RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas

imagemA música de Raul Seixas que salvou a carreira de Chitãozinho e Xororó

imagemPor que Lemmy odiava tocar "Ace of Spades" nos shows do Motörhead

imagemA atitude punk da Legião Urbana que causou irritação e deu trabalho na gravação

imagemOmelete diz que heavy metal pertence agora à nova geração e não ao tiozão headbanger

imagemQuatro músicas de artistas brasileiros que citam Os Paralamas do Sucesso

imagemO hit dos Beatles que talvez seja sobre drogas e que "Jesus" acompanhou gravação

imagemO conselho realista de John Petrucci para bandas que estão começando agora

imagemO brasileiro com a voz parecida com a de Axl Rose que viralizou no TikTok

imagemDeep Purple: David Coverdale revela quem quis como substituto de Ritchie Blackmore

imagem"Quem não gosta de Beatles bom sujeito não é", diz João Gordo

imagemAndi Deris tem problemas de saúde e shows do Helloween são adiados

imagemProdutor da turnê de Paul Di'Anno explica problemas no primeiro show

imagem5 motivos para assistir ao novo RockGol 2023 que estreia em fevereiro

imagemClipe de "From The Ashes" ultrapassa 1 milhão de views e Fernanda Lira celebra

imagemO Raul Seixas não era nada daquilo que ele falava, diz ex-parceiro musical


Stamp

Amaranthe: Saindo da mesmice e marasmo do Heavy Metal

Resenha - Amaranthe - Amaranthe

Por Renato Trevisan
Fonte: ocaralhoa4.blogspot.com
Postado em 16 de abril de 2011

Nota: 10

Se as críticas que eu recebi não tivessem surtido efeito, hoje, esse post estaria inundado por palavras de baixo escalão, visto a qualidade suprema desse primeiro full-length do Amaranthe. A banda sueca/dinamarquesa foi formada por integrantes de renomadas bandas europeias que, juntos, montaram uma super-banda que realmente faz jus ao adjetivo "super". Em 2009, o grupo lançou um EP que deixou meio mundo de queixo caído, visto a qualidade e a nova forma de fazer Metal que a banda explorou. De lá pra cá, o grupo lançou mais duas demos até que, finalmente, nesse mês, liberaram o seu primeiro full-length.

O disco auto intitulado foi lançado oficialmente dia 13 de abril, pela Spinefarm Records. Aqui, a banda apresenta uma mescla incrível de mais poderoso Power Metal e do mais agressivo Death Metal Melódico. Aliado a isso, o grupo conseguiu colocar influências eletrônicas, do Metalcore e de pop music nas canções, logo, criaram uma atmosfera futurística, apocalíptica e envolvente que permanece perene em torno de todo o álbum. Indo nessa onda futurística, o instrumental é de outro planeta. Sempre muito moderno, pesado e agressivo (logo, esses serão os adjetivos mais citados durante a resenha), mas, ao mesmo tempo, que consegue ser melódico. Bases de guitarra muito pesadas e agressivas aliadas a uma cozinha de dar inveja em muita banda de Brutal, tamanha sua agressividade e peso. Já os teclados parecem ser uma das principais características do som do grupo, sempre dando um clima bem moderno e sendo os responsáveis pelas atmosferas.

Os vocalistas merecem um parágrafo a parte, já que não são 1 ou 2, mas sim 3! Você não leu errado, são 3 vocalistas mesmo. E o mais incrível de tudo: são totalmente distintos entre si. Logo, é incrível a quantidade de variações vocais que ouvimos durante a audição. Temos Elize Ryd dando conta dos vocais femininos, Jake E Berg com vocais limpos e Andy Solveström com guturais. Mas não se enganem... Eles não tocam nada, os 3 são vocalistas MESMO. Às vezes alternando, às vezes cantando os três ao mesmo tempo, às vezes apenas dois e assim vai. Enfim, a matemática se faz necessária para podermos ter uma ideia do tamanho do leque de opções e tamanha maleabilidade que todos os 3 vocalistas dão às linhas vocais das canções.

Até o momento, esse se mostrou um dos melhores álbuns do ano. Digno de todas as honras possíveis a um disco. Um som que consegue misturar algo bonito, pesado, veloz e moderno. Que sai da mesmice e do marasmo em que boa parte do Heavy Metal se encontrava. Que mostra que ainda existem vertentes e caminhos a serem explorados dentro da música pesada (tanto, que foi um sacrifício conseguir classificar o som do grupo) e que revela uma das bandas mais promissoras do mundo. Sem mais, a nota pra tamanha grandiosidade não podia ser outra a não ser 10!

Olof Morck (NIGHTRAGE, DRAGONLAND) - Guitar, Keyboards;
Elize Ryd - Female Vocals;
Jake E (ex-DREAM EVIL, DREAMLAND) - Clean Vocals;
Andy Solvestrom (WITHIN Y, EVILDOER, CIPHER SYSTEM) - Screams;
Morten Lowe Sorensen (THE ARCANE ORDER, SUBMISSION) - Drums;
Johan Andreassen (ex-ENGEL) - Bass.

1. Leave Everything Behind - 03:16
2. Hunger - 03:11
3. 1.000.000 Lightyears - 03:14
4. Automatic - 03:24
5. My Transition - 03:47
6. Amaranthine -03:28
7. Rain - 03:42
8. Call Out My Name - 03:15
9. Enter The Maze - 04:03
10. Director's Cut - 04:47
11. Act Of Desperation - 03:02
12. Serendipity - 03:25


Outras resenhas de Amaranthe - Amaranthe

Resenha - Amaranthe - Amaranthe

Resenha - Amaranthe - Amaranthe

Resenha - Amaranthe - Amaranthe

Resenha - Amaranthe - Amaranthe

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Siga e receba novidades do Whiplash.Net:
Novidades por WhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Stamp

Originalidade: 10 Bandas ou Projetos Inusitados

Nightwish: Elize Ryd diz que ser cotada para substituir Tarja Turunen a motivou

Elize Ryd: como Anette Olzon, ex-Nightwish, foi principal inspiração no Amaranthe

Mulheres que cantam Metal: estúdio/ao vivo, expectativa e realidade


publicidadeAdemir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | André Silva Eleutério | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Euber Fagherazzi | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Henrique Haag Ribacki | José Patrick de Souza | Julian H. D. Rodrigues | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal