Krow: Metal extremamente profissional e de bom gosto
Resenha - Traces Of The Trade - Krow
Por Vitor Franceschini
Postado em 27 de maio de 2012
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Mesmo passando por um momento conturbado onde declarações polêmicas de músicos e o cancelamento do Metal Open Air foram os últimos principais focos da cena, o Metal brasileiro tem potencial e talvez seja um dos maiores representantes do estilo no mundo, principalmente nas vertentes mais extremas do gênero. O Metal mineiro, aqui representado pelo Krow, é umas das mais importantes células deste organismo.
A banda, oriunda de Uberlândia/MG, demonstra em seu segundo trabalho, este "Traces Of The Trade", todo talento e capacidade de como se fazer um trabalho extremamente profissional e de bom gosto, mesmo de forma independente (é bom ressaltar que a banda contou com apoio das empresas Two Beers Or Not Two Beers e Valvulados Discos, além do Programa Municipal de Incentivo À Cultura de Uberlândia).
Comecemos pela belíssima embalagem que conta com um slipcase que envolve um formato digipack de três partes, onde há uma ilustração envernizada a cargo de Costin Chioreanu (que já produziu artes para nomes como Grave, Running Wild e Darkthrone), além de um encarte bem caprichado. Enfim, bom gosto é pouco.
Indo para o prato principal, nos deparamos com o som que a banda sempre se propôs a praticar, ou seja, o Death Metal. Mesmo não fazendo nada singular, a banda demonstra que seu som faz uma releitura dos diversos formatos que o subgênero possui e ainda alia a isso algumas leves influências do Thrash e do Black Metal.
Desde o início, com a faixa Eidolon passando por Outbreak Of A Maniac, Endless Lashing e Despair, a banda mostra toda a brutalidade a que se propõe de forma técnica e coesa. Riffs e solos mortais, baixo veloz, bateria com muitos blast beats e vocais guturais inteligíveis compõem a maior parte do trabalho que, mesmo soando quase homogêneo, mostra que peso e selvageria podem ser feitos com muita classe.
Assim como a belíssima parte gráfica, a produção sonora ficou ótima, onde se ouve nitidamente todos os instrumentos. O trabalho foi produzido por Gustavo Vasquez, Luis Maldonalle em parceria com a própria banda, no Rock Lab Estúdio, em Goiânia/GO. "Traces Of The Trade" é mais uma praga vinda do Triângulo Satânico Mineiro simplesmente para marcar o Metal nacional.
http://www.facebook.com/krowmetalzone
Outras resenhas de Traces Of The Trade - Krow
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda sem frescura que tinha os melhores músicos do rock, segundo Joe Perry
O baterista que é um "músico bom em banda ruim", segundo Regis Tadeu
Clássico dos anos 2000 supera 3 bilhões de plays no Spotify
Cartaz oficial do Bangers Open Air é divulgado pela organização do festival
Masters of Voices, que reúne Edu Falaschi e Tim Ripper, anuncia tour sul-americana
A música subestimada do Metallica que Lars diz ser um enrosco pra tocar ao vivo
O álbum do rock nacional dos anos 1980 que Prince adorou quando ouviu
A banda que Joey Ramone disse que mais o inspirava; "Uma experiência de corpo e mente"
O guitarrista brasileiro que ouviu a real de produtor: "Seu timbre e sua mão não são bons"
O gênero musical que nunca será tão relevante quanto o rock, segundo Gene Simmons
As músicas dos Beatles que Eric Clapton não suportava ouvir
Por que Kurt Cobain detestava Phil Collins, Axl Rose e o Grateful Dead
Como Angela Gossow se juntou ao Arch Enemy, de acordo com Michael Amott
A melhor música do Led Zeppelin de todos os tempos, segundo Ozzy Osbourne
Manowar se manifesta em solidariedade ao guitarrista Ross the Boss
Aerosmith aparece entre assuntos mais comentados no Brasil após plástica de Gretchen
Testament: Dave Mustaine tentou sabotar a banda, mas Rob Halford impediu
Quando Belchior concordou plenamente com o Metallica, mas de nada adiantou


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
O disco que "furou a bolha" do heavy metal e vendeu dezenas de milhões de cópias



