Resenha - A Place Called Bad - Black League
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 31 de maio de 2006
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Algum tempo após deixar o Sentenced, Taneli Jarva decidiu voltar aos estúdios e com a colaboração de alguns velhos amigos deu forma ao The Black League, cujo primeiro disco "Ichor" (00), dava uma geral em canções que estavam engavetadas há tempos, trazendo portanto faixas bem variadas. Daí em diante seus músicos vão seguindo um caminho mais coeso em termos de composições e sempre conseguindo colocar bons trabalhos no mercado.

Apesar de ter passado por uma fase problemática em 2004, inclusive anunciando uma parada em suas atividades, o The Black League volta com uma mudança drástica, sendo que da formação anterior só sobraram o vocalista Taneli Jarva e o guitarrista Maike Valanne. Os novos músicos são Heavy Hiltunen (guitarra), Ilkka Tanska (baixo) e Rale Tiiainen (bateria), e são extremamente competentes em suas funções.
E os finlandeses continuam a fazer bonito neste seu quinto registro, "A Place Called Bad", que segue uma linha similar ao seu antecessor, "Man's Ruin Revisited" (04), que surpreendeu muitas pessoas com a mudança de sua musicalidade, soando mais rock´n´roll pesadão, ao contrário da faceta metálica, obscura e melódica de outrora. Este seu novo disco é cheio de idéias realmente boas e transforma muitos elementos retrôs em uma sonoridade mais contemporânea.
Impossível deixar de mencionar o impecável trabalho das guitarras que, junto com a inconfundível voz rouca de Taneli, fazem este disco funcionar tão bem. "Same Ol' Fuckery" é uma mostra clara disso, com aquele cheirão de blues que tanta gente curte. Elementos do rock sulista norte-americano pode ser conferido na bonita "Altamount Man" e até mesmo a simplicidade do rock´n´roll básico de "Bury Yer Brother" chama a atenção. Mas sejamos práticos, tudo aqui é atraente pelo carisma de suas composições.
E só não é melhor por ter pouco mais de 36 minutos de duração... O ouvinte fica querendo mais. Quem curte Lynyrd Skynyrd, ZZ Top, Foghat, AC/DC e Motorhead, tudo mais atualizado, pode conferir "A Place Called Bad" que dificilmente irá ter alguma decepção.
The Black League - A Place Called Bad
(2005 / Wolfgang Records – importado)
01. Same Ol' Fuckery
02. Ball 'n' Chain Woman
03. Bury Yer Brother
04. Runnin' Lo' On Fumes
05. Marked Man
06. Altamount Man
07. Bastard's Degree
08. A Place Called Bad
09. Heroes And Outlaws
10. Watch Dog
Homepage: www.theblackleague.fi
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Show do Guns N' Roses no Rio de Janeiro é cancelado
Dave Mustaine: "Fizemos um esforço para melhorar o relacionamento, eu, James e Lars"
A música que Bruce Dickinson fez para tornar o Iron Maiden mais radiofônico
Os discos do U2 que Max Cavalera considera obra-primas
Filmagem inédita do Pink Floyd em 1977 é publicada online
Para Mille Petrozza, humanidade vive retrocesso e caminha de volta à "era primitiva"
Sepultura anuncia última tour norte-americana com Exodus e Biohazard abrindo
Os 11 maiores discos de onze bandas gigantes dos anos oitenta, segundo a Loudwire
O álbum que, segundo John Petrucci, representa a essência do Dream Theater
Por que Ricardo Confessori e Aquiles ainda não foram ao Amplifica, segundo Bittencourt
Rush anuncia reedição expandida do álbum "Grace Under Pressure"
A voz mais pura do rock de todos os tempos, segundo Bruce Springsteen
Tribulation anuncia Luana Dametto como baterista de sua próxima turnê
A banda que estava à frente do Aerosmith e se destruiu pelos excessos, segundo Steven Tyler
O herói de Iggor Cavalera na bateria, de acordo com o próprio
Os dez mandamentos do Pink Floyd na estrada
Dave Mustaine, do Megadeth, e o "péssimo hábito" que ele não consegue abandonar


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



