda são formadoras de opinião. Creio que se uma pessoa não domina um assunto, ela não deve abrir sua boca pra ditar algo sobre. Isso deveria ser fato não só no jornalismo brasileiro especializado em rock, mas também em vários lares por aí. Ouvir, às vezes, com atenção e calma é muito bom e faz a gente crescer.

Poderia passar horas a fio escrevendo e citando coisas, mas não é necessário ou preciso. Acredito, como a própria Tarja diz, que o futuro guarda coisas ótimas para os fãs da banda. Nunca podemos nos esquecer de que o Nightwish é formado por quatro caras que amam o que fazem, incluindo um que é responsável por toda a beleza que podemos ouvir entre as tantas faixas gravadas pelo time. A essência da banda será mantida, pois esta tem nome e se chama Tuomas Holopainen. Uma nova vocalista virá e, acredito cegamente nisso, tem tudo para manter a banda no mesmo pique ou até mesmo elevar o nível da coisa toda. No momento, um sentimento de paz paira no ar e os integrantes já começam a pensar no desenvolvimento do próximo disco. Falei com o Tuomas esses dias e ele está muito feliz e animado com o andamento das novas composições. Então, acreditem nas palavras deste simples ser que aqui vos escreve: se vocês acharam que o Once era o limite, meus amigos, sentem porque aí vem chumbo forte. Mais uma barreira deverá quebrada. E assim, acredito que todos poderão deixar as tristezas para trás e voltar a pensar no Nightwish como uma coisa maravilhosa que entrou em nossas vidas pra emocionar, nos deixar sorrindo e nos satisfazer musicalmente. Que a Tarja seja a pessoa mais realizada e feliz deste mundo, assim como Tuomas, Marco, Jukka, Emppu e toda a maravilhosa e acolhedora equipe que cerca a banda.

Um grande abraço a todos!

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