Rush: Alex Lifeson lista seus três melhores solos

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Por Cleyton Lutz
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Em entrevista ao site MusicRadar.com em 2009, o guitarrista do RUSH escolheu, sem pestanejar, aqueles que ele considera como seus três melhores solos de guitarra. Abaixo, a lista com os comentários de Lifeson, música por música.

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1. Limelight ("Moving Pictures", 1981)

"Adoro a elasticidade deste solo. Pra mim é muito emocionante tocar esta parte da música. A canção é sobre solidão e isolamento e acho que o solo reflete isso. Existe bastante coração nele. É uma coisa de sentimento: você tem que tocar o solo como o sente, caso contrário, soará exagerado. Eu nunca tive esse problema com 'Limelight'. Na primeira vez em que a toquei em estúdio senti uma verdadeira fixação por ela, eu poderia dizer que era algo especial. Ainda hoje é o meu solo favorito para executar ao vivo. Eu nunca me canso dele. Cada vez em que estou prestes a tocá-lo, respiro fundo e solto o ar na primeira nota. Acho que soa tolo, mas para mim é algo libertador".

2. Kid Gloves ("Grace Under Pressure", 1984)

"Essa música é do nosso álbum 'Grace Under Pressure'. O que eu gosto neste solo é que ele é o oposto do 'Limelight': tem um suingue, um tipo de atitude sensual, um pouco de humor estúpido. Quando eu a toco sinto uma certa confiança, como uma pessoa levada, o que não é de todo o meu jeito na vida real. O engraçado nela é que eu tinha um idéia para o solo e apenas a realizei depois de gravá-la pela primeira vez. Nunca tenho planos em mente quando estou gravando solos. Eu apenas lhes dou asas. O solo de 'Kid Gloves' me guiou, é como se ele soubesse o que queria ser e eu me limitei a segui-lo".

3. Freewill ("Permanent Waves", 1980)

"É um solo muito difícil de se tocar. Acho que sinto um orgulho solitário por isso. Toda vez que eu o faço, fico espantado. É tão frenético e excitante. A parte rítmica também - Geddy e Neil estão por todo o lugar. É provavelmente um dos trechos de música mais ambiciosos que o Rush já fez. Num certo sentido, todos solam ao mesmo tempo. Na gravação eu não tinha nada planejado, estava apenas reagindo ao que os outros rapazes faziam. Basicamente, estava apenas tentando prosseguir! Mas acho que funcionou muito bem. Fiquei bastante contente com ele, e olha que eu normalmente encontro problemas nas coisas que faço".




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Sobre Cleyton Lutz

Estudante de Jornalismo, mora em Guarapuava, PR. Adora escrever sobre futebol e rock 'n' roll. Sobre música, adora o Hardão Setentista (Grand Funk, Uriah Heep, Deep Purple, Led Zeppelin) e o progressivo (Yes, Jethro Tull, Focus). Para música acha que nasceu pelo menos uns 30 anos atrasado. Das bandas atuais gosta de White Stripes, Wolfmother e Hellacopters. Mas sua paixão é o som trascendental do Pink Floyd. Os seus grandes sonhos são ver ao vivo uma reunião dos quatro novamente, como ocorreu no Live 8, além de comprar uma moto com a primeiro dinheiro que ganhar com o jornalismo.

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