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Queensryche: Scott Rockenfield dá a versão do grupo

Por João Renato Alves
Fonte: Van do Halen
Postado em 10 de julho de 2012

Em resposta às recentes declarações de Geoff Tate, o baterista Scott Rockenfield emitiu a seguinte carta. O texto é longo e vamos dar uma resumida.

Após 2005, Geoff e sua esposa, Susan Tate, começaram a controlar a direção da banda. Ele insistia em usar apenas as músicas que lhe interessavam. Isso significava que todo o material que Michael Wilton, Eddie Jackson e eu oferecêssemos não era finalizado. Assim, Geoff basicamente escrevia com seus amigos, a maioria nem mesmo músicos profissionais.

Tenho material escrito por nós com data e tempo, mostrando que em 2010 tínhamos escrito dúzias de canções Hard Rock. Geoff chegou a começar a cantar, mas eventualmente perdeu o interesse. Ele decidiu seguir um caminho mais Pop no último CD, mostrando interesse apenas pelo que seus amigos fizeram. Alguns eram sem-teto e moravam em sua casa.

Fui o compositor, produtor, engenheiro e técnico de todas as trilhas ao vivo, além de peças para computadores, trilhas sonoras e tecnologias que usávamos. Era um intenso trabalho a cada tour e se tornou grande parte das apresentações com o passar dos anos.

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Nosso manager de palco e monitor, Kelly Gray, alega que ele e Geoff fizeram tudo, o que é completamente falso. Em Q2K (2000) o adicionamos à banda como guitarrista, além de tê-lo contratado para produção e mixagem, no que ele se saiu bem. No entanto, a alegação que ele e Geoff fizeram tudo é mentirosa. Passamos muitas semanas em meu estúdio caseiro escrevendo músicas, assim como Michael Wilton e Eddie Jackson. Devido ao envolvimento de todos, foi decidido que dividiríamos os créditos de maneira igual.

As agressões e ataques de raiva de Geoff se tornaram uma constante. Em 2000, tivemos uma reunião, ele não gostou de alguns tópicos e saiu após arremessar uma cadeira de um lado a outro da sala. Em 2007, ficou bravo com algo, se aproximou, esmagou meu laptop em uma mesa, me acertou no rosto, cuspiu e me empurrou por aproximadamente 15 minutos.

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No meio de 2011, a banda se reuniu no camarim para discutir quais faixas do material antigo tocar, como "Queen Of The Reich". Geoff ficou furioso e começou a gritar que não tocaria aquelas músicas estúpidas e saiu. Não tivemos mais permissão para tocar essas canções desde então. No mesmo ano discutimos a possibilidade de executar Operation: Mindcrime na íntegra durante o cruzeiro ShipRocked, em novembro. Apenas queríamos esclarecimentos e ele começou a gritar, perguntando qual era o problema.

No dia 14 de abril de 2012, em São Paulo, Geoff Tate nos atacou e agrediu violentamente Michael Wilton, Eddie Jackson e eu. Ele alega que disse que tínhamos despedido sua família e ele era o próximo. É uma completa mentira, muitos testemunharam o que aconteceu. Tudo isso foi ruim para os negócios da banda e tornou difícil continuar fazendo músicas e shows como nossos fãs esperavam.

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Nos últimos meses ele fez repetidos comentários no palco sobre como a audiência era uma droga e que aquele poderia ser o fim. Dizia para que ficássemos longe dele no palco ou nos atacaria novamente. Suas ações foram muito danosas para o nome da banda.

No dia 7 de dezembro de 2010, recebi um email de Mike Kadrie, do Zoetifez Studios. Eles queriam transformar Operation: Mindcrime em uma animação. Trocamos contatos e passei a proposta para Susan Tate. Ela e Geoff tiveram vários contatos, assim com eu fiz. No entanto, durante esse tempo, eles pediram que Mike não falasse mais comigo ou qualquer outro membro do grupo, o que ele me contou. No início de 2012, Mike mandou email dizendo que Geoff havia assinado todos os contratos com Neil Sussman e faria a produção sozinho, o que nos deixou furiosos. Os outros membros nem sabiam de nada. Em 7 de março de 2012, enviamos um documento certificado afirmando que não autorizávamos nenhuma produção.

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Um dia depois, Sussman declarou que não prosseguiria com o projeto devido a esse conflito de interesses. No dia 14 de abril, no Brasil, fizemos uma reunião no camarim para falar sobre o assunto. Geoff disse não saber nada. Mas após algumas questões assumiu ter assinado um contrato vendendo os direitos da história. Dez minutos antes de o show começar, chegamos ao palco, atrás das cortinas, enquanto mais de duas mil pessoas nos aguardavam. Geoff passou, cuspiu no meu rosto e gritou obscenidades, além de derrubar a parte da frente da minha bateria, causando o primeiro atraso.

Depois, foi até Michael Wilton e o encarou cara a cara. O xingou e deu um soco no rosto. Saí da bateria e fui até eles, mandado-o se afastar. Ele continuou gritando e cuspindo em nós, além de me agredir duas vezes na cara. Chamei os seguranças enquanto ele nos perseguia pelo palco. Após alguns minutos, nosso manager conseguiu colocá-lo em sua posição. Os seguranças criaram uma barreira entre ele e o resto da banda, mas o comportamento seguiu por mais 20, 25 minutos, causando mais atraso. Michael Wilton segurava um saco de gelo no rosto para reduzir a ferida.

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Após a situação ser controlada, tivemos que consertar os estragos. Geoff avisou nosso manager que Eddie Jackson seria o próximo e passaria o show inteiro me provocando, o que aconteceu, com mais cusparadas durante a apresentação. Após o show, nos trancamos em nossos quartos para evitar qualquer confronto.

A contínua falta de interesse de Geoff no material mais antigo do Queensryche resultou em danos à marca. Suas ameaças e agressões geraram muito estresse nos músicos e equipe. Ele passou a viajar em separado, ficar em hotéis diferentes e ser escoltado. Ficamos sem escolha a não ser continuar sem ele.

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Sobre João Renato Alves

Nascido em 1983, jornalista graduado e pós-graduado em Comunicação e Mídias Digitais. Colabora com o Whiplash desde 2002. Começou a ouvir Rock na primeira metade dos anos 1990 e nunca mais parou.
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