Amaranthe: Mesclando características de importantes bandas
Resenha - Amaranthe - Amaranthe
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 30 de abril de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Tendo iniciado suas atividades na Suécia de 2008, o Amaranthe seguiu o mesmo caminho da maioria das bandas, liberando uma demo e alguns singles. Mas tirou a sorte grande ao estrear com um disco batizado simplesmente como "Amaranthe" e sair em uma turnê apoiando o Kamelot, o que possibilitou que arrebatassem fãs por toda a Europa. E nem mesmo as consideráveis críticas negativas da mídia especializada impediu que o público aumentasse a ponto de se estender para outros continentes...
E o que faz do Amaranthe algo tão especial para ser amado e odiado por aí? Simples: a banda é formada por músicos competentes – e vários deles já conhecidos na cena – que mesclam as características de algumas importantes bandas contemporâneas que são sucesso comercial. E, independente deste debut deixar transparecer claramente cada uma de suas influências, os suecos souberam como trabalhar tudo com propriedade e não soar como mera cópia descartável.
As principais referências estão no Death Metal Melódico do Soilwork e na emoção que o Nightwish sempre explorou tão bem em sua faceta Power Metal. Assim, ainda que não inovem em absolutamente nada, não há como ignorar a habilidade de seus instrumentistas em injetar muita velocidade e distorção que beiraria a música extrema se não fosse tão acessível (pode parecer confuso, mas é assim...), como é o caso de "Leave Everything Behind", "Hunger" e "Amaranthine".
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Além disso, outro ponto importante no Amaranthe é a presença de três vocalistas – uma garota e dois caras dividindo as vozes limpas e guturais – que conseguem aumentar ainda mais o apelo que sua música já possui, trabalhando tão bem o campo vocal que fica difícil não sair cantarolando esses refrões após a primeira audição. E esta característica, a de soar ‘grudento’, é algo que os grupos suecos já provaram ser eficientes há décadas, diga-se.
É claro que a velha geração, geralmente tão apegada às raízes do Heavy Metal, simplesmente irá abominar a modernice ultra-melódica deste disco. Compreensível... Mas também temos um público que foi se renovando para assimilar e encontrar muita satisfação no Amaranthe, podendo inclusive adquirir o álbum, que está aportando no Brasil através da Hellion Records. Muito bom!
Formação:
Elize Ryd - voz
Andy Solveström - voz gutural
Jake E - vozl limpo
Olof Mörck - guitarra e teclado
Johan Andreassen - baixo
Morten Løwe Sørensen - bateria
Contato:
http://www.amaranthe.se
http://www.myspace.com/amaranthemetal
Amaranthe – Amaranthe
(2011/ Spinefarm Records – 2012 / Hellion Records – nacional)
01. Leave Everything Behind
02. Hunger
03. 1.000.000 Lightyears
04. Automatic
05. My Transition
06. Amaranthine
07. Rain
08. Call Out My Name
09. Enter The Maze
10. Director’s Cut
11. Act Of Desperation
12. Serendipity
Outras resenhas de Amaranthe - Amaranthe
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Masters of Voices reúne quatro gerações do rock e heavy metal na América do Sul e no Brasil
O melhor riff de guitarra de todos os tempos, segundo Keith Richards: "Ele disse tudo ali"
A melhor música de prog metal lançada a cada ano, de 1985 até 2025
Live anuncia dois shows no Brasil para o mês de setembro
A melhor banda de todos os tempos, segundo os leitores da Classic Rock
Os cinco maiores álbuns da história do rock progressivo
"Cherry Pie", do Warrant, experimenta nova onda de popularidade
Angra anuncia bandas convidadas para shows em São Paulo
4 bandas nacionais de rock e metal dos anos 1980 que tinham tudo para explodir
Ex-Queensryche, Geoff Tate confirma dois shows no Brasil para 2027
Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades
Filha de vocalista do Poison começa a vender "pack do pezinho"
Rock fica fora dos shows gratuitos em Copacabana nos jogos do Brasil na Copa
Kim Thayil cita influências metálicas no início do Soundgarden
A música de 2000 que Brian Johnson considera uma das melhores do AC/DC: "Me arrepia"
A banda que Noel Gallagher considera "a mais superestimada de todos os tempos"
O inesperado megahit de Zé Ramalho que Moonspell quer transformar em metal
Lady Gaga sobre o Iron Maiden: "Nunca tiveram um hit e tocam em estádios"


A banda com três cantores que representa o futuro do metal, segundo Ricardo Confessori
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes

