Deadend In Venice: Apesar de polido, obscuro e furioso
Resenha - See You On The Ground - Deadend In Venice
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 01 de setembro de 2011
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
É sempre legal ver bandas novatas já estreando com um disco tão bem feito... O Deadend In Venice é oriundo da Alemanha e começou suas atividades em 2008, para, neste mesmo ano, soltar a demo "Batavian Sundown" e sair tocando por aí. Desde então conquistaram sua cota de fãs e chamaram a atenção do selo Casket Music, que se propôs a liberar este convincente "See You On The Ground".
Sendo músicos da nova geração, "See You On The Ground" segue a tendência em mesclar elementos de vários dos subgêneros do Heavy Metal e também oferecer vocalizações masculinas e femininas, tendo em Annabell Klein e Christian Litzba os responsáveis por intercalar respectivamente linhas limpas e agressivas. Ok, nada de novo, mas se não existe inovação, o Deadend In Venice mostrou preocupação e desenvoltura para manter tudo muito interessante durante a audição.
E a diversidade é considerável... Desde a profusão de melodias se combinando a arranjos que beiram à música extrema, velocidade e passagens cadenciadas que remetem diretamente ao Power Metal, existe uma sensibilidade e disposição para tornar tudo muito grudento. Ainda que tenha como único ponto passível de algum ajuste o trabalho das vocalizações, que poderia ser desenvolvido de forma que o padrão masculino/feminino não se mostrasse tão similar ao longo das nove faixas, é inegável que os alemães se mostram eficientes em "See You On The Ground".
São apenas 30 minutos de som, mas "Hate Sweet Hate", "Personal Decay", "Last Chances" e principalmente "Dirt Little Princess" mostram a confiança e eficiência do sexteto neste primeiro álbum. O repertório possui características que o posiciona na esfera mainstream, mas nunca se desleixando com o fator distorção. Apesar de relativamente polido, tudo segue meio obscuro e devidamente furioso, sendo que os adeptos do chamado Death Metal Melódico terão muito que apreciar por aqui!
Contato:
http://www.deadend-in-venice.de
http://www.myspace.com/deadendinvenice
Formação:
Annabell Klein - voz
Christian Litzba - voz gutural
Tim Schmidtke - guitarra
Kevin Klein - guitarra
Andreas Ackermann - baixo
Frank Koppe - bateria
Deadend In Venice – See You On The Ground
(2011 / Casket Music - importado)
01. Hate Sweet Hate
02. Personal Decay
03. Brain Execution
04. Long Way Home
05. War
06. Last Chances
07. The Monkey In My Closet
08. Dirt Little Princess
09. Tomorrow Never Comes
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Tony Iommi recusou gravar último álbum com o Black Sabbath original
O momento que Duff McKagan considera um dos mais importantes da história do Guns N' Roses
Canal crava a tier list definitiva do Iron Maiden e joga um disco no fundo do poço
A canção que Renato Russo escreveu e a Legião Urbana preferiu esconder do público
A música do Judas Priest que tem um dos solos "mais gloriosos" do metal, segundo Rob Halford
Por que o último show do Sepultura mudou do Pacaembu para uma casa menor?
As dez melhores músicas de thrash lançadas entre 2000 e 2020, segundo a Metal Hammer
Metal Hammer e Classic Rock ranqueiam discografia do Metallica do pior ao melhor
"Não chego aos pés dele"; o guitarrista contemporâneo admirado por Jimmy Page
Os 3 artistas considerados "rock de tiozão" pelo baixista do Nirvana Krist Novoselic em 1992
Regis Tadeu explica por que o Slipknot deve agradecer de joelhos a Eloy Casagrande
A canção que Axl Rose gravou sob efeito de cogumelos e que deixou o Guns N' Roses furioso
Brian May diz que ele e Tony Iommi estão no novo álbum do Capitão Kirk
Show de drones em Manchester indica nova turnê do Oasis em 2027
A canção do começo dos anos 70 que para Keith Richards resume o que é rock'n'roll de verdade
Brian May: "Eu não sabia que Freddie Mercury era Gay"
A música do Massacration inspirada na treta da Ivete Sangalo com Baby do Brasil
Jairo Guedz traduz com analogia absurdamente triste a saída de Max Cavalera do Sepultura

Relevante como nunca, Totalitär retorna após vinte anos com EP furioso
Herman Frank - O motor barulhento, rápido e construído para rodar
Entre nostalgia, legado e recomeços, Beseech apresenta seu 7º álbum de estúdio
Veterano Sacrifice mostra que continua afiado como nunca no ótimo "Volume Six"
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Metallica: And Justice For All é um álbum injustiçado?



