Matérias Mais Lidas

Guns N' Roses: Axl entendia que as coisas mudaram, mas Slash tinha virado um personagemGuns N' Roses
Axl entendia que as coisas mudaram, mas Slash tinha virado um personagem

AC/DC: por que Bon Scott não era só um bêbado lunático, segundo ex-baixistaAC/DC
Por que Bon Scott não era só um "bêbado lunático", segundo ex-baixista

Van Halen: a diferença entre David Lee Roth e Sammy Hagar, segundo Alex Van HalenVan Halen
A diferença entre David Lee Roth e Sammy Hagar, segundo Alex Van Halen

Black Sabbath: avó de Iommi era brasileira e pais eram católicosBlack Sabbath
Avó de Iommi era brasileira e pais eram católicos

Nirvana: músico canadense muito parecido com Kurt Cobain faz sucesso no TikTokNirvana
Músico canadense muito parecido com Kurt Cobain faz sucesso no TikTok

Smith/Kotzen: primeiro álbum da dupla será lançado em março; confira capa e tracklistSmith/Kotzen
Primeiro álbum da dupla será lançado em março; confira capa e tracklist

Megadeth: quando a MTV ferrou a banda ao rejeitar clipe de A Tout Le MondeMegadeth
Quando a MTV ferrou a banda ao rejeitar clipe de "A Tout Le Monde"

Iced Earth: Schaffer será extraditado para Washington; não há decisão sobre fiançaIced Earth
Schaffer será extraditado para Washington; não há decisão sobre fiança

Mamonas Assassinas: a história por trás do enigmático CreuzebekMamonas Assassinas
A história por trás do enigmático "Creuzebek"

Robert Fripp: veja cover de Welcome to the Jungle com esposa segurando halteresRobert Fripp
Veja cover de "Welcome to the Jungle" com esposa segurando halteres

Slash: por que ele usa óculos escuros o tempo todo?Slash
Por que ele usa óculos escuros o tempo todo?

Guns N' Roses: por que Bumblefoot errou Welcome to the Jungle no Rock in Rio 2011Guns N' Roses
Por que Bumblefoot errou "Welcome to the Jungle" no Rock in Rio 2011

Metallica: todas as faixas do polêmico Load, da pior para a melhorMetallica
Todas as faixas do polêmico "Load", da pior para a melhor

Dream Theater: bateria do próximo álbum já está gravada, segundo Mike ManginiDream Theater
Bateria do próximo álbum já está gravada, segundo Mike Mangini

Slayer: Faca feita com cordas de guitarra gera imagens que ninguém esperavaSlayer
Faca feita com cordas de guitarra gera imagens que ninguém esperava


Matérias Recomendadas

Jethro Tull: a fúria de Ian Anderson pra cima do Led ZeppelinJethro Tull
A fúria de Ian Anderson pra cima do Led Zeppelin

USA Today: as 20 maiores bandas de todos os tempos nos EUAUSA Today
As 20 maiores bandas de todos os tempos nos EUA

Nirvana: Dave Grohl explica porque não toca clássicos ao vivoNirvana
Dave Grohl explica porque não toca clássicos ao vivo

Pantera: o surreal e constrangedor funeral de Dimebag DarrellPantera
O surreal e constrangedor funeral de Dimebag Darrell

Slayer: Kerry King fala sobre sua relação com religiõesSlayer
Kerry King fala sobre sua relação com religiões

Malvada
Dead Daisies

Autopsy: Provando que ainda pode entregar ótimas músicas

Resenha - Tourniquets, Hacksaws and Graves - Autopsy

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Alisson Caetano
Enviar Correções  


O retorno dos norte-americanos do AUTOPSY tem se mostrado muito prolífico, e acima de tudo, muito produtivo. Desde o seu retorno, no ano de 2009, já foram três álbuns, o bom Macabre Eternal (2011), o ótimo Headless Ritual (2013) e o mais recente disco, Tourniquets, Hacksaws and Graves, composto em um espaço de menos de um ano com relação ao seu antecessor.

Se formos levar em consideração que atualmente as bandas fazem uma média de um disco a cada dois anos e meio, as desconfianças com relação a esse novo trabalho podem ser um tanto quanto justas, mas elas logo passam ao se apertar o play e deixar a desgraceira rolar. Logo de cara, "Savagery" dá início com um andamento de death metal clássico, veloz e pesada, já começa saudando o ouvinte com um belo chute no estômago. "King of Flesh Ripped" se apresenta como uma música típica do AUTOPSY: arrastada, com riffs lentos e a bateria mais que primitiva de Chris Reifert. A faixa título logo se destaca das demais por apresentar um dos melhores riffs do trabalho, além de um andamento muito interessante desenvolvido por toda a banda.

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

"The Howling Dead" quebra um pouco do clima intenso para apresentar uma típica faixa de death/doom, porém, é uma música que ficou mal aproveitada, muito devido a sua introdução, algo alguns cortes para deixar a música mais interessante resolveriam o problema. "After the Cutting" inicia com um riff discreto mas se transforma em mais um destaque devido ao solo muito bem desenvolvido no final da música. O disco segue com algumas faixas que não se destacam muito, demonstrando certo cansaço, como é caso de "Forever Hungry" e "Teeth of the Shadow Horde", onde é visível o uso de ideias pinceladas em músicas anteriores do próprio disco.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

"All Shall Bleed" é uma marcha fúnebre em forma de Death Metal que dá início a parte final do disco. "Death Crimson Dreaming" dá sequência com um clima de mistério, com a bateria fazendo um ritmo sutil em cima dos riffs macabros de guitarra para, finalmente, descambar para uma dos destaques do trabalho, com ótimas linhas de guitarra e baixo, além da voz ameaçadora de Chris Reifert fechando o pacote. "Parasitic Eye" é outra faixa com andamento mais acelerado e acaba passando batida na audição.

publicidade

Já com "Burial" a história é diferente, de longe uma das mais arrastadas músicas da história da banda, com riffs imundos e a voz cavernosa e doente de Chirs Reifert entregando mais uma excelente música e talvez a melhor do trabalho todo. O disco finaliza com "Autopsy", boa música com o selo AUTOPSY de qualidade.

O instrumental do disco conseguiu manter a mesma qualidade de seu antecessor. Mesmo apresentando uma proposta sonora levemente diferente, a banda soube bem como apresentar estruturas de qualidade, com destaque mais que imediato para a dupla Eric Cutler e Danny Coralles que despejam riffs pesadíssimos e inspirados por basicamente todo o disco. Com relação à cozinha, não há muito a ser dito: eficiente, hora servindo de base para as guitarras reinarem, hora assumindo a linha de frente, tudo isso creditado a Joe Allen no baixo e a lenda Chris Reifert na bateria e voz.

Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Para um trabalho que fora gravado e produzido em um intervalo de menos de um ano de seu antecessor, era de se supor que o resultado ficasse aquém do desejado, porém, é exatamente o oposto do que ocorre aqui e que, à exceção de duas ou três músicas que deram sinais de cansaço, apresentaram um saldo para lá de positivo para os fãs, demonstrando que o Autopsy ainda pode entregar ótimas músicas aos seus fãs.

Para ver a matéria original, além de outros artigos, acesse The Freak Zine:
http://thefreakzine.blogspot.com.br/


Malvada
Dead Daisies
Como consegui viver de Rock e Heavy Metal
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Autopsy: Mental Funeral sairá no Brasil com DVD bônus


Blender: as letras mais repulsivas do Heavy MetalBlender
As letras mais repulsivas do Heavy Metal


Angra: banda errou na escolha de Fabio Lione?Angra
Banda errou na escolha de Fabio Lione?

A História Impopular dos Rolling StonesA História Impopular dos Rolling Stones


Sobre Alisson Caetano

Reside no município de Santo Antônio da Platina, PR. Apreciador de música de qualidade, independente do estilo (com maior ênfase nos sons extremos). Redator no blog iniciante The Freak Zine, além de enviar alguns materiais para o Whiplash.

Mais matérias de Alisson Caetano no Whiplash.Net.