Autopsy: Provando que ainda pode entregar ótimas músicas
Resenha - Tourniquets, Hacksaws and Graves - Autopsy
Por Alisson Caetano
Postado em 01 de agosto de 2014
O retorno dos norte-americanos do AUTOPSY tem se mostrado muito prolífico, e acima de tudo, muito produtivo. Desde o seu retorno, no ano de 2009, já foram três álbuns, o bom Macabre Eternal (2011), o ótimo Headless Ritual (2013) e o mais recente disco, Tourniquets, Hacksaws and Graves, composto em um espaço de menos de um ano com relação ao seu antecessor.
Se formos levar em consideração que atualmente as bandas fazem uma média de um disco a cada dois anos e meio, as desconfianças com relação a esse novo trabalho podem ser um tanto quanto justas, mas elas logo passam ao se apertar o play e deixar a desgraceira rolar. Logo de cara, "Savagery" dá início com um andamento de death metal clássico, veloz e pesada, já começa saudando o ouvinte com um belo chute no estômago. "King of Flesh Ripped" se apresenta como uma música típica do AUTOPSY: arrastada, com riffs lentos e a bateria mais que primitiva de Chris Reifert. A faixa título logo se destaca das demais por apresentar um dos melhores riffs do trabalho, além de um andamento muito interessante desenvolvido por toda a banda.
José Ricardo Peret | Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
"The Howling Dead" quebra um pouco do clima intenso para apresentar uma típica faixa de death/doom, porém, é uma música que ficou mal aproveitada, muito devido a sua introdução, algo alguns cortes para deixar a música mais interessante resolveriam o problema. "After the Cutting" inicia com um riff discreto mas se transforma em mais um destaque devido ao solo muito bem desenvolvido no final da música. O disco segue com algumas faixas que não se destacam muito, demonstrando certo cansaço, como é caso de "Forever Hungry" e "Teeth of the Shadow Horde", onde é visível o uso de ideias pinceladas em músicas anteriores do próprio disco.
"All Shall Bleed" é uma marcha fúnebre em forma de Death Metal que dá início a parte final do disco. "Death Crimson Dreaming" dá sequência com um clima de mistério, com a bateria fazendo um ritmo sutil em cima dos riffs macabros de guitarra para, finalmente, descambar para uma dos destaques do trabalho, com ótimas linhas de guitarra e baixo, além da voz ameaçadora de Chris Reifert fechando o pacote. "Parasitic Eye" é outra faixa com andamento mais acelerado e acaba passando batida na audição.
Já com "Burial" a história é diferente, de longe uma das mais arrastadas músicas da história da banda, com riffs imundos e a voz cavernosa e doente de Chirs Reifert entregando mais uma excelente música e talvez a melhor do trabalho todo. O disco finaliza com "Autopsy", boa música com o selo AUTOPSY de qualidade.
O instrumental do disco conseguiu manter a mesma qualidade de seu antecessor. Mesmo apresentando uma proposta sonora levemente diferente, a banda soube bem como apresentar estruturas de qualidade, com destaque mais que imediato para a dupla Eric Cutler e Danny Coralles que despejam riffs pesadíssimos e inspirados por basicamente todo o disco. Com relação à cozinha, não há muito a ser dito: eficiente, hora servindo de base para as guitarras reinarem, hora assumindo a linha de frente, tudo isso creditado a Joe Allen no baixo e a lenda Chris Reifert na bateria e voz.
Para um trabalho que fora gravado e produzido em um intervalo de menos de um ano de seu antecessor, era de se supor que o resultado ficasse aquém do desejado, porém, é exatamente o oposto do que ocorre aqui e que, à exceção de duas ou três músicas que deram sinais de cansaço, apresentaram um saldo para lá de positivo para os fãs, demonstrando que o Autopsy ainda pode entregar ótimas músicas aos seus fãs.
Para ver a matéria original, além de outros artigos, acesse The Freak Zine:
http://thefreakzine.blogspot.com.br/
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O clássico do Pink Floyd com letra ingênua e adolescente, de acordo com Roger Waters
O guitarrista que Jimmy Page, Brian May, Kirk Hammett e Slash põem no topo
Baixista fala sobre luta do System of a Down por ingressos mais baratos
O astro pop que questionou as guitarras do Guns N' Roses e recebeu um conselho de Axl Rose
Os 10 maiores guitarristas de todos os tempos, segundo a Guitar World
As seis músicas preferidas de David Gilmour, incluindo um surpreendente clássico do Van Halen
A nova resposta de Tuomas sobre reunião do Nightwish com Tarja que animou os fãs
O cover de Jimi Hendrix de 1968 que arrebatou Bob Dylan e fascinou David Gilmour
Joan Jett relembra humilhações sofridas nos shows e admite que chorava depois de tocar
O cantor que Axl Rose, Roger Daltrey e Chris Cornell colocam acima de todos
A banda que Ozzy venerava, James Hetfield odiava e Bruce Dickinson ridicularizava
Os 5 melhores álbuns dos Rolling Stones de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
Tuomas revela que vai revisitar tema já antes abordado no próximo álbum do Nightwish
O músico que foi demitido de uma banda por querer casar com uma serial killer
O conselho que Pete Townshend deu a Jimi Hendrix e depois se arrependeu amargamente
Kiko Loureiro diz que Supla cantava letra de "Jesus Cristo" em cima de "Painkiller"
O verdadeiro motivo pelo qual os Beatles se separaram, segundo Mick Jagger
O clássico dos Beatles que John Lennon achava que combinava mais com os Wings do Paul


Kiss - há 44 anos, "Creatures of the Night" marcou o retorno da banda ao hard rock pesado
Ninguém tinha sobrenome na casa onde os Rolling Stones gravaram "Exile on Main St."
A Tempestade (ou O Livro dos Dias): 30 anos da despedida
"Se o Rádio Não Toca", o raro registro ao vivo de Raul Seixas que ganhou edição definitiva
Carach Angren - Sete histórias para um inferno
Paura mira em velhos problemas humanos e entrega muito metalcore em "Primitive Chaos"
Flotsam and Jetsam entrega fúria e maturação em "Rats in the Temple"
Pride Of Lions Mantém a Tradição do AOR Clássico em "Unbridled"
Quase vinte anos do seu lançamento, "Over The Under" ainda soa vigoroso
Alice In Chains: Sete músicas, que podem mudar a vida de uma pessoa
