Café com Ócio: 15 melhores discos do Metal Nacional - 2000 a 2010

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Por Carlos Eduardo Garrido, Fonte: Café com Ócio
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Todo mundo odeia listas de melhores disso ou daquilo, mas não conseguem ficar sem dar uma espiada nelas, mesmo que apenas para poder criticar depois. O problema é que essas listas geralmente vem lá de fora, não sobrando espaço para nossas próprias coisas. Por isso, resolvi fazer o meu ranking dos 15 melhores discos de Heavy Metal nacional lançados na primeira década dos anos 2000. E mais para frente fazer outra, com os melhores de 2010 até 2014.

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De qualquer forma, a lista mostra que o Brasil é um dos maiores celeiros de rock pesado no mundo e possui excelentes e criativas bandas, não só no passado, mas ainda na atualidade e não fica devendo nada a nenhum outro país do mundo, como você pode conferir abaixo.

O lado triste é que algumas dessas grandes bandas estão sem lançar discos já há algum tempo e outras já abandonaram suas atividades. O que mostra que nem só de talento vive o músico brasileiro, pois não é fácil viver de arte em nosso país, ainda mais se ela for underground.

Com certeza, o amigo leitor, irá descordar de muita coisa nessa lista, mas essa é uma questão do gosto de cada um. Mas a qualidade do material apresentado nesses álbuns é imensa e indiscutível. Entretanto, deixe também sua opinião, pois ela é tão importante quanto a minha e será muito bem vinda.

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Confira a lista dos 15 melhores álbuns de heavy metal lançados entre 2000 e 2010:


1- Temple of Shadows (2004) – Angra: Este disco confirma a nova formação do ANGRA como tão forte ou ainda mais que a antiga. Aqui podemos notar uma evolução gigantesca no que tange as composições, que estão num nível altíssimo neste álbum. Outro ponto importante em “Temple of Shadows” é a grande variedade musical encontrada. Músicas velozes, outras cadenciadas e pesadas, algumas mais calmas, mas todas muito bem escritas. Aqui a banda chega ao ápice de sua técnica e talento. Sem contar no excepcional conceito por trás do álbum, que conta a história de um cavaleiro na Idade Média, que servia ao exercito da Igreja Católica, mas aos poucos coloca sua devoção à prova, depois de começar a refletir sobre a Guerra Santa e os ideais da Igreja. Sendo que cada ponto da história é muito bem representada pelas músicas. Por tudo isso, “Temple of Shadows” merece o primeiro lugar desta lista.

Destaques: “Spread Your Fire”, Temple of Hate”, “The Shadow Hunter”, “Angels and Demons” e “Morning Star”.


2- … and Raw Metal Power (2002) – Nordhein: Formada em 1995 a banda carioca NORDHEIN lançou apenas dois álbuns, este “...and Raw Metal Power” e o EP “Total War”. Muito pouco para um grupo com tamanho potencial. Mesmo com uma carreira bastante curta, a banda deixou seu nome cravado na história do metal nacional com este disco de 2002. “...and Raw Metal Power” é o tipo de disco que você ouve do inicio ao fim e quando acaba, você fica com vontade de apertar o play novamente. As músicas encontradas aqui são a síntese do que seja o Heavy Metal. Riffs como a muito não se via, com peso e melodia na medida certa, além de uma cozinha extremamente competente e um vocalista que sabe soar agressivo e técnico ao mesmo tempo. Quando você tiver um amigo que não conheça o metal, empreste este disco a ele. E se você não conhece esse álbum, procure conhecer o quanto antes e verá que não é exagero nenhum esta segunda colocação. Só tome cuidado com o torcicolo quando for ouvir este disco. Uma pena a banda já ter se desmanchado.

Destaques: “River of Death”, “Doomsday”, “Raining Fire”, “Easy Rider” e “The Metal March!”.


3- Ritual (2002) – Shaman: Logo após o desmanche do ANGRA, os renegados Andre Matos, Luís Mariutti e Ricardo Confessori se juntam à Hugo Mariutti e formam a banda SHAMAN. O disco de estreia do grupo é este magnifico “Ritual”. O som que surge é uma mistura daquilo que eles faziam em sua antiga banda com novos elementos. O resultado não poderia ser melhor. “Ritual” é uma aula de metal melódico e todas as músicas são de altíssimo nível. As melodias de guitarra, as viradas de bateria, os climas criados com o teclado e a voz de Andre Matos se encaixam perfeitamente. Todas as músicas aqui encontradas tem potencial para virarem clássicos do grupo. A terceira colocação é relativa, já que poderia até estar no topo, pois é um excelente álbum, onde todas as faixas são acima da média.

Destaques: “Here I Am”, “Distant Thunder”, “For Tomorrow”, “Ritual” e “Pride”.


4- Pandemonium (2003) - Torture Squad: Lançado em 2003, “Pandemonium” firma a banda como uma das mais promissoras do metal extremo. Com sua mistura avassaladora de Thrash e Death Metal, o TORTURE SQUAD trás um som brutal, mas bem trabalhado e de muito bom gosto. O vocal de Vitor Rodrigues ora gritado e ora gutural são muito bem encaixados e dão um diferencial a banda. Além disso, o disco tem ótimos riffs e uma cozinha destruidora. Sem falar nos refrões que ficam na cabeça. Coisa rara para uma banda desse estilo. Em minha opinião o melhor disco da melhor banda de metal extremo na atualidade.

Destaques: “Horror and Torture”, “Towers on Fire”, “Pandemonium”, “Out of Control” e “The Curse of Sleepy Hollow”


5- Depois da Guerra (2008) – Oficina G3: Forte na cena cristã, a OFICINA G3 vem conquistando cada vez mais espaço também na cena secular. Depois da saída do vocalista PG e de gravar dois álbuns com o guitarrista Juninho Afran como frontman, a banda toma a acertada decisão de chamar Mauro Henrique para assumir os vocais. O resultado disso é este pesado e técnico “Depois da Guerra”. O álbum soa como uma mistura de Metal Progressivo com Metalcore, algo na linha do que o DREAM THEATER fez em seus últimos discos. E o novo vocalista aumentou ainda mais o poder de fogo das músicas. Este é o disco mais pesado do grupo, mas suas baladas também são impecáveis. “Depois da Guerra” coloca a banda além das fronteiras do White Metal, sendo indicado para qualquer headbanger, independente de religião. Extremamente recomendado.

Destaques: “Meus Próprios Meios”, “Eu Sou”, “Meus Passos”, “Incondicional” e “Obediência”.


6 – Ties of Blood (2004) – Korzus: Curiosamente, depois de 20 anos de estrada, o KORZUS chega ao auge de sua carreira, com este “Ties of Blood”. Mostrando que a banda é como o vinho e quanto mais o tempo passa, melhor fica. O disco trás uma das mais importantes bandas de Metal do Brasil em sua melhor forma. Todas as músicas são muito bem executadas e a produção é de primeira, mantendo todos os instrumentos audíveis e mesmo assim com um peso absurdo. Este álbum trás riffs de guitarra atordoantes e a melhor performance do vocalista Marcelo Pompeu em sua carreira. “Ties of Blood” é uma verdadeira aula de Thrash Metal e deve estar na coleção de qualquer fã do estilo.

Destaques: “Guilt Silence”, “Screaming for Death”, “Evil Sight”, “Punisher” e “Peça Perdão”


7 – Bravo (2007) – Dr Sin: Qualquer um que conheça a banda DR SIN sabe do enorme potencial de seus músicos e “Bravo” deixa isso ainda mais evidente. Com nada mais do que 16 faixas, o disco passeia por variados caminhos dentro do rock pesado e se torna um álbum bastante diversificado, indo de seu Hard Rock tradicional, até sonoridades mais setentistas, passando pelo Metal Tradicional e até pelo Metal Melódico. E independente do estilo da música, em comum sempre está a qualidade das composições. Além de músicos excelentes, os irmãos Busic e o guitarrista Eduardo Ardanuy, cada vez mais vêm evoluindo enquanto compositores, e o saldo disso pode ser ouvido neste “Bravo”. Onde além de esbanjar técnica, a banda também esbanja bom gosto. É o tipo de disco que você ouve com um sorriso no rosto, de tão bom que é.

Destaques: “Nomad”, “Freedom”, “Hail Cesar”, “Signs” e “Full Trotlle”


8 – Trova di Danú (2004) – Tuatha de Danann: Antes deste disco o TUATHA DE DANANN já figurava entre as mais promissoras e talentosas bandas do cenário nacional e este lançamento só deixou isso ainda mais claro. Apesar das influências de Doom Metal terem diminuído bastante neste disco, o lado folk/celta está ainda mais evidenciado. Ouvir este disco é como viajar para um mundo verde cheio de fadas, duendes e músicas alegres. Se comparado ao álbum “Tingaralatingadun”, é possível notar uma perda de peso, mas em contrapartida, a produção está muito mais cristalina, o que permite uma maior apreciação das belas canções do TUATHA. É bom ver como a mistura de guitarras distorcidas, flautas e bandolins, soa tão agradável.

Destaques: “Bella Natura”, “Lover of the Queen”, “Believe: It’s True”, “The Arrival” e “The Wheel”.


9 – Epiphany (2005) – Eterna: Mais uma banda de White Metal, mostrando o quanto a cena vem crescendo e o quanto seus representantes brasileiros são bons. “Epiphany” foi lançado após uma reformulação na banda, sendo que o único integrante original é o guitarrista Paulo Frade. Entretanto, os novos músicos nada ficam devendo aos antigos, como demonstra este disco, que junto a “Papyrus” (1999) são os melhores álbuns da banda. Neste “Epiphany” a banda soa um pouco mais Hard Rock do que em seus antecessores, mas sem deixar a veia heavy/prog de lado. E o saldo disso é um baita CD de rock pesado. Todos instrumentos soam extremamente bem, mas destacaria a precisa bateria dePaulo Henrique, que teve que demonstrar todo seu talento para não deixar os fãs com saudades do ex-baterista Danilo Lopes, que também tocava muito. Além disso, o vocalista Leandro Caçoilo é com certeza um dos melhores do Brasil, dominando tanto tons agudos, quanto graves, com muita técnica e feeling.

Destaques: “Epiphany”, “Kyrie Eleison”, “Dead Eyes”, “Searching for Salvation” e “Power for the Fools”.


10 – Mind Over Body (2006) – Mindflow: Repleto de composições intricadas este “Mind Over Body” alcança um excelente resultado em se tratando de metal progressivo. Com músicas riquíssimas em detalhes e repletas de viradas e mudanças de andamento, este disco não é de fácil degustação, mas é extremamente bem composto. São necessárias algumas audições atentas para perceber toda a grandeza das canções. “Mind Over Body” é um álbum difícil de descrever, ora soa pesado como um tanque de guerra e ora suave como uma pluma e tudo isso, muitas vezes, numa mesma faixa. Neste disco a banda se usa do metal progressivo como desculpa para criar composições que extrapolam todos os limites da música.

Destaques: “Crossing Enemy’s Line”, “Upload-Spirit” “Chair Designer”, “Hellbitat” e “Follow Your Instinct”


11 – Throne of the Alliance (2002) – DragonHeart: Depois do bem recebido debut “Underdark” de 1999, onde a banda foi apelidada como “Blind Guardian brasileiro”, os paranaenses do DRAGONHEART voltam a cena com este excelente “Throne of the Alliance”. Porém aqui, além das já citadas influências dos bardos alemães, o grupo mostra uma sonoridade um pouco mais original, misturando elementos de bandas como GRAVE DIGGER, RUNNING WILD, MANOWAR, IRON MAIDEN e HELLOWEEN. E o saldo é deveras satisfatório. Com três vocalistas em seu line-up a banda consegue se mostrar diversificada no já estagnado cenário do Power Metal. Com refrões fantásticos no melhor estilo “grito de guerra”, ótimos solos de guitarra e músicas que te fazem cerrar os punhos e levantá-los ao ar, este é um dos melhores discos de metal do Brasil.

Destaques: “Throne of the Alliance”, “The Blacksmith”, “Moutain of the Rising Storm”, “Mystical Forest” e “Hall of Dead Knights”.


12 – Tales of Avalon – The Terror (2001) – Dark Avenger: Lançado seis anos depois do debut autointitulado, “Tales of Avalon - The Terror” era para ser a primeira parte de uma obra conceitual que chegaria ao fim com o disco “Tales of Avalon – The Lament”. Infelizmente essa segunda parte nunca foi gravada. Porém, “The Terror”, dava uma prévia do que viria pela frente e de quão longe essa banda poderia chegar. Neste disco o DARK AVENGER mostra um metal tradicional da melhor qualidade, com ótimas composições e um grande trabalho vocal, do já legendário Mario Linhares, que mais uma vez dava mostras de seu incrível alcance. “Tales of Avalon - The Terror” é um grande disco, daqueles que te fazem lembrar como o verdadeiro Heavy Metal deve ser. Uma pena a banda ter acabado. Mas há rumores sobre uma possível volta, vamos torcer para isso.

Destaques: “Tales of Avalon”, “Heroes of Kells”, “Clas Myrddin”, “Caladvwch” e “Morgana”


13 – AssassiNation (2006) – Krisiun: Aclamados como os criadores do que se convencionou chamar pelo singelo nome de Brutal Death Metal, a banda KRISIUN é uma das mais importantes do metal extremo no mundo. E isso se deve a uma discografia bastante regular, sempre com bons álbuns. Entretanto, neste “AssassiNation” o grupo deu um passo à frente em seu som. Claro, que as melodias brutais e ultra velozes estão presentes, porém, aqui o som tornou-se mais quebrado e bem trabalhado, o que mostra como o trio evoluiu enquanto músicos. Aqui o KRISIUN levou sua violência sonora para um novo patamar, o que garante a eles continuar no topo do mundo dentro do estilo.

Destaques: “Bloodcraft”, “Vicious Wrath”, “H.O.G. (House of God)”, “Suicidal Savagery” e “United in Deception”


14 – Rebirth (2001) – Angra: Mais um do ANGRA neste lista. “Rebirth” foi lançado logo após o desmanche sofrido depois do lançamento do disco “Fireworks” de 1999. Com os novos músicos precisando conquistar os antigos fãs da banda, o grupo toma a decisão correta de não ousar muito neste disco e manter o estilo dos álbuns clássicos do grupo, em especial o debut “Angels Cry”. Apesar de seguir a mesma formula do primeiro disco da banda, “Rebirth” tem músicas extremamente empolgantes e os novos integrantes puderam mostrar seu talento durante as 10 faixas que compõe o disco. Tanto que o álbum pode ser considerado um dos melhores CDs de Metal Melódico dos últimos anos.

Destaques: “Nova Era”, “Millenium Sun”, “Acid Rain”, “Unholy Wars” e “Running Alone”.


15 – The Famous Unknown (2007) - Ancesttral: Este disco se trata do debute até agora o único da banda ANCESTTRAL, o que mostra o quanto eles podem ir longe se mantiverem o mesmo nível deste “The Famous Unknown”. As comparações com o METALLICA são inevitáveis por conta do vocal de Alexandre Grunheidt ser parecido com o de James Hetfield. Também pudera, ele cantava em uma banda cover deles. Porém, restringir o som do ANCESTTRAL a isso, seria uma baita injustiça. É fato que a banda paulista também faz um Thrash Metal vigoroso, porém, com identidade própria, muitas vezes mesclando seu som com o metal tradicional dos anos 80. Este álbum trás ótimas composições e grandes riffs de guitarra, além de levadas de bateria de tirar o fôlego com pedais duplos impressionantes. Se você gosta desse estilo de música, escute sem medo.

Destaques: “Helleluiah”, “The Famous Unknown”, “Lost in Myself”, “Visual Mask” e “Fell My Hate”.

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Sobre Carlos Eduardo Garrido

Jornalista formado. Descobriu o Heavy Metal aos 15 anos de idade e desde então, não vive mais sem esse estilo de música. Suas bandas preferidas são Metallica, Iron Maiden, Savatage, Angra, Blind Guardian, dentre muitas outras. Através do jornalismo conseguiu unir suas duas paixões: escrita e música. Além de colaborar com o Whiplash, mantém o blog ociocomcafe.blogspot.com.

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