Alquimia: segundo capítulo de uma pérola do metal espanhol
Resenha - Espiritual - Alquimia
Por Victor de Andrade Lopes
Fonte: Sinfonia de Ideias
Postado em 16 de janeiro de 2016
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Dois anos após um excelente álbum de estreia autointitulado, o projeto espanhol Alquimia, liderado pelo guitarrista Alberto Rionda, marcou o final de 2015 com mais um episódio de sua ainda curta história. Espiritual resgata toda a energia e a atmosfera melódica que agradaram em Alquimia.
Como é comum na carreira de Alberto, o álbum mescla faixas rápidas e lentas. Os pontos altos ficam por conta da abertura "Indomable", da longa "Sol Negro" e do encerramento "Almas Unidas". "Caballo Branco" e "Morir por Nada" são outras faixas memoráveis. É curiosa a total ausência de baladas aqui, embora haja algumas passagens lentas ao longo do trabalho.
Ainda me surpreendo com o quanto o idioma espanhol cai bem no power metal. Mais até do que o português. Na verdade, o espanhol e suas variantes vão bem em quase qualquer tipo de música, mas há um charme a mais nesta ramificação do metal. A vantagem é que fica mais fácil entender as belas letras que permeiam um instrumental impecável. É um álbum que não traz nada de muito extraordinário, mas acerta ao não abandonar a língua nativa dos integrantes.
Acerta também, e principalmente, ao se manter fiel aos princípios musicais estabelecidos na estreia. Assim, o Alquimia se firma como um nome forte não só do metal espanhol, mas do power metal como um todo. Se você gosta de Stratovarius, Blind Guardian e Sonata Arctica, não há por que não ouvir Alquimia também.
Um disco que passará em branco devido à diminuta fama do Alquimia e também por sua fraca disponibilidade - não está nos iTunes da vida, por enquanto só pode ser comprado diretamente na loja oficial da banda. O que é uma pena, pois o lançamento está em pé de igualdade com Eternal (do Stratovarius) e My God-Given Right (do Helloween).
PS: Este álbum foi lançado em dezembro de 2015. Por motivos de saúde, só foi possível publicar a resenha agora, em 2016.
Abaixo, a faixa "Almas Unidas":
Track-list:
1. "Indomable"
2. "La Flor en el Hielo"
3. "Éxodo"
4. "Caballero Blanco"
5. "El Ocaso de los Dioses"
6. "Espiritual"
7. "Vulnerable"
8. "Sol Negro"
9. "Morir por Nada"
10. "Almas Unidas"
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A canção que tem dois dos maiores solos de guitarra de todos os tempos, conforme Tom Morello
Fãs mostravam o dedo do meio quando o Faith No More tocava "Easy" ao vivo
As músicas de metal favoritas de James Hetfield, frontman do Metallica
O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
Dave Mustaine não queria que Megadeth encerrasse atividades, mas reconhece dificuldades
A música do Black Sabbath que Ozzy Osbourne preferia que nunca tivesse sido gravada
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Duff McKagan do Guns N' Roses
O guitarrista que Angus Young acha superestimado; "nunca entendi a babação"
O último mal-estar de Ozzy Osbourne junto ao Black Sabbath
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
O guitarrista que Brian May diz ter inventado "um gênero inteiro" a partir do zero
Skid Row deve anunciar novo vocalista ainda este ano, revela Rachel Bolan
O maior desafio de Joe Satriani para tocar Eddie Van Halen em turnê com Sammy Hagar
O hino que o Iron Maiden quase não gravou pois o autor achou que era "muito comercial"
Medicina, Direito e Comunismo: Rafael Bittencourt explica a origem de seu nome artístico


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



