Barros: bom instrumental, letras emotivas e cativantes

Resenha - Gemini - Barros

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Por Clóvis Eduardo
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Nota: 9


Talvez o que o rock precise hoje, é de uma volta para a simplicidade. A valorização dos instrumentos, sem embolação ou sobreposições. Quem quer buscar boa música, um ritmo diferente e algumas dicas de como estruturar um disco, pode procurar por esta banda.

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Barros. O nome poderia até render umas analogias legais para bandas de hard core ou de punk. Mas ouvindo mais o instrumental deste grupo Português, o que interessa mesmo é ficar com o ouvido no aparelho de som.

Formada em Portugal, o Barros tem em seu line-up o competente vocalista Rafael Gubert, o guitarrista Paulo Barros, o baterista (e irmão de Paulo), Luis Barros e o baixista José Baltazar. O quarteto está na ativa e colocou aos fãs um bom CD, com instrumental caprichado e a inspiração total de Rafael na interpretação das músicas. Ficou muito legal o trabalho, com composições amarradas e que valorizam cada um dos integrantes da banda. É o cd ideal para ouvir após um dia cansativo de trabalho, pois ajuda a relaxar e empolga pelo rock de qualidade.

O riff e a batida contínua vão lembrar um pouco o ritmo utilizado nos discos antigos do Rammstein ou até mesmo o experimento que o Nightwish fez no álbum "Once", com a música "Wish I Had An Angel". Esta será a impressão em "Escape From The Lies", que abre o disco. Mas nas faixas seguintes, prossegue o ritmo mais cadenciado, com contrastes entre duas guitarras, uma com um efeito pesado e cativante nos riffs, e outra com um som mais brilhante e limpo, utilizado nos belos solos de Paulo Barros.

Apesar de um grupo português, não é de se estranhar nem um pouco que as letras sejam em inglês. E isso é até uma vantagem do Barros, já que "Gemini", foi certeiro em sua abordagem principal. Bom instrumental, letras emotivas e cativantes, num ritmo mais leve e que muitas vezes, nos cai muito bem.

Hellion Records


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Sobre Clóvis Eduardo

Clóvis Eduardo Cuco é catarinense, jornalista e metaleiro.

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